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Planos
28.11.17
ED. 5754

Acusações de fraude opõem novos e antigos donos da Itapemirim

O empresário Camilo Cola parece fadado a deixar como obra um emaranhado de disputas judiciais e compromissos financeiros não honrados. Os herdeiros de Cola e os empresários paulistas Sidnei Piva de Jesus e Camila Valdivia, que compraram a Viação Itapemirim, se digladiam na Justiça, empurrando de um lado para o outro a responsabilidade por parte das dívidas da companhia. Sidnei e Camila apontam que os antigos controladores teriam fraudado documentos e lançado no balanço da empresa passivos de outros negócios da família.

Segundo o RR apurou, as supostas irregularidades envolveriam a transferência de dívidas trabalhistas e cobranças de fornecedores. O tiroteio põe em risco a recuperação judicial da Itapemirim. Há uma pergunta fulcral que a Justiça terá de responder: na porta de quem os credores devem bater? No total, o passivo supera R$ 1,3 bilhão. Os atuais e ex controladores da Itapemirim trocam chumbo na Justiça praticamente desde o dia seguinte à venda da companhia.

Os filhos de Camilo Cola acusam Sidnei Piva e Camila Valdivia de não terem quitado o valor total referente à aquisição da empresa. Desde o início do ano, tentam anular o negócio. Tiro de um lado, tiro do outro. Do front oposto espocam acusações de que os herdeiros de Camilo Cola estariam tentando usar a Justiça para tomar a Itapemirim e assumir seus ativos à margem do patriarca.

Procurados, os atuais controladores da empresa e a família Cola não se pronunciaram até o fechamento desta edição. Em meio à guerra, o processo de recuperação judicial caminha de forma lenta. Há cerca de dez dias, o juiz Marcos Horacio Miranda, da 13a Vara Cível Empresarial de Recuperação Judicial de Vitória, determinou a troca do administrador judicial. A lista de credores já foi publicada há quase seis meses e nem sinal de uma data para a assembleia geral.

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28.11.17
ED. 5754

São Paulo avança na produção de petróleo

O governo de Geraldo Alckmin vai anunciar com alguma pompa nos próximos dias que São Paulo superou o Espírito Santo no segundo lugar do ranking nacional da produção de petróleo e gás – à frente, sempre, o Rio de Janeiro. Segundo dados que deverão ser oficialmente divulgados ainda nesta semana, a produção local chegou aos 450 mil barris de óleo equivalente por dia. No acumulado entre janeiro e novembro, a arrecadação da Fazenda paulista com royalties do petróleo somou R$ 1,3 bilhão – no ano passado inteiro, a derrama foi de R$ 710 milhões. A ultrapassagem sobre o Espírito Santo foi no photochart (uma diferença de dez mil barris/dia). Mas, a persistir, já é munição para os marqueteiros de Geraldo Alckmin.

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28.11.17
ED. 5754

Uma no cravo…

A CSN está “empobrecendo” Benjamin Steinbruch. Desde  janeiro, a companhia já perdeu um quarto do valor de mercado. Menos mal que a Usiminas, da qual Benjamin também é acionista, acumula alta de 125% no ano.

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28.11.17
ED. 5754

Figura carimbada

Hoje, um dos principais interlocutores políticos de Geraldo Alckmin fora do PSDB é o senador Ciro Nogueira, do PP, uma das figurinhas carimbadas do escrete da Lava Jato.

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28.11.17
ED. 5754

O Plano B do Carlyle

O IPO da Ri Happy é uma boa notícia dentro de uma má notícia. Por quase um ano, o Carlyle tentou vender parte do capital da rede de lojas de brinquedos. Nenhum candidato chegou ao valor pedido pelos norte-americanos. “Restou” o caminho da bolsa.

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28.11.17
ED. 5754

Kepler Weber entra no radar dos chineses

A fila andou e a chinesa Zeng Chang surge no caminho da Kepler Weber. Segundo o RR apurou, dentro da própria Previ e do Banco do Brasil, acionistas da fabricante de silos, o grupo asiático é apontado como forte candidato à compra da companhia. A bola está quicando à sua frente depois que a norte-americana AGCO supreendentemente desistiu de adquirir as participações do fundo de pensão e do Banco do Brasil – Banco de Investimentos (BBBI) na Kepler Weber – a operação já havia sido, inclusive, aprovada pelo Cade. Uma das grandes indústrias de equipamentos de armazenagem da China, a Zeng Chang já tem uma fábrica em Curitiba, na qual investiu pouco mais de R$ 100 milhões. A compra da Kepler Weber daria outra dimensão à operação dos asiáticos, que passariam a ter massa crítica para atender a toda a América do Sul.

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28.11.17
ED. 5754

Expansão em dose dupla

A prioridade do Magazine Luiza é e-commerce, e-commerce e e-commerce. Ainda assim, a empresa não tem deixado a operação física a seco. Segundo o RR apurou, no plano estratégico de 2018, estaria prevista a abertura de 70 lojas. A se confirmar, seriam dez inaugurações a mais do que o total programado para este ano. Procurado, o Magazine Luiza disse “não confirmar a informação”.

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28.11.17
ED. 5754

Obra sem data para terminar

Entre os credores da PDG, o senso comum é que a assembleia re-marcada para a próxima quinta-feira, com o objetivo de votar o plano de recuperação judicial, tem grande probabilidade de ser adiada mais uma vez.

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28.11.17
ED. 5754

Aliança com prazo de validade

O vice-governador de São Paulo, Marcio França (PSB), começa a esboçar o seu secretariado a partir de abril, quando deverá assumir a cadeira de Geraldo Alckmin. Quer ter ao lado nomes 100% comprometidos com a sua virtual candidatura ao governo. Segundo pessoas próximas ao vice, isso exclui, desde já, os secretários de Governo e da Casa Civil, respectivamente Saulo de Castro e Samuel Moreira. Apesar da longa aliança com Alckmin, França está disposto a partir em voo solo e concorrer contra os tucanos, seja quem for o candidato.

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28.11.17
ED. 5754

Barrado pelo síndico

Moreira Franco – chamado no Planalto de “síndico” – é o principal oponente à nomeação do deputado Carlos Marun para o lugar de Antonio Imbassahy na Secretaria de Governo.

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28.11.17
ED. 5754

Liquidez

Os acionistas da Aegea – Equipav, o fundo GIC, de Cingapura, e o IFC e a GIF, ligadas ao Banco Mundial – discutem a possibilidade de um aumento de capital para financiar aquisições na área de saneamento. Miram, sobretudo, na possível privatização da Cedae e na venda de parte da holding controladora da Sabesp. A Aegea confirma a “disposição dos acionistas em suportar eventuais expansões”.

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28.11.17
ED. 5754

Agora ou em abril?

Ligada ao PSDB, a secretária-executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, é candidata a assumir a Pasta. Falta definir se Mendonça Filho deixa o cargo agora ou só na revoada de abril.

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28.11.17
ED. 5754

Dose dupla

A chinesa Cofco tem interesse nas duas usinas da indiana Shree Renuka no Brasil – Madhu e Revati -, ambas em São Paulo. O leilão desta última estava marcado para setembro, mas foi adiado pela Justiça.

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28.11.17
ED. 5754

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: PDG, Previ, Banco do Brasil e Zeng Chang.

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