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Planos
13.12.17
ED. 5765

Propaganda da ameaça divide Palácio do Planalto e aliados

A corrida pela aprovação da reforma da Previdência está cindindo o Palácio do Planalto e parte dos líderes da base aliada. O principal ponto de fissura é a dosimetria das ameaças caso o projeto não passe na Câmara. O núcleo duro do governo, constituído pelos ministros Moreira Franco, Eliseu Padilha e Henrique Meirelles, partiu para uma estratégia de amedrontar tanto a opinião publica quanto os parlamentares recalcitrantes, anunciando os suplícios do inferno de Dante.

O ministro da Fazenda, por exemplo, declarou que vai cortar salários e benefícios de pessoas aposentadas. Por sua vez, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, ventríloquo de Moreira Franco em questões políticas, afirmou que cada cidadão perderá R$ 4,5 mil de renda em três anos se a reforma não for aprovada. Do lado da base aliada, há restrições ao tom crescente da propaganda das retaliações. O próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia, acha que a estratégia pode ser uma faca de dois gumes. Por um lado, obriga o governo a cumprir em ano eleitoral as barbaridades que está prometendo; por outro, afasta parlamentares pró-reforma que não querem ser associados ao elenco de malefícios programados.

Há, inclusive, um componente de farsa em todo o discurso, na medida em que a reforma pode não ser aprovada, o governo pode não castigar a sociedade e o ônus das mudanças estruturais pode simplesmente ser repassado para o próximo presidente, que deterá condições políticas mais propícias para tomar as inevitáveis medidas. O maior divisor de águas entre os grupos reformistas é a inclusão da mudança da política do salário mínimo no rol das ameaças. O tempo para que isso aconteça não acaba no próximo dia 18, pois o governo já trabalha com a hipótese de votação em fevereiro.

E o que diz Michel Temer disso tudo? O presidente parece concordar com os mais moderados e seguir as recomendações do seu marqueteiro, Elcinho Mouco, favorável à adoção de uma campanha de publicidade mais intensa, porém menos carregada de promessas punitivas. Contudo, a despeito do que pensa Temer, o medo já ganhou as ruas. Para o bem ou para mal.

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13.12.17
ED. 5765

Ciro no páreo

O Credit Suisse, em seu Cenário 2018, chama a atenção para um resultado das pesquisas pouco explorado: nas simulações do segundo turno, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes estão empatados tecnicamente. Tudo bem que uma final de campeonato difícil. Mas o “Cirão” está mais vivo do que os coveiros pensam.

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13.12.17
ED. 5765

Ranking

O RR fez uma ligeira enquete sobre o executivo empresarial que galgou mais prestígio no mercado em 2017. Deu o presidente da Vale, Fabio Schvartsman, disparado na ponta do ranking.

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13.12.17
ED. 5765

O Brasil ainda está barato

A Blackstone parece viver um idílio com o Brasil. A gestora norte-americana, que ofereceu R$ 6 bilhões pelos gasodutos da Petrobras no Nordeste, já teria iniciado a captação de um novo fundo para investimentos no país.

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13.12.17
ED. 5765

O retorno do “flamboyant”

O empresário Marcio Rocha Mello, que partiu para Miami avisando a todos “não queria mais ver o Brasil pela frente”, almoçava ontem no restaurante Margutta, no Centro do Rio, quicando e falando alto na mesa, alegre como se não houvesse amanhã. Mello, que é apelidado de “flamboyant” por este estilo flamejante, foi responsável por levar a antiga empresa de petróleo HRT a seus piores momentos financeiros. Comentário de um frequentador costumeiro das mesas do Margutta: “É a volta dos que não foram”.

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13.12.17
ED. 5765

A hora é agora

A direção do Banco do Brasil avalia uma nova emissão de títulos no exterior. Os ventos sopram a favor das instituições bancárias brasileiras. Nas últimas semanas, Itaú e BTG captaram, respectivamente, US$ 1,25 bilhão e US$ 500 milhões. O próprio BB emitiu em outubro cerca de US$ 1 bilhão em bônus. Foi pouco vis-à-vis à demanda de investidores por papéis, que passou de US$ 5,5 bilhões. Procurado, o banco informou que “analisa regularmente oportunidades de captação em mercado”.

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13.12.17
ED. 5765

A “grampoteca” de J. Hawilla

A conta é de uma fonte bem próxima ao empresário J. Hawilla, delator dos cartolas brasileiros. Os assuntos tratados nas conversas telefônicas já vazadas na mídia sugerem que Hawilla passou mais de um ano gravando parceiros de negócio e arrancando involuntárias confissões de pagamento de propinas.

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13.12.17
ED. 5765

Falta de energético

O governo quebra a cabeça para montar os blocos de concessões aeroportuárias que serão licitadas em 2018. Na avaliação da Secretaria do PPI e do Ministério dos Transportes, dos 13 terminais, apenas dois têm punch para serem ofertados individualmente: Maceió e, sobretudo, Recife. Entre os demais, sobram peças de difícil encaixe pela reduzida atratividade. O caso mais complicado é o do aeroporto de Macaé, que afundou junto com a Lava Jato e a queda das cotações do petróleo. Desde o ano passado, não há voos regulares no local. Nas simulações do governo, o terminal pode ser licitado junto com o aeroporto de Vitória ou em um pacote ainda maior, que envolveria um terminal de menor porte do Nordeste, como Juazeiro do Norte ou mesmo Aracaju. Seria uma vitamina aero-regional.

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13.12.17
ED. 5765

Gás chinês

A chinesa Beijing Gas é vista nos corredores do BNDES como forte candidata aos leilões da pernambucana Copergás e da sul-mato-grossense MS Gás – o processo de privatização de ambas é coordenado pelo banco.

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13.12.17
ED. 5765

À margem do problema

O presidente do Senado, Eunício de Oliveira, está à vontade em relação à reforma da Previdência. Nos bastidores do Congresso, quando perguntado sobre o assunto, diz que o projeto só chegará à sua “jurisdição” entre abril e maio do ano que vem. “Se chegar…”, costuma completar.

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13.12.17
ED. 5765

Grand finale

Paulo Hartung teria ressuscitado a ideia de privatizar o Banestes. Seria o grand finale do seu governo.

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13.12.17
ED. 5765

Blindagem

Entre déficits atuariais e investidas da Operação Greenfield, a Previ exibe um número alentador: a taxa de vacância da sua carteira imobiliária está em torno de 14%, metade da média do mercado. Na área de empreendimentos logísticos, notadamente centros de distribuição, a crise passou longe: todos os imóveis com participação da Previ estão ocupados.

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13.12.17
ED. 5765

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Carabao e Blackstone.

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