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Planos

O espólio da Delta Engenharia, ao que parece, não resistiu à ausência de Fernando Cavendish e, sobretudo, de suas conhecidas práticas. A Allianza Infraestruturas do Brasil, que sucedeu a malfadada empreiteira após sua venda para a espanhola Essentium, enfrenta uma situação complicada. Segundo o RR apurou, a companhia vem padecendo com a falta de contratos de porte e as dívidas acumuladas.

O passivo estaria na casa dos R$ 400 milhões. A própria Essentium segurou as pontas por alguns meses, mas teria estancado os aportes na controlada. No escritório da companhia, o senso comum é que os espanhóis só não foram embora do país porque ainda têm a expectativa de desbloquear ao menos parte dos R$ 740 milhões em bens retidos por decisão judicial para cobrir passivos da Delta.

Para a Justiça, a Allianza e, portanto, a Essentium são sucessoras não só dos ativos e da carteira de contratos, mas também das dívidas da empreiteira. O RR fez várias tentativas de contato com a Allianza e a Essentium, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. E Fernando Cavendish? O velho amigo de Sergio Cabral não está nem aí. Disparou os débitos da Delta, deixou o rojão para a Essentium e hoje desfruta do que amealhou nos tempos em que era um dos donos dos canteiros de obras no Rio, sabe-se muito bem a que custo.

Está sempre na varanda de seu mega-apartamento no fim da Delfim Moreira, na Praia do Leblon, o metro quadrado mais caro do Brasil. Gosta de abrir garrafas de champanhe pelo método. O sujeito quebra a garrafa com uma espada sarracena na altura da rolha. Faz isso de modo que as pessoas na praia possam vê-lo se exibindo. Costuma também correr no calçadão acompanhado de personal trainer. É um dos homens mais felizes da cidade que ajudou a afundar.

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16.11.17
ED. 5746

Back to the game II

Mesmo que não volte à presidência ou mesmo ao Conselho do BTG, André Esteves não está resignado a ficar como dono de banco proscrito. Afinal, é o maior acionista da instituição, com 30% do capital. Entre as ações para a sua rentrée em cena, com o devido polimento de imagem, estuda-se no BTG a realização de um summit no ano que vem, no qual seriam discutidos cenários para 2019. O evento contaria com um elenco de conferencistas estrelados. Esteves reaparecia como participante da mesa, emoldurado por Prêmios Nobel e nomes do Olimpo do empresariado. Por ora, no entanto, o banqueiro não tem muito boas notícias: o lucro do BTG no terceiro trimestre caiu 30% em relação a igual período em 2016. Ao mesmo tempo, permanece a prudente expectativa sobre uma eventual delação premiada de Guido Mantega. André Esteves, como se sabe, era unha e carne com o ex-ministro da Fazenda.

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16.11.17
ED. 5746

Um pré-sal de dólares

A Statoil vai despejar mais de US$ 3 bilhões em Carcará, no pré-sal da Bacia de Campos. A dinheirama inclui tanto o bloco BM-S-8, do qual os noruegueses já eram acionistas, quanto a área norte do campo, arrematada recentemente
no 2° leilão de partilha da ANP.

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16.11.17
ED. 5746

Good idea

A Odebrecht pretende fazer apresentações ao mercado do seu sistema de compliance e políticas de integridade. Eis aí uma boa ideia a ser imitada pela ex-parceira Petrobras.

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16.11.17
ED. 5746

Ácido lisérgico

Paulo Guedes quer arrastar Luciano Huck para a seita da sociedade aberta. Segundo o economista é “uma cosmologia” que congrega princípios e vetores que fortalecem a democracia. Ou algo assim.

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16.11.17
ED. 5746

Nuvens espessas na rota da Embraer

Em depoimento ao juiz Marcelo Bretas, na semana passada, executivos da Embraer negaram o pagamento de propina para a venda de oito aviões Super Tucano à Força Aérea da República Dominicana. Não é o que diz o Ministério Público do país caribenho, que, segundo a mídia local, já encaminhou à Justiça provas de suborno a pelo menos dois altos oficiais da Aeronáutica. O caso mais rumoroso envolve o coronel reformado Carlos Piccini Núñez, a quem a fabricante de aeronaves teria repassado cerca de US$ 3,5 milhões. A pressão sobre a Embraer tende a aumentar até o dia 30 de novembro, quando dirigentes da empresa prestarão depoimento à Justiça da República Dominicana. Procurada, a empresa disse ter fechado acordos com as autoridades norte-americanas e brasileiras para encerrar as investigações. Em relação à apuração em curso na Justiça dominicana, não se pronunciou.

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16.11.17
ED. 5746

Vai ter Natal na Ricardo Eletro

Os executivos da Ricardo Eletro começam a respirar aliviados. Grandes fabricantes de eletrodomésticos e eletroeletrônicos, como Whirlpool e LG, estão normalizando o fornecimento de produtos para a rede varejista. A medida vem na esteira do acordo entre a empresa e seus credores, que assumirão o controle do negócio. Houve um momento em que os dirigentes da Ricardo Eletro temeram por um Natal de prateleiras quase vazias.

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16.11.17
ED. 5746

O aquecimento de Dilma

Fonte próxima a Dilma Rousseff disse ao RR que a disposição da ex-presidente em se candidatar ao Senado cresceu consideravelmente nas últimas semanas. A entrevista à TV alemã Deutsche Welle, em que Dilma falou sobre coligações para 2018, é um forte indício nessa direção.

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16.11.17
ED. 5746

Em busca de prumo

A Prumo estuda firmar joint venture com uma empresa de recursos humanos para administrar seu pessoal. O modelo é original. A companhia controladora do Porto do Açu detém uma participação no capital e paga com a reserva do seu mercado. Imagina-se que a Prumo demande bastante esses serviços, notadamente na área motivacional. Seus funcionários têm vivido em uma montanha russa, notadamente os egressos da era Eike Batista.

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16.11.17
ED. 5746

Saúde plena

O empresário Elie Horn, dono da Cyrela, está entrando na área de saúde com os batimentos acelerados. Além das negociações para a compra de um pacote de oito hospitais em parceria com Julio Bozano, vai investir também em startups voltadas ao setor. O que tiver no segmento de gestão hospitalar Horn promete fazer um arrastão.

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16.11.17
ED. 5746

Carnacrise 2018

Olha o Carnaval da crise aí, gente… Em média, as escolas de samba cariocas estão trabalhando para 2018 com um orçamento 30% inferior ao deste ano. E seria mais não fosse a grana da televisão.

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16.11.17
ED. 5746

Nem a penthouse escapa

Uma prova de que a crise do setor imobiliário não poupou sequer as castas mais altas. A incorporadora paulista Eztec, especializada em imóveis para a alta renda, só deverá fazer lançamentos no segundo trimestre de 2018. Neste ano, a empresa apresentou apenas um novo empreendimento.

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16.11.17
ED. 5746

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Statoil, BTG, Ricardo Eletro, Cyrela e Eztec.

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