Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
27.11.17
ED. 5753

Petros já enxerga a Paranapanema pelo retrovisor

A monolítica posição dos fundos de pensão na Paranapanema está se quebrando. A Petros prepara sua saída da companhia, na mão contrária de Previ e Petros. A diretoria da fundação avalia duas possibilidades para atravessar a porta de saída: um leilão da sua participação em bolsa ou a venda direta para um investidor.

Neste caso, um candidato mais do que natural seria a própria Glencore, que recentemente comprou 5% da Paranapanema. A decisão da Petros de deixar a deficitária holding mínero-metalúrgica, que perdeu mais de R$ 330 milhões em 2016, se deve, em grande parte, à pressão dos próprios participantes. Os funcionários e aposentados da Petrobras cansaram de pagar a conta dos prejuízos alheios – isso quando não há outras variáveis, vide a Sete Brasil.

A Petros está no meio de um processo de equacionamento do rombo atuarial de R$ 22 bilhões, que exigirá o aumento das contribuições dos beneficiários. A Petros já fez um primeiro movimento do seu “Bye, Bye Paranapanema”. Não participou do recente aumento de capital da companhia, ao contrário do que fizeram Previ e Funcef – donas ainda de 40% das ordinárias. Sua fatia caiu de 12% para 5%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

Uma luz ao longe para as pequenas centrais hidrelétricas

O Ministério de Minas e Energia e a Aneel discutem mudanças nas regras dos leilões de energia elétrica a partir de 2018 com o objetivo de estimular a participação das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). A principal alteração, segundo o RR apurou, deverá ser a retirada da obrigação de autorização prévia da agência reguladora para todas as PCHs, algo que já ocorre com as demais fontes, como grandes hidrelétricas, eólicas e térmicas. Trata-se de um pleito de grandes grupos do setor com investimento em pequenas centrais, como CPFL, EDP e Energisa, além das próprias estatais, casos de Cemig e Copel.

Desde já, a mobilização do governo pode ser precificada como uma reação ao provável fracasso da licitação marcada para 18 de dezembro. A expectativa no Ministério de Minas e Energia é que a maior parte das PCHs já autorizadas pela Aneel não vai participar do leilão. Herança do governo Dilma Rousseff e do seu tortuoso modelo para o setor elétrico, a regra em vigor tem gerado distorções nos leilões de energia, inclusive entre as próprias PCHs. As usinas precisam de licenciamento ambiental e autorização prévia da Aneel; porém, as geradoras com projetos licenciados pelos órgãos de meio ambiente e aprovados pela agência, mas ainda sem autorização de exploração, podem entrar no leilão.

A falta de isonomia criou duas castas de PCHs. Na concorrência de dezembro, por exemplo, os projetos de pequenas centrais já autorizados têm preço-teto fixado em R$ 211,81/ MWh. Para os empreendimentos sem autorização de exploração da Aneel, o limite será de R$ 281,00/MWh. A discrepância se deve à premissa de que os projetos ainda não autorizados têm uma taxa de risco maior e, portanto, uma melhor remuneração. O que o governo quer é acabar com esse samba do megawatt doido e uniformizar as regras para as PCHs.

 

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

Fosfato valioso

Deve ter uma mina de ouro debaixo da Unidade de Fertilizantes da Petrobras em Três Lagoas (MS). Segundo o RR
apurou, dez grupos estrangeiros já procuraram a estatal dispostos a assumir o negócio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

Assunto no BTG

A privatização da Eletrobras é assunto forte no BTG.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

Bônus, que bônus?

Desde o dia 9 de outubro, quando terminou o embargo para os executivos do Netshoes venderem as ações que receberam no IPO, despencou e caiu quase 50%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

Uma pedra no caminho da Braskem

O investidor Lírio Parisotto não está disposto a dar sossego à Petrobras e aos Odebrecht. Minoritária da Braskem, a Geração Futuro L. Par, de Parisotto, deverá contestar na Justiça a recompra da Cetrel pela Braskem. É provável que outros acionistas se unam à ação. No entendimento dos investidores, a aquisição configuraria gestão temerária. Na
Assembleia Geral Extraordinária de outubro, a Geração Futuro L. Par já havia votado contra a operação. Com o sinal verde da Petrobras, uma vez que a própria Odebrecht se absteve de votar, a Braskem readquiriu a empresa de soluções ambientais por R$ 610 milhões. A Cetrel estava pendurada na Odebrecht Ambiental, vendida para a Brookfield, que, por sua vez, não quis ficar com a controlada. Ou seja: no fim das contas, a Braskem resolveu um problema para o seu acionista controlador. Procurada, a empresa disse que “a Cetrel tem papel relevante na gestão dos processos ambientais das atividades do Polo Petroquímico de Camaçari”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

Roleta espanhola

O grupo Cirsa, dono de cassinos e bingos na Espanha, tem catituado parlamentares brasileiros de olho no projeto de lei que libera o jogo no país.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

O lento despertar da Dedini

A retomada dos investimentos no setor sucroalcooleiro tem representado uma lufada para a Dedini. Em recuperação judicial, a empresa deverá faturar neste ano cerca de R$ 300 milhões, 50% a mais do que em 2016. Trata-se, como se disse, apenas de uma lufada. Nada que lembre os tempos em que a Dedini era a maior fabricante de equipamentos para usinas álcool e açúcar da América Latina e faturava R$ 3 bilhões por ano.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

Meu apartamento, minha vida

Um exemplo prosaico da natureza política no Brasil. Quase todos os ministros de Michel Temer com mandato no Legislativo abriram mão do direito de morar nas mansões do Lago Sul reservadas ao primeiro escalão federal. Sinal de desprendimento ou zelo pelo gasto público? Não é o caso. Como a maioria vai deixar o Ministério em abril e reassumir seus mandatos, os parlamentares optaram por seguir em seus apartamentos funcionais do Congresso. Caso contrário, ao deixar o Ministério e retornar à Casa, teriam de entrar no fim da fila de espera por um imóvel, pegando as piores unidades. Os melhores apartamentos são disputados a tapa por deputados e senadores.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

“Agreste Park”

Investidores árabes estão fazendo um tour pelo Nordeste em busca de uma área para a construção de um parque temático e um complexo hoteleiro. O diacho é que tantos outros projetos semelhantes já bateram na trave.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

Tropa de advogados

Alexandre Accioly colocou uma tropa de advogados para arrumar uma forma de ir embora do Brasil. É mais complicado do que parece. Ele está citado na Lava Jato como atravessador de caixa 2.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

Amarelinha

Marco Polo Del Nero despachará quase toda a diretoria da CBF para o sorteio dos grupos da Copa do Mundo, no dia 1 de dezembro, em Moscou. Ele mesmo, no entanto, permanecerá no Brasil, longe do alcance do FBI e da Interpol. O
vexame maior está reservado para junho do ano que vem, quando provavelmente pela primeira vez na história o presidente da CBF não acompanhará a seleção numa Copa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Geração L. Par, Petros e Petrobras.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.