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Planos
21.11.17
ED. 5749

Leilão de concessão da Fiol descarrila nos corredores do TCU

O ministro Moreira Franco, condutor do Programa de Parcerias de Investimento (PPI), está vendo o leilão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) escorrer entre seus dedos. O governo já trabalha com a possibilidade de a licitação não sair em 2018, lançando algo como R$ 1 bilhão (valor de outorga estimado) na rubrica das receitas frustradas. O “entrave” é o Tribunal de Contas de União (TCU), que abriu processo para averiguar a viabilidade técnica e econômico-financeira do empreendimento. Segundo o RR apurou, a SeinfraPor – Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura Portuária e Ferroviária, do TCU – já teria levantado questionamentos ao projeto. O atraso nas obras, a implantação de apenas metade dos 1.022 km do traçado original, e a conclusão de somente 70% do trecho entre Ilhéus e Caetité, na Bahia, jogam por terra as projeções de retorno do empreendimento. Há também discrepânciasno cálculo do investimento necessário para o término da obra. A Valec menciona a cifra de aproximadamente R$ 1 bilhão. Estima-se, no entanto, que seja preciso o dobro desse valor. A tendência é que o relatório da área técnica do TCU, que será encaminhado ministro João Augusto Ribeiro Nardes, relator do processo (no 015.088/2017-0), exija ajustes nos estudos de viabilidade. Com isso, dificilmente o governo conseguiria levar a Fiol a leilão no próximo ano. A Fiol é um vertedouro dos cofres públicos. O orçamento original somente para o trecho na Bahia era de R$ 4 bilhões. Pois a obra está longe de ser concluída e a fatura já bateu nos R$ 6,5 bilhões. Segundo informações do próprio Tribunal de Contas, o empreendimento já foi alvo de outros cinco processos entre 2015 e 2017. Em 2013, o TCU chegou a determinar a suspensão das obras após constatar um rombo de R$ 2 bilhões.
Leilão de concessão da Fiol descarrila nos corredores do TCU.

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Por falar em irregularidades, desvio de recursos públicos e trilhos e dormentes superfaturados, o governo discute a extinção da Valec. A gestão da sua atual carteira de ferrovias passaria às mãos do próprio Ministério dos Transportes, a quem caberia a responsabilidade de privatizar todos os empreendimentos. Ao matar a Valec, o governo enterraria junto ao seu corpo um longo histórico de malfeitos, que culminou, inclusive, com a condenação de um ex-presidente da empresa – José Francisco das Neves, o “Juquinha” – por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Em contrapartida, seria um cabide a menos para pendurar os indicados dos partidos aliados.

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21.11.17
ED. 5749

Efeito manada

Na Petrobras, a expectativa é que mais de mil investidores vão aderir ao processo de arbitragem coletiva, cobrando uma indenização por perdas decorrentes de atos de corrupção. Segundo o RR apurou, nos cálculos da empresa, o valor da ação deverá passar dos R$ 30 bilhões após a adesão de Previ, Petros e Funcef. A estatal diz que “a legislação não respalda a iniciativa e se defenderá para garantir seus interesses e de seus acionistas.”

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21.11.17
ED. 5749

Lava Jato decola

A Lava Jato vai decolar de Viracopos. Além da UTC, a Triunfo também quer vender sua participação no aeroporto.

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21.11.17
ED. 5749

Legado olímpico

A Tishman Speyer já baixou em 40% o valor da locação do Aqwa Corporate, no Porto Maravilha, no Rio. Ainda assim, cerca de 70% do prédio seguem vazios. A empresa diz que as condições adversas do mercado “não estão restritas a um empreendimento ou região específica” e afirma que o “edifício repetirá o sucesso de outros projetos”.

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21.11.17
ED. 5749

Senador Justus

Roberto Justus, que chegou a lançar sua pré-pré-candidatura à Presidência, é assediado por PMDB e DEM para concorrer ao Senado.

