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Planos
13.11.17
ED. 5744

“Caldeirão do Huck” tem espaço de sobra para tucanos

A depender do resultado das eleições para a presidência do PSDB, uma fieira de tucanos poderá estrear no “Caldeirão do Huck”. Na última sexta-feira, o apresentador e quase pré-candidato já participava de conversas sobre os despojos da guerra do PSDB. Huck enfraqueceria ainda mais o partido, alistando quadros de prestígio em suas fileiras.

A visão dos “huckistas” é que, mesmo se surgir uma terceira via, entre o grupo de Tasso e o de Aécio, o senador cearense poderia caminhar com seus aliados em direção à candidatura de Huck. O eventual empecilho seria a lealdade com Geraldo Alckmin, que tem se mostrado firme na defesa de que os tucanos saiam do governo Michel Temer. Porém, se o governador de São Paulo continuar patinando nas pesquisas e a candidatura Lula se confirmar, Huck pode ser uma das poucas alternativas para evitar o que para os tucanos seria o maior de todos os desastres.

Alckmin, por sinal, está fazendo seu hedge: na última sexta-feira, esteve na Casa das Garças, no Rio, reduto dos pensadores tucanos que integram a legião pró-Tasso. Por uma dessas ironias do destino, Luciano Huck é um grande amigo de Aécio Neves. No entanto, verdade seja dita, se afastou um pouco do ex-parceiro de noitadas em função do seu envolvimento no noticiário da Lava Jato.

Huck, ainda na linha das curiosidades, costuma se consultar com o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, que era considerado nome certo para o Ministério da Fazenda se Aécio fosse parar na Presidência da República. Fraga ocupa o mesmo posto nos planos de Huck. O que liga a zona norte de Tasso com a zona sul do apresentador é uma miríade de economistas liberais identificados com Armínio Fraga. É a algaravia da política que segue seu rumo.

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13.11.17
ED. 5744

Preleções sobre o banco de reservas da candidatura Lula

O presidente do PDT, Carlos Lupi, e o ex-governador Jaques Wagner têm proseado sobre a candidatura do campo da esquerda se Lula for impedido de participar da disputa. Não são muitas as alternativas. O nome de Wagner surgiu, é claro, em várias combinações. É um notório candidato a pré-candidato se o titular não for para a eleição. As outras hipóteses levam a Ciro Gomes. Na primeira, ele encabeçaria a chapa com o ex-prefeito Fernando Haddad como vice-presidente. Outra derivada seria Ciro sair para a presidência com um empresário como vice, repetindo o modelo dos Lula I e II. O nome ideal é o filho de José Alencar, vice de Lula. O dono da Coteminas, Josué Gomes da Silva, esteve cotado para ser ministro por pelo menos três vezes nos governos de Lula e Dilma Rousseff. E uma chapa com Haddad na presidência? O consenso é que o político paulista não agrega à esquerda e ainda fraciona o monolítico e majoritário eleitorado do PT no Nordeste. O que ambos querem é que Lula supere a Lava Jato. Se isto acontecer, sua eleição para presidente é a única coisa praticamente certa na política brasileira.

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13.11.17
ED. 5744

Que hora mais imprópria

Espera-se para os próximos dias que o ministro do TSE Luiz Fux apresente a revisão de seu voto no processo que absolveu a chapa Dilma-Temer. É o último rito antes da publicação do acórdão. Nesse momento, então, o PSDB, autor da ação que pede a cassação da chapa, terá de decidir se entra ou não com embargos infringentes. Se não o fizer, o processo contra a chapa – há muito um processo apenas contra Michel Temer – estará encerrado. É o mais provável. A essa altura do campeonato, a quem interessa seguir com esse assunto?

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13.11.17
ED. 5744

A ingratidão de João Lyra

O RR apurou que o usineiro João Lyra pretende se unir ao bloco de empresas sucroalcooleiras que processa a Petrobras na Justiça. São mais de 30 companhias – entre elas pesos-pesados como Raízen e São Martinho – que cobram da estatal uma indenização por supostos prejuízos decorrentes da sua política de preços de combustíveis. A empresa de Lyra, a Usina Laginha, entrou em recuperação judicial em 2008 e teve sua falência decretada em 2012, com aproximadamente R$ 2 bilhões em dívidas. O usineiro, ao que parece, busca um bode expiatório para a quebra
da companhia. Logo a Petrobras, que tanto o ajudou… A Lava Jato investiga supostos repasses ilegais de recursos da BR à Usina Laginha, no valor de R$ 7,2 milhões, que teriam sido feitos com a intermediação de Fernando Collor.

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13.11.17
ED. 5744

Conselho de guerra

O silêncio de José Serra sobre a fagocitose tucana se dá apenas das portas para fora do PSDB. Poucas horas antes de destituir Tasso Jereissati da presidência do partido, Aécio Neves telefonou para Serra. Na longa conversa, Serra o encorajou a seguir adiante e referendou o nome de Alberto Goldman para o mandato tampão até a convenção de 9 de dezembro.

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13.11.17
ED. 5744

Delação atômica

A delação de Lucio Funaro deverá sacudir a Eletronuclear. Em seus depoimentos, o doleiro teria revelado novos nomes de funcionários da estatal que participaram do esquema de propina na construção de Angra 3 – alguns deles ainda nos quadros da empresa.

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13.11.17
ED. 5744

Recuperação judicial a granel

A incorporadora paulista Viver espera aprovar ainda neste mês 17 planos de recuperação judicial – um para a holding e outros 16 para subsidiárias. Será a tão esperada porta de saída do Paladin Realty, que transferirá o controle da companhia para os credores. Por sinal, o próprio fundo norte-americano, também credor da Viver, já decidiu que venderá a pequena participação que receberá após a conversão das dívidas.

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13.11.17
ED. 5744

Cartão de crédito

Há conversas ainda embrionárias para uma capitalização da Aliansce, liderada pelo Canadian Pension Plan Investment Board, acionista da empresa. A injeção de recursos daria gás para a administradora de shopping centers comprar ativos ou mesmo se associar a outro grupo do setor em melhores condições de negociação. Há meses circulam no mercado informações sobre tratativas para uma fusão entre a Aliansce e a BR Malls.

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13.11.17
ED. 5744

Porta de saída

O mau desempenho da Alphaville Urbanismo tem levado os acionistas da Gafisa a discutir a venda da participação de 29,7% na companhia. A empresa de loteamentos residenciais foi responsável, sozinha, por um terço do prejuízo acumulado pela incorporadora entre janeiro e setembro, de R$ 157 milhões.

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13.11.17
ED. 5744

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Viver, Aliansce, Gafisa, Eletrobras/Eletronucler e Grupo João Lyra.

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