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Planos
15.12.17
ED. 5767

Embrapa na mira dos chineses

Há uma ofensiva sincronizada das grandes fabricantes chinesas de sementes no Brasil. Se, de um lado, a Citic Group comprou os ativos da Dow Chemical no país, do outro a ChemChina e a Hunan Xindaxin sobrevoam a Embrapa. Os dois grupos já fizeram chegar ao Ministério da Agricultura o interesse em se associar à estatal. O caminho passa obrigatoriamente pelo Congresso Nacional, onde tramita o projeto de lei que prevê a criação da EmbrapaTec, um istmo societário que permitirá à estatal se unir a companhias privadas sem a necessidade de abrir seu capital. Montar uma posição no Brasil seria uma importante etapa no projeto de expansão global das majors chinesas da área de agrociência. Um dos movimentos mais agudos foi feito pela própria ChemChina, que comprou o controle mundial da Syngenta.

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15.12.17
ED. 5767

Quem dá mais pela candidatura de Henrique Meirelles?

Mesmo antes de decidir se será pré-candidato à presidência e por qual partido disputaria as eleições, Henrique Meirelles vem sendo cortejado por todos os principais concorrentes de direita e centro-direita. Em várias das vezes a sedução é para que Meirelles assuma os dois cargos ao mesmo tempo: vice-presidência e Ministério da Fazenda. O ex-banqueiro é multiuso. O presidente Michel Temer, com o ar de distanciamento brechtiano, tratou da sua hipotética candidatura sondando en passant seu ministro. Repetiriam a dobradinha, que tanto tem encantado o empresariado.

Meirelles continuaria com seu papel de âncora fiscal e inflacionária. Mas subiria um degrau: seria o vice-presidente. Tudo depende da aprovação da reforma da Previdência, é claro. O candidato Jair Bolsonaro, que está apalavrado com o economista Paulo Guedes para o Ministério da Fazenda, tem em Meirelles o seu ideal de vice-presidente. Com ele, atrairia eleitores do centro-direita que duvidam do preparo do candidato e seus quadros, assim como do seu comprometimento com um programa liberal. Meirelles opera como se fosse uma hidra, com seus tentáculos espalhados pelo mercado financeiro internacional, e empresta cosmopolitismo a candidatos suburbanos. Ele já tem sua base aliada no Congresso. E se preciso for tem interlocução até com a outra extrema, o PT.

Bolsonaro o usaria como garantia da sua agenda liberal. Meirelles assumiria a posição de uma espécie de chairman do Ministério da Fazenda. O governador Geraldo Alckmin, candidatíssimo à Presidência, por sua vez, faz suas conjecturas sobre Meirelles vir a comandar o Novo Plano Real, proposta símbolo da sua campanha- ver RR edição de 6 de dezembro. Não haveria restrições para que ele acumulasse a vice-presidência caso fosse essa a exigência. Mas, como se disse, por enquanto são só conjecturas. Finalmente, o deputado Rodrigo Maia, cuja candidatura é a mais encruada, vê em Henrique Meirelles alguém que agregue uma dimensão maior a sua pretensão política.

Por enquanto, Maia é candidato dele mesmo e da sua trupe no Congresso. Se o ministro da Fazenda topasse ser vice, a sua postulação ganharia peso político e a mensagem de um ideário nítido. Para tudo e para todos, é preciso que Meirelles abdique da sua intenção presidencial. O deadline é dia 6 de abril. O ministro só assume a candidatura se a economia estiver voando em céu de brigadeiro. Caso contrário, estará na prateleira à disposição para ofertas. Quem dá mais? Quem dá mais?

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15.12.17
ED. 5767

A “reforma” do PT

O PT encomendou a economistas da casa um paper com propostas alternativas para a reforma da Previdência. A questão é o que vai ser feito com isso.

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15.12.17
ED. 5767

Com lupa

As gestoras Advent e BlackRock acompanham com lupa o processo de privatização da Eletrobras.