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21.11.17
ED. 5749

Mais um round na Santos Brasil

Na área portuária de Santos nove entre dez protagonistas do setor esperam um novo pugilato entre Richard Klien e Daniel Dantas pelo controle da Santos Brasil. Dessa vez, Klien viria com a gigante suíça TIL a tiracolo. A Terminal Investment Limited Sárl firmou parceria com a MultiRio, terminal de contêineres carioca do grupo Multiterminais, controlado pela família Klien. A expectativa é que, com o reforço da TIL, o empresário faça uma oferta firme pela parte de Dantas, seu indesejável sócio na Santos Brasil. Os dois vivem uma relação de tapas e tapas e mais tapas, que, inclusive, já foi parar em uma corte de arbitragem.

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21.11.17
ED. 5749

Mudança de planos

O marqueteiro e delator Renato Pereira estava tão confiante em sair da Lava Jato com uma pena leve que já fazia planos para as eleições de 2018. Tinha a expectativa, por exemplo, de colaborar na campanha de Eduardo Braga ao governo do Amazonas – Pereira prestou consultoria à equipe de Braga na eleição suplementar no estado, em agosto deste ano. Agora, com a rejeição da sua delação no Supremo, o futuro do marqueteiro volta às mãos da PGR, Raquel Dodge.

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21.11.17
ED. 5749

GP Investimentos vai ou fica?

A grande expectativa em relação ao anunciado IPO da Centauro diz respeito à GP Investimentos, segundo maior acionista da empresa, com 35%. Circulam na rede varejista informações sobre a saída da gestora de recursos do negócio, que se daria após a oferta de ações. Atritos com o acionista controlador, o empresário Sebastião Bonfim Filho, seriam determinantes para a decisão. A relação se acicatou no ano passado, quando a GP fez pressão pela saída de Bomfim da gestão executiva e conseguiu emplacar o executivo Pedro Zemel no cargo de CEO.

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21.11.17
ED. 5749

O Dia D de Pimentel

Fernando Pimentel terá seu momento de Aécio Neves no próximo dia 29 de novembro, quando o STJ deverá julgar, em sessão extraordinária, se o futuro do governador está nas mãos do Judiciário ou do Legislativo. A Corte decidirá se o pedido de abertura de processo contra Pimentel terá de passar pela Assembleia mineira. Há três pedidos de ação penal contra o governador mineiro.

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21.11.17
ED. 5749

A “feira” de Alckmin

Vai ter laranja, abacaxi e outras frutas no programa de privatizações de Geraldo Alckmin. O projeto do governo de São Paulo de construir um centro de armazenamento e distribuição de produtos agrícolas no Rodoanel evoluiu para a instalação de pelo menos cinco terminais no estado. A ideia é licitar todos em um só pacote.

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21.11.17
ED. 5749

O avanço de Richa

O governador do Paraná, Beto Richa, está se articulando para sair da convenção do PSDB, no dia 9 de dezembro, como secretário geral do partido. Quer também integrar o núcleo duro da campanha presidencial.

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21.11.17
ED. 5749

Pelos corredores

Nos corredores da CBF, circula a informação de que, além de Ricardo Teixeira, o também ex-presidente da casa José Maria Marin reabriu negociações para uma acordo de delação com a Justiça norte-americana.

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21.11.17
ED. 5749

Coalhada

Há resistência no governo mineiro em financiar, por meio do BDMG, a venda da participação da Vigor na Itambé para a Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais (CCPR) – operação de R$ 600 milhões. O receio é que a ajuda seja politicamente explorada pela oposição.

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21.11.17
ED. 5749

A horta da Pepsico

A Pepsico quer “purificar” sua linha de bebidas no Brasil. A grande aposta é a venda de sucos a base de frutas orgânicas. Os norte-americanos  topam até se associar a produtores para garantir a matéria-prima. A estratégia pode resultar numa parceria entre a Pepsico e o sobrenome Diniz. Pedro Paulo, filho de Abilio, é um dos grandes produtores orgânicos do país.

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21.11.17
ED. 5749

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Pepsico, GP, Triunfo e Multiterminais (Richard Klien).

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