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Planos
20.11.17
ED. 5748

Exército aperta o cerco na divisa com Venezuela e Colômbia

Há uma mobilização do Comando Militar da Amazônia em torno do chamado Arco Norte, notadamente na divisa com a Venezuela e a Colômbia. O Exército tem intensificado as operações na região para combater o tráfico de armas e drogas, inclusive com a presença de oficiais das Forças Armadas norte-americanas. O serviço de Inteligência vem rastreando a movimentação de traficantes na região, que tentam se aproveitar da migração de cidadãos venezuelanos para infiltrar material bélico e, sobretudo, cocaína no Brasil.

Segundo o RR apurou, refugiados têm sido usados como “mulas” para o transporte de munição e drogas. De janeiro a setembro, cerca de oito mil venezuelanos se instalaram apenas em Boa Vista (RR). O desafio dos militares é rastrear e vedar uma região de fronteira repleta de porosidades – leia-se trilhas na selva, rios e, agora, pessoas e mais pessoas. Consultado pelo RR, o Exército informou que monitora a entrada dos refugiados e confirmou a participação de oficiais do Exército norte-americano em manobras na Amazônia. Disse, no entanto, que sua presença se restringe à condição de observadores em operações de caráter humanitário.

A situação é ainda mais preocupante devido ao desenfreado aumento da produção de cocaína na Colômbia. Em dois anos, a oferta mais do que duplicou. A área de plantio no país atingiu o maior nível desde o início da década de 1990, quando os Cartéis de Medelín e Cali foram desmantelados. Não por acaso uma das prioridades do Exército neste momento é a expansão do Sisfron – Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras.

Hoje, por conta de restrições orçamentárias sua operação está limitada a um projeto-piloto no Mato Grosso. Há uma vinculação direta entre a nova onda de violência nos presídios brasileiros e o aumento da oferta de cocaína colombiana. É crescente a disputa entre facções criminosas pelo “direito” de explorar novas rotas para o tráfico da droga. Um dos “trilhos” mais cobiçados corta os estados do Centro-Oeste e leva à Região Sul, e, dali, ao Uruguai e à Argentina.

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20.11.17
ED. 5748

Aposta na engorda

Ao revelar a possibilidade de a Caixa Econômica operar jogos de azar, o presidente do banco, Gilberto Occhi, não disse da missa a metade. O governo estuda suspender a venda da Lotex e criar uma holding federal da jogatina, pendurada na CEF. A empresa juntaria novos meios de apostas eletrônicas com as atuais loterias da Caixa. Só depois parte desse cassino seria ofertada a um “crupiê” do setor privado.

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20.11.17
ED. 5748

Cheiro de festim

O PSDB cheira a festim. Na última sexta-feira, no Planalto, Eliseu Padilha apostava que, mesmo em retirada, os tucanos seguirão votando em massa com o governo no Congresso. A conferir.

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20.11.17
ED. 5748

“Facemoney”

Os bancos brasileiros terão a concorrência de uma “fintech” de peso. O Facebook planeja lançar no país até junho de 2018 sua plataforma de pagamentos móveis. O serviço é utilizado nos Estados Unidos e chegou recentemente à Inglaterra.

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20.11.17
ED. 5748

Abuso de autoridade de quem mesmo?

Rodrigo Maia está botando pressão entre seus pares para acelerar a tramitação do projeto de lei sobre os crimes de abuso de autoridade, que ficou parado na Câmara por quase seis meses. A ideia é que a Comissão Especial criada em outubro para analisar a matéria encerre seus trabalhos ainda neste ano, o que permitiria a votação da proposta
no início do ano legislativo de 2018. Promessa de nova fricção entre o Legislativo e o Judiciário. Entidades como a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) se mobilizam desde já para evitar que o projeto seja uma forra dos deputados contra o Ministério Público e a Lava Jato.

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20.11.17
ED. 5748

Impasse na venda da Uniasselvi

O impasse em torno de uma dívida de aproximadamente R$ 400 milhões com a Kroton tem adiado a venda da Uniasselvi. O fundo de private equity norte-americano CVC já teria apresentado uma oferta para ficar com as participações do Carlyle e da Vinci Partners na rede de ensino, mas há arestas em relação à assunção do passivo e ao tempo de quitação. A fatura é uma herança da venda da Uniasselvi para o Carlyle e a Vinci. À época, a própria Kroton, então controladora da empresa, financiou parte da negociação.

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20.11.17
ED. 5748

Dízimo tributário

O novo pacote fiscal da Prefeitura de São Paulo virou mais um ponto de fricção intratucanato. O vereador Eduardo Tuma, que milita junto ao eleitorado evangélico, tem usado expressões nada cristãs para se referir a João Doria. Na hora H, o prefeito vetou a isenção de impostos para templos religiosos. Doria usou como argumento o fato de que a medida era inconstitucional. Pelo jeito, passou a ser de uma hora para outra. O prefeito havia garantido a Tuma que a isenção era líquida e certa.

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20.11.17
ED. 5748

Natura deixa mercado em alerta

A disparada das ações da Natura nos últimos dias – apenas no pregão de quinta-feira passada, o papel subiu mais de 10% – tem causado um frisson no mercado. Há uma expectativa de que a empresa anuncie em breve um plano para
acelerar a redução de seu passivo. O índice de alavancagem da companhia furou o teto com a compra da rede de lojas The Body Shop, uma operação avaliada em um bilhão de euros. Em setembro, a relação dívida líquida/Ebitda chegou a 3,5 vezes – um ano antes esse índice era de apenas 1,47. Em junho, o vice-presidente de Finanças da Natura, José RobertoLettieri, chegou a dizer que o nível de alavancagem só voltaria ao patamar anterior em quatro anos. A declaração causou náuseas entre os investidores: no dia, a ação da companhia caiu 11%.

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20.11.17
ED. 5748

Bom sinal

A família Mulliez, sobrenome importante do varejo francês e dona do grupo Adeo, está levando fé na recuperação da economia brasileira. Antes mesmo de inaugurar a primeira loja, em São Paulo, já faz planos de abrir mais duas unidades da rede de decoração Zôdio no país – uma delas no Rio de Janeiro. O investimento passa dos R$ 200 milhões. A Adeo controla também a Leroy Merlin.

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20.11.17
ED. 5748

Jogando a rede

A Adecoagro, de George Soros, jogou sua rede sobre usinas sucroalcooleiras em recuperação judicial. Em breve, deverá arrastar ao menos um peixe graúdo.

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20.11.17
ED. 5748

Odebrecht

O deputado Andrés Sanchez, mais uma vez candidato à presidência do Corinthians, aposta todas as fichas na volta ao clube e na popularidade do cargo para garantir sua reeleição à Câmara. O que mais tira o sono de Sanchez, amigo de Lula e “construtor” do Itaquerão, é perder a vaga no time do foro privilegiado.

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20.11.17
ED. 5748

Arrastão

Além da interlocução direta com Renata Campos, viúva de Eduardo Campos, para atrair o PSB, Geraldo Alckmin está garimpando o apoio do PV e do PHS a sua virtual candidatura presidencial.

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20.11.17
ED. 5748

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Facebook, Vinci, Carlyle, Zôdio e Natura.

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