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Planos
30.11.17
ED. 5756

Risco de caducidade sobrevoa o Aeroporto de Viracopos

O tempo fechou sobre o aeroporto de Viracopos. Segundo o RR apurou, a hipótese de caducidade e relicitação da concessão vem ganhando altitude na Casa Civil e no Ministério dos Transportes por conta de arestas pontiagudas nas tratativas entre o governo e os acionistas privados do terminal. O pano de fundo são as negociações mantidas pela UTC Engenharia para vender sua participação de 45% na Aeroportos Brasil, por sua vez controladora da concessionária. O governo tem adotado uma postura rígida, desde já colocando uma série de condições para aprovar a operação.

A principal exigência é que o novo acionista e a Triunfo Participações, dona de outros 45% da holding, se comprometam a fazer um aporte de capital na concessionária. No caso da Triunfo, trata-se de algo pouco provável diante da delicada situação financeira da companhia – às voltas com uma recuperação extrajudicial e uma dívida em torno de R$ 2,5 bilhões. Setores do governo, a começar pela própria Pasta do Transporte, sempre mantiveram um pé atrás em relação à retomada da concessão, sobretudo pelo fato de que dificilmente haverá tempo para relicitar a licença em 2018.

No entanto, o impasse nas negociações e a fragilidade financeira da UTC e da Triunfo – ambas despedaçadas pela Lava Jato – criam uma zona cinzenta que pode levar à solução mais radical. Outro ponto de divergência diz respeito ao próprio contrato de concessão. O governo já sinalizou que é contrário a um novo reequilíbrio econômico do acordo, conforme pleito da Aeroportos Brasil. A concessionária alega que o ajuste aprovado pela Anac no fim de 2016 foi parcial e, portanto, não compensou a queda de receita e o descompasso com as projeções de faturamento que balizaram a privatização. Enquanto isso, as dívidas com o poder concedente aumentam. Em julho, a Triunfo não quitou a quinta parcela da outorga, de R$ 169 milhões, o que levou a Anac a acionar a seguradora para receber o valor. No ano passado, a UTC também deixou de honrar o pagamento da contribuição fixa.

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30.11.17
ED. 5756

Segunda ordem

Na OAB, o senso comum é que o STF empurrará para 2018 o julgamento da ação que trata da prisão ou não de condenados em segunda instância. Em agosto, o ministro Marco Aurélio Mello garantiu que levaria o caso a plenário ainda neste ano, mas até agora a questão está parada no Supremo. A ação impetrada pela própria OAB pede a suspensão da execução antecipada da pena após condenação em segunda instância. Por motivos notórios, esta é uma questão que pode vir a fazer toda a diferença nas eleições de 2018.

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30.11.17
ED. 5756

Comércio eletrônico

A Rakuten – gigante japonesa do e-commerce que fatura mais de US$ 8 bilhões por ano – está se movimentando para comprar ativos no Brasil. O alvo principal, segundo o RR apurou, seria a Dafiti, varejista de moda online controlada pela sueca Kinnevik e pela alemã Rocket Internet.

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30.11.17
ED. 5756

Reserva

A Eleva teria mais de R$ 600 milhões em caixa reservados para aquisições na área de educação. Fora o “Fort Knox” de Jorge Paulo Lemann e do acionista minoritário, a norte-americana Warburg Pincus.

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30.11.17
ED. 5756

Privatização nos trilhos

A Casa Civil está formatando um plano para a privatização da velha CBTU – a Companhia Brasileira de Trens Urbanos -, que opera os metrôs de Belo Horizonte e de Recife e o sistema ferroviário de João Pessoa, Natal e Fortaleza.

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30.11.17
ED. 5756

BR Malls e Aliansce são peças de difícil encaixe

As tratativas para uma associação entre a BR Malls e a Aliansce têm esbarrado na dificuldade de definir as  participações que caberiam a cada um dos atuais acionistas das duas empresas na nova holding de shopping centers. A lógica indica que o Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), sócio de ambas e principal artífice da operação, terá a maior fatia do capital. A partir daí, a questão é como acomodar as gestoras de recursos que dividem o manche na BR Malls, notadamente a norte-americana BlackRock e a Dynamo, e o empresário Renato Rique – fundador e segundo maior acionista da Aliansce. Do lado desta última, há ainda o GIC, fundo soberano de Cingapura, e a norte-americana Jaguar Real Estate Partners, que, juntos detêm quase 16% da administradora de shopping centers. Todos puxam a corda para o seu lado, na tentativa de manter sua participação proporcional e não perder espaço no Conselho de Administração da nova empresa.

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30.11.17
ED. 5756

De volta à estaca zero

A Galvão Engenharia reabriu tratativas com o Ministério da Transparência para fechar um acordo de leniência. É mais uma guinada no ziguezague de negociações entre a empreiteira e os órgãos de controle da União. Em março, a Galvão suspendeu as conversações com a própria Pasta da Transparência para negociar sua leniência diretamente com o Ministério Público Federal. Na paralela, chegou a manter tratativas com a AGU, que não avançaram.

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30.11.17
ED. 5756

Reviravolta na Caixa

A diretoria da Caixa Econômica pretende sacramentar em até 90 dias a renovação da parceria com a CNP Assurances. Pelo novo acordo, a Caixa Seguradora, controlada pelo grupo francês, estenderá até 2041 a exclusividade no uso do balcão da CEF. Na edição de 17 de agosto, o RR antecipou a retomada das negociações entre a Caixa e a CNP após sérias divergências, que, inclusive, quase levaram à ruptura do contrato em vigor.

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30.11.17
ED. 5756

Dupla ameaça

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, foi escalado pelo PSB para convencer Ana Arraes a se filiar ao partido caso deixe o TCU para concorrer ao Senado. A mãe de Eduardo Campos flerta com o Podemos. O temor é que sua filiação ao partido cause um racha no PSB de Pernambuco e também na família Campos, que são praticamente uma coisa só.

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30.11.17
ED. 5756

Carne fraca

A prisão de Jorge Picciani e de seu filho, Felipe Picciani, abateu um dos eventos agropecuários mais aguardados deste fim de ano. O Grupo Monte Verde, da família Picciani, cancelou o leilão de 170 cabeças de gado de elite que estava marcado para 2 e 3 de dezembro.

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30.11.17
ED. 5756

Garimpando projetos

O fundo Khosla Ventures, do bilionário indiano Vinod Khosla, está garimpando projetos na área de saúde digital no Brasil.

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30.11.17
ED. 5756

“Luciano Huck do B”

O empresário e apresentador de TV Carlos Massa, codinome Ratinho, tem sido cortejado pelo DEM e pelo Patriotas para concorrer ao Senado.

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30.11.17
ED. 5756

Cabo eleitoral

Após um período de suspense, Paulo Maluf bateu o martelo: vai disputar a reeleição para a Câmara dos Deputados. Maluf tem dito a amigos que sua principal missão em 2018 é ajudar a eleger Geraldo Alckmin para a Presidência da República.

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30.11.17
ED. 5756

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: UTC, Triunfo, Rakuten, Dafiti, Aliansce, BR Malls e Galvão.

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