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15.12.17
ED. 5767

BYD espalha seus ônibus elétricos no Brasil

O ex-prefeito Eduardo Paes, consultor e condutor dos interesses da BYD no Brasil, tem ajudado a encurtar os caminhos dos chineses no país. Cidades como São Paulo, Porto Alegre e Curitiba já fizeram testes com modelos da empresa, maior fabricante de ônibus elétricos do mundo. A prefeitura paulista deverá realizar em 2018 uma licitação para a compra de até 60 coletivos movidos a energia elétrica. Campinas também promete fazer uma concorrência no próximo ano para a aquisição de até 150 veículos. A BYD é candidatíssima aos dois certames. A crescente proximidade com o Poder, notadamente Prefeituras, é hoje um dos grandes handicaps da BYD no Brasil. Em julho deste ano, João Doria esteve na sede do grupo em Shenzhen, na China. Saiu de lá fazendo loas aos ônibus elétricos e garantindo o uso do equipamento no transporte público paulistano. Meio caminho andado para a BYD? A companhia afIrma que não negocia vendas diretas com as Prefeituras e, sim, com as operadoras de transporte e as encarroçadoras, “já que as linhas de ônibus são delegadas por meio de licitações”. A missão dos dirigentes da empresa no Brasil é fazer jus ao investimento de R$ 150 milhões realizado pelos chineses na instalação de um complexo industrial em Campinas, onde são produzidos chassis e painéis solares.

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15.12.17
ED. 5767

A incógnita OSX

O futuro da OSX é cada vez mais incerto. Credores pressionam contra o encerramento do processo de recuperação judicial do estaleiro, solicitado pela companhia em Juízo. Têm o apoio do próprio administrador judicial, que já declarou oficialmente que a “recuperação não conseguiu alcançar o objetivo de viabilizar a recuperação da crise financeira” da empresa. A OSX – um dos raros negócios do antigo “Império X” no qual Eike Batista ainda mantém participação – carrega um passivo de R$ 2,7 bilhões. Enquanto isso, o papel desaba. Só no último mês, o valor de mercado caiu 15%. Procurada, a OSX informa que “vem cumprindo com as obrigações definidas no Plano de Recuperação Judicial e que o seu encerramento depende da decisão do respectivo juízo”.

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15.12.17
ED. 5767

Bússola natalina

Ao que tudo indica, uma mensagem de otimismo do mercado em relação às vendas de Natal: no último mês, as ações do Magazine Luiza e da ViaVarejo subiram, em média, 21%.

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15.12.17
ED. 5767

A escalada de Skaf

Pesquisa recém-chegada às mãos de Paulo Skaf estaria indicando um empate técnico entre ele e João Doria como segundo colocado na disputa pelo governo de São Paulo, com uma diferença de apenas dois pontos percentuais – Celso Russomanno segue na ponta. No mais recente Datafolha, Doria apareceu com uma pequena folga em relação a Skaf– 19% a 13%. O staff do presidente da Fiesp atribui a subida ao tour que ele tem feito por cidades do interior de São Paulo, aproveitando-se de eventos da entidade empresarial.

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15.12.17
ED. 5767

Segundo ato

A decisão da Camargo Corrêa em cindir sua construtora em duas deverá ter um segundo tempo, leia-se a busca de um sócio para a Camargo Corrêa Infra, a “subsidiária do bem” – a do “mal” é a antiga Construções e Comércio Camargo Corrêa, na qual o grupo pendurou todos os pecados do passado.

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15.12.17
ED. 5767

Itamar

Em conversa com um amigo muito próximo, o presidente Michel Temer fez uma curiosa “confissão”: disse que não seria “má ideia” ocupar uma Embaixada na Europa caso não esteja no Palácio do Planalto em 2019.

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15.12.17
ED. 5767

Desembarque em SP

A Eleva – a escola para superdotados (no QI e no bolso) criada por Jorge Paulo Lemann – deverá desembarcar em São Paulo em 2018.

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15.12.17
ED. 5767

Frentão da ficha limpa

Entidades como Associação Comercial de São Paulo, Fecomércio-SP, Ethos e ETCO, entre outras, estão articulando uma frente com o objetivo de bater bumbo durante a campanha eleitoral, notadamente contra candidatos citados na Lava Jato.

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