Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
14.11.17
ED. 5745

BB Tecnologia é candidata a puxar o segundo time das privatizações

O governo discute a venda da BB Tecnologia e Serviços (BBTS), mais conhecida por seu nome de batismo: Cobra Computadores. A privatização da subsidiária do Banco do Brasil seria o pontapé inicial em um processo de alienação de estatais de médio porte, que formam uma espécie de segundo grupo da infraestrutura nacional, a exemplo da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O projeto está a cargo da Casa Civil.

Os estudos para a venda da BBTS ainda se encontram em fase de gestação, mas há um ponto pacífico no governo: qualquer que venha a ser o modelo, ele terá de contemplar a garantia de manutenção do contrato com a própria instituição financeira. O BB evitaria, assim, qualquer risco de continuidade na sua plataforma tecnológica; por sua vez, o futuro controlador da empresa teria assegurada a permanência de um cliente âncora, responsável por mais de 80% do faturamento da BBTS. Por um paradoxo, a dependência do BB seria um colchão que daria tempo ao novo dono da empresa de TI para pedalar o negócio, buscar clientes no mercado e justamente reduzir a dependência do banco estatal.

Procurado, o BB informou “que não há estudo no banco para a venda da BBTS.” Está feito o registro. Nos últimos anos, a negociação do braço de tecnologia do Banco do Brasil é um assunto que já foi e voltou no governo algumas vezes. A BBTS está longe de ser um primor em termos de resultado para o grupo. Nos últimos dois anos, deu um retorno médio de apenas 2% sobre o seu faturamento total (próximo de R$ 1 bilhão).

Além disso, desde os tempos da Cobra, a companhia de TI sempre foi terreno fértil para malfeitos. A BBTS não passou incólume à Lava Jato. A subsidiária do Banco do Brasil já foi citada em investigações sobre suposta fraude em licitações e desvio de recursos em contratos com empresas de TI, como a CTIS. Consultado sobre o tema, o BB disse que colabora “com qualquer investigação que envolva fatos relacionados às suas atividades.”

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.17
ED. 5745

Varig, Varig, Gávea…

Pouco mais de 10 anos após a venda da Varig para a Gol, a marca da mais tradicional companhia aérea do Brasil passou a provocar novo interesse. O Gávea tem assuntado a possibilidade de assumir o brand. O curioso é que a gestora de recursos está negociando a venda da sua participação na Azul, operação que teria alguma sinergia com a marca da Varig. Vai ver o Gávea é só intermediário. Com a iminência da abertura geral do mercado de aviação nacional, pode ser que algum player do setor tenha interesse em uma marca sempre viva na memória nacional.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.17
ED. 5745

Natal da roleta

Parlamentares de todos os matizes estão sendo “intimados” para o Black Casino, evento marcado para o dia 23 de dezembro, no Hotel Grand Mercure, no Rio. Os organizadores do bacará pré-natalino prometem recriar o ambiente de um cassino em Las Vegas. A grande aposta da noite, claro, será o lobby pela liberação do jogo no Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.17
ED. 5745

Embarcação Huck

O Grupo Monteiro Aranha é mais um a entrar no barco de Luciano Huck. A continuar assim até a campanha de Donald Trump vai parecer modesta.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.17
ED. 5745

Pax mineira

Para o lamento de dirigentes sindicais, concorrente e alguns acionistas – a exemplo de Benjamin Steinbruch – nos últimos dois meses tem reinado a paz entre a Techint e a Nippon Steel na Usiminas. Vai ver é a proximidade do Natal.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.17
ED. 5745

Qual o tempo da Mendes Junior?

Há um ponto específico do plano de recuperação judicial apresentado pela Mendes Junior que os credores não vão deixar passar: o longo tempo de carência para o pagamento da dívida. A empreiteira propôs quitar seu passivo em parcela única a ser desembolsada somente daqui a 15 anos. A questão crucial para os bancos é: será que a Mendes Junior tem esse tempo? Seu fundador e decano da construção pesada, Murillo Mendes, é um homem de 91 anos. Seu sobrinho e sucessor natural, Sergio Cunha Mendes, ex-presidente da empreiteira, já foi condenado em segunda instância a 27 anos de prisão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.17
ED. 5745

O esporte preferido do PMDB

Na esteira da prisão de Carlos Arthur Nuzman, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) poderá sofrer mais um duro golpe. O PMDB – não por acaso partido do ministro dos Esportes, Leonardo Picciani – articula no Congresso a votação de um projeto de lei para retirar do COB o poder de gestão dos recursos da Lei Piva. A ideia – voilá – é que o próprio Ministério dos Esportes assuma a distribuição das verbas oriundas das loterias federais para as confederações nacionais. A olho nu, não dá nem para entender por que tanto empenho de Picciani e do PMDB: para 2018, os repasses da Lei Piva não deverão chegar nem a R$ 100 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.17
ED. 5745

O tie-break de Bernardinho

Obcecado como ele só, o pré-candidato ao governo do Rio Bernardinho só pretende se “desincompatibilizar” do cargo de técnico do Sesc-Rio ao fim da Superliga Feminina de Vôlei. Ou seja: se o time chegar a final, o que é muito provável, o treinador só vai dar lugar de vez ao candidato no dia 7 de maio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.17
ED. 5745

Fora “Fora, Temer”

A cúpula do PT e o recém-contratado marqueteiro Sidônio Palmeira, indicação de Jaques Wagner, buscam um mote para 2018. A palavra de ordem “Fora Temer”, que nunca foi um slogan de campanha, já deu o que tinha de dar, ao cumprir sua função pós-impeachment de Dilma Rousseff – ainda que tenha mobilizado poucos manifestantes no eventos de rua. O risco do PT é perder o timing e só definir o novo mote depois de um outro lema ter surgido naturalmente em decorrência dos fatos: “Solta Lula“.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.17
ED. 5745

Plano 1 e Plano 2

A Cemig, que anunciou a venda de parte das suas ações na Taesa, sabe que nem precisa fazer road show. A colombiana ISA, sua sócia na empresa de transmissão, tem todo o interesse em aumentar sua participação no [ negócio. Seria mais um tijolinho na construção do grande projeto da companhia para o país: promover a fusão da Taesa com a CTEEP, sua controlada.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.17
ED. 5745

A estrela

No que depender de Gilberto Kassab, Henrique Meirelles será a estrela do último programa eleitoral do PSD em 2017, que vai ao ar em 21 de dezembro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.17
ED. 5745

Uma luz para Pimentel

No PT, o entendimento é que a hecatombe do PSDB poderá dar de bandeja a Fernando Pimentel uma reeleição que parecia improvável após a Lava Jato e a Operação Zelotes. O pré-óbito político de Aécio Neves e as ranhuras na relação entre PSDB e PMDB dificultam o lançamento de um nome de peso para concorrer com Pimentel.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.17
ED. 5745

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Gávea, Cemig e ISA.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.