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Planos
05.12.17
ED. 5759

O novo alvo dos chineses

A chinesa Concord Medical, uma das maiores redes de diagnóstico por imagem da Ásia, ensaia sua entrada no Brasil. O desembarque se daria de mãos dadas com o Carlyle, que já tem negócios em saúde no país – é sócio da Rede D ́Or. Vale ressaltar que a gestora norte-americana tinha uma participação no capital da Concord até o ano passado.

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O espírito natalino invadiu a Lava Jato. Além de Marcelo Odebrecht, que deixará o regime fechado no dia 19, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró poderá sair de casa nos dias úteis a partir de 26 de dezembro.

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As conterrâneas Adani Transmission e Power Grid Corporation of India estão costurando um consórcio peso-pesado para o leilão de transmissão Energia indiana da Aneel do próximo dia 15.

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05.12.17
ED. 5759

Depende da Petrobras

Paulo Hartung está decidido a privatizar a distribuição de gás no Espírito Santo no primeiro semestre de 2018. O senão é a pendenga com a Petrobras. O governo capixaba tenta romper o contrato de concessão com a estatal.

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05.12.17
ED. 5759

Avançar rumo a 2018

Na esteira do Programa “Agora, é Avançar”, Michel Temer vai fechar o ano com uma intensa agenda de eventos públicos. Nos próximos dias, o presidente irá ao Rio para inaugurar obras do VLT. Até o Natal estão previstas também viagens ao Rio Grande do Norte, Maranhão e ao Norte do estado do Rio para a entrega de uma nova fornada de imóveis do Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Ainda não está definido se Henrique Meirelles o acompanhará, a exemplo do que fez recentemente em inaugurações do MCMV em São Paulo, ou se o protagonismo será todinho de Temer.

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05.12.17
ED. 5759

Benchmarking às avessas

A abertura de capital da Restoque tem servido de sinal alerta para empresas de porte similar que estão na fila do IPO, como Ri Happy, Banco Inter e Tivit. Desde 30 de novembro, quando a holding da área de moda concluiu sua oferta de ações, o papel já caiu quase 20%. Antes disso, a dona das marcas Dudalina, Le Lis Blanc, entre outras, teve sucessivas amostras do baixo apetite do mercado. Inicialmente, a Restoque esperava captar R$ 800 milhões. No fim, ofertou apenas R$ 200 milhões, sendo que o total de ações subscritas parou nos R$ 148 milhões.

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05.12.17
ED. 5759

Triste corrida

Emerson Fittipaldi está levando mais uma fechada de seus credores. O Banco ABC Brasil teria solicitado à Justiça o leilão de um novo lote de bens do ex-piloto, incluindo dois dos itens mais preciosos do seu patrimônio: um Copersucar original da temporada da F-1 de 1977 e o Penske com o qual Fittipaldi conquistou o campeonato de F-Indy em 1989. Certamente, vai doer mais no ex-piloto do que a perda da fazenda de 410 hectares em Araraquara, no valor de R$ 10 milhões, leiloada pela Justiça no fim de novembro.

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05.12.17
ED. 5759

Pingo nos is

Citado na edição de ontem, Andrea Calabi entrou em contato com o Relatório Reservado para esclarecer que desconhece qualquer acusação sobre seu envolvimento em empréstimos irregulares. O RR apurou a informação com uma fonte do próprio MPF, além da notícia já ter sido publicada na imprensa. Mas preferimos ficar com a palavra de Andrea Calabi, cuja trajetória profissional é merecedora de nossa admiração.

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05.12.17
ED. 5759

A pós-farsa do pré-candidato Luciano Huck

A declaração do ex-pré-candidato Luciano Huck de que “nunca será político” é uma fraude pré-eleitoral de um pré -projeto de governante minúsculo. O prefixo “pré” cabe como uma luva em qualquer consideração sobre Huck. É uma lorota desenxabida que ele não cogitou a disputa para a Presidência. Ou pré-cogitou, como parece mais pertinente em relação ao pré-preclaro homem público.

O que havia seriam apenas cantos de sereia, inclusive miando dentro dele mesmo. Huck fez voos peripatéticos em torno dos tucanos íntimos Aécio Neves, Armínio Fraga e seu padrasto, Andrea Calabi. Queria beber na fonte dos filósofos de bico longo. Nessa fase, o intrépido pré–pré-candidato dizia que “é hora da minha geração ocupar os espaços de poder”. E nem sequer de longe pré-negava de que era postulante a mandatário da República. Quem cala de propósito mais do que consente.

A verdade é que o entorno político do apresentador pré-pré-governante foi se turvando. Não apenas o político, mas também o afetivo, só para citar Eike Batista, Alexandre Accioly e o próprio Andrea Calabi. Talvez o maior responsável pelo recuo de cócoras tenha sido Aécio, que apoiou o pupilo na primeira hora.

A situação criminal do senador mineiro foi ficando tão ruim que ele se tornou um antiexemplo dos dividendos da política. Impossível recomendar o mano Huck a assumir o seu pré-sonho se ele, o mentor, oscilava entre a liberdade pré-incorrupta e o cárcere. Talvez o desconforto do patrão com a candidatura tenha soado mais alto. Macular tão cedo o Tintim da Rede Globo, campeão da caridade na tela de TV, não renderia resultados para ninguém.

