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Planos
10.11.17
ED. 5743

O fatídico dia em que Aécio Neves cortou os pulsos

O putsch da tucanada de Aécio Neves no grupo de emplumados liderado por Tasso Jereissati deu com os burros n`água. Até a data de 9 de dezembro, o “dia T da Normandia tucana”, quando se realizará a convenção do PSDB, Aécio paradoxalmente pode se ver instado a torcer pela eleição de Tasso Jereissati para a presidência do partido. A derrota do líder dos insurretos do PSDB significará um racha kamikaze, apartando o que o partido tem de melhor do agrupamento fisiológico e cleptocrata reunido em torno de Aécio.

A manobra suicida teve um brutal impacto sobre os filiados do partido. O manifesto escrito por economistas do PSDB – na verdade, somente do Rio de Janeiro – se estenderá para São Paulo, onde a presença de tucanos em diversos cargos e postos de vitrine é exponencialmente maior do que em todos outros estados. Se Tasso não levar em dezembro, há enorme probabilidade de uma secessão da pauliceia tucana. Os pessedebistas paulistas em sua quase totalidade não desejam o caminho de permanência no governo Temer traçado por Aécio.

Se Tasso não voltar à presidência da sigla, significará que o partido abdicou de disputar o poder. Aécio, à boca miúda, diz que tem de defender sua pele. E os governadores Pedro Taques, Simão Jatene e Reinaldo Azambuja são peregrinos com um pires na mão em volta de Temer. Na mão contrária, Geraldo Alckmin, por motivos óbvios, e Beto Richa. Engrossam a tropa de choque de Aécio os ministros áulicos Bruno Araujo, Antônio Imbassahy, Luislinda Valois e Aloysio Nunes. Do quarteto, o encardido mais difícil de explicar é o do tucano das Relações Exteriores. O golpe em Tasso deveria ser pranteado pelos seus adversários e comemorado pela banda de música, digamos assim, do PSDB. Aécio se autoimolou. Não pode ganhar. Se ganhar, arrebenta o partido.

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10.11.17
ED. 5743

Mais fácil o Paulo Rabello

Entre os diversos sopradores no ouvido de Michel Temer, um deles mandou essa: Alain Belda tem o perfil para ser o substituto de Henrique Meirelles, caso ele deixe a Fazenda para disputar a Presidência. Belda é único executivo brasileiro que rivaliza com Meirelles em prestígio internacional. Foi presidente da gigante do alumínio Alcoa. Atualmente, aos 74 anos, desfruta da calmaria da fortuna de centenas de milhões de dólares no escritório da Warburg Pincus, em São Paulo. O RR consultou três fontes que conhecem o mega executivo. A chance de ele ser o Rubens Ricupero de Meirelles é ínfima. Para quem gosta de estatísticas, na média das opiniões, a probabilidade de Belda aceitar a missão ficou em 3%. Na atual circunstância, o percentual pode até ser considerado alto.

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10.11.17
ED. 5743

Turbulência

A BH Airport, concessionária de Confins, teme uma revoada de parte de sua receita. Segundo o RR apurou, o pedido de Gol, Azul e Avianca para operar na Pampulha poderá significar a retirada de pelo menos 20 voos semanais de
Confins já na partida. Procurada pelo RR, a BH Airport disse que não considera essa hipótese, “ainda que as companhias aéreas desenvolvam estudos preliminares” para usar o terminal da Pampulha.

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10.11.17
ED. 5743

Disputa

Votorantim e o Itaú disputam a pole position entre as corporações com investimento em maior número de startups. Ambas estão acima de 100 projetos.

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10.11.17
ED. 5743

Entrelinhas

A ação da Saraiva caiu 16% em dois meses. Talvez seja só um soluço do mercado; talvez um sinal de que as conversas com a Amazon esfriaram.

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10.11.17
ED. 5743

O RR também afaga

O professor Aloisio Araujo, do Impa e da FGV, está trabalhando que nem um mouro e fazendo milhares de modelos práticos e regressão. Ele está debruçado na elaboração de diversas propostas microeconômicas capazes de fazer um enorme bem à economia brasileira. Araujo tem na agulha projetos para reformas no regime de partilha nas licitações do pré-sal e sugestões para a melhoria operacional e da dinâmica de funcionamento do BNDES.

O economista participa do Comitê da Fazenda que discute mudanças na Lei de Falências, um projeto da sua lavra, para efetuar aperfeiçoamentos. Aloisio Araujo também teria algumas colaborações a dar na área da política monetária. Mas esse é um campo em que todos se tornam luminares do dia para a noite, e como tal, regurgitam soberbas e recusam-se a ouvir os mais gabaritados.

Araujo é o mais renomado economista brasileiro no exterior, autor do maior número de artigos acadêmicos publicados em revistas técnicas internacionais, em diversos debates que frequenta é prestigiado por Prêmios Nobel de economia. Seus aniversários são celebrados pelos economistas mais laureados do planeta, como da Econometrics Society. Não ouvir o homem só pode ser produto de disfunção cognitiva ou ignorância desinibida.

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10.11.17
ED. 5743

Bebendo na fonte da Sabesp

Segundo informações filtradas do Palácio Bandeirantes, três grupos estrangeiros do setor de saneamento já demonstraram interesse em se associar à Sabesp. O governo de São Paulo vai vender 49% da recém-criada holding que incorporou com o controle da companhia – operação estimada em aproximadamente R$ 5 bilhões. De acordo com a mesma fonte, um dos candidatos seria a espanhola GS Inima. Consultada, a empresa diz “desconhecer o assunto”.

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10.11.17
ED. 5743

Esse ministério tem dono

Mesmo tendo protagonizado recorrentes episódios de corrupção no Ministério das Cidades, o PP não desiste da Pasta. O partido só espera a desincompatibilização de Bruno Araújo (PSDB) para cravar seus caninos no Ministério.

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10.11.17
ED. 5743

Feitos um para o outro

A Petros e o Itaú parecem estar irmanados. A exemplo do presidente da fundação, Walter Mendes, o novo diretor financeiro da entidade, Daniel Lima, também é egresso do banco dos Setubal. Portanto, já conhece a fundo um dos grandes investimentos da carteira da Petros: à exceção dos membros da família Setubal, a fundação é o maior acionista da holding Itaúsa.

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10.11.17
ED. 5743

Pacto rompido

O depoimento de Sérgio Cabral, revelando caixa 2 na campanha de Luiz Fernando Pezão, deixou o governador do Rio com a convicção de que um pacto de sangue acaba de ser rompido. A partir de agora, é cada um por si.

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10.11.17
ED. 5743

Próximo ato

A Cargill selou a compra dos 37% da cooperativa Canagril na Cevasa, usina sucroalcooleira paulista. Mas o grupo norte-americano não quer ficar nessa lavoura. Agora, como único acionista do negócio, pretende se livrar do controle. A Cevasa teria cerca de R$ 500 milhões em dívidas.

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10.11.17
ED. 5743

Ponto final

Procurada, a seguinte empresa não quis comentar o assunto: Cargill.

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