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Planos
09.11.17
ED. 5742

TCU e investidores são dois trens em direção oposta na Norte-Sul

A concessão da ferrovia NorteSul, programada para o primeiro trimestre de 2018, transformou-se em um cabo de guerra: de um lado, candidatos ao leilão, a começar pela MRS e pela China Communications Construction Company (CCCC); do outro, uma locomotiva chamada TCU. Os investidores cobram do secretário Geral da Presidência e condutor
do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), Moreira Franco, uma redução do valor mínimo de outorga para a licitação do trecho entre Porto Nacional (TO) e Estrela D´Oeste (SP), estimado em aproximadamente R$ 1,5 bilhão. A alegação é que o futuro concessionário terá de arcar com os custos de conclusão das obras não realizadas pela Valec. Segundo o RR apurou, a estimativa é que ainda faltam cerca de R$ 300 milhões para completar o serviço.

Michel Temer faz o que quer com o Congresso, coloca a base aliada no bolso, mas não consegue envergar os órgãos de controle da União. A pressão dos investidores pode até parecer razoável, mas não para o TCU. O Tribunal de Contas já fez chegar ao ministro Moreira Franco que vai barrar qualquer redução no valor de outorga da Norte-Sul, com
o propósito de evitar um prejuízo ainda maior para o erário. O preço mínimo em torno de R$ 1,5 bilhão representa apenas 15% de tudo que a União já gastou na construção do trecho entre Porto Nacional e Estrela D´Oeste, algo em torno de R$ 10 bilhões. Caso o governo achate a cifra, o retorno para os cofres públicos será ainda mais raquítico. Isso para não falar das suspeições de faturamento que cercam a Norte-Sul. Uma das etapas do trecho que será licitado em 2018 tinha, na partida, um custo estimado em