A pós-farsa do pré-candidato Luciano Huck Macular? Pois bem, basta procurar as fotos de Huck e sua quadrilha de amigos no Google, no Instagram, no Facebook. Talvez somente em companhia da ex-pré-primeira-dama ele tenha tido mais fotos publicadas do que com a turma da pesada. Melhor esquentar o Caldeirão e aguardar que a memória coletiva se esmaeça. Por hora Huck é pré-candidato a transformar uma dimensão política pífia em um edifício de integridade pública. Que fique na TV.

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05.12.17
ED. 5759

O alto preço de um presidente da República

O financiamento eleitoral em 2018, notadamente na disputa à Presidência da República, é, desde já, motivo de preocupação multi-partidária. O custo para se chegar ao Palácio do Planalto promete ser o mais alto da história, com um agravante: será a primeira eleição para presidente sem doação de pessoas jurídicas – para não falar do esperado grau de vigilância da Justiça sobre o vai e vem do dinheiro. Segundo o RR apurou, PT e PSDB, os dois partidos hegemônicos nas últimas seis eleições presidenciais, já projetam gastos de mais de R$ 400 milhões cada um. Para efeito de comparação, trata-se de uma cifra 25% superior às despesas da campanha de Dilma Rousseff declaradas ao TSE em 2014 – R$ 318 milhões. O aumento se deve, em grande parte, ao crescente e estratégico uso das redes sociais. O ambiente digital promete ser uma explosiva trincheira de batalha, seja pelo seu alcance e poder de influência, seja por se tratar de um território propício para o trabalho de desconstrução de adversários. De acordo com informações filtradas do PT, os marqueteiros do partido estimam que o desembolso apenas para impulsionar a campanha presidencial no Facebook será da ordem de R$ 20 milhões. Este, ressalte-se, pode ser considerado o “custo Lula”. Alavancar um candidato com menos recall – caso de qualquer outro nome – custará ainda mais.

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05.12.17
ED. 5759

Lula lá e acolá

Um badalado cientista político distribuiu, ontem, a seus clientes uma exegese da última pesquisa Datafolha. Alguns dos dados foram pouco ou nada comentados. Desde março de 2016, quando atingiu seu maior patamar (57%), o índice de rejeição a Lula vem caindo seguidamente. Hoje é de 39%. Paralelamente, o potencial de influência do apoio do ex-presidente a outro candidato sobe a ladeira. Cerca de 50% dos entrevistados admitiram a possibilidade de votar em um nome indicado por Lula. Em setembro, esse índice estava em 43%. Com o vento da preferência eleitoral soprando vigorosamente a favor do ex-presidente, somente uma mudança de rota imposta pelo Judiciário impede Lula lá.

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05.12.17
ED. 5759

Demissões na UTC

Desde julho, a UTC Engenharia teria demitido mais de três mil trabalhadores somente em Macaé, no Norte do Rio. A companhia, inclusive, teria planos de vender a sua base de operações na cidade fluminense. A unidade se tornou praticamente um elefante-branco depois que a Petrobras negou-se a firmar aditivos contratuais com a UTC, reteve pagamentos e incluiu a empresa no seu índex. Devastada pela Lava jato, a empreiteira do delator Ricardo Pessoa entrou em recuperação judicial, com uma dívida de R$ 3,5 bilhões.

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05.12.17
ED. 5759

Gás carbônico

O novo presidente da Volkswagen no Brasil, Pablo Di Si, já assume o cargo com múltiplas pressões. Ele terá não só a missão de recolocar a montadora no topo do mercado nacional – hoje está atrás de GM e Fiat –, mas também de melhorar sua posição no confronto direto com as demais subsidiárias do próprio grupo alemão. Na gestão de seu antecessor, David Powels, o Brasil caiu do quinto para o sétimo lugar no faturamento global da Volkswagen. Aliás, a era Powels foi inesquecível. Durante sua administração, estourou a denúncia de que a montadora havia fraudado testes feitos no Brasil para medir o nível de emissão de poluentes da picape Amarok.

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05.12.17
ED. 5759

Cofco de olho na Ferrogrão

A chinesa Cofco, uma das maiores produtoras de grãos do mundo, estuda se juntar à tropa de tradings do setor agrícola candidatas à privatização da Ferrogrão. Entre as integrantes do comboio destacam-se ADM, Louis Dreyfus e Cargill, que, por sinal, ontem mesmo voltou a reforçar publicamente seu interesse no projeto.

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05.12.17
ED. 5759

Construção

A Gafisa corre para fechar nesta semana um acordo com seus credores para o alongamento de dívidas que vencem em 2018 e 2019. A negociação é vista como condição sine qua nom para o aumento de capital da incorporadora, que será votado em Assembleia Geral de Acionistas na próxima segunda-feira.

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Já são 18 acordos de delação premiada, no âmbito da Lava Jato e da Calicute, que estão sobre a mesa da Procuradora-Geral Raquel Dodge à espera do seu imprimatur. Ou não.

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05.12.17
ED. 5759

Cadeira vazia

Pessoas próximas a Dilma Rousseff, a começar pelo próprio presidente do PT-RS, o deputado Pepe Vargas, ainda tentam convencê-la a disputar uma cadeira no Senado em 2018. Dilma reluta. Para todos os efeitos, uma da vagas do partido ainda está em aberto – a primeira será de Paulo Paim, candidato à reeleição.

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05.12.17
ED. 5759

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Gafisa e UTC Engenharia.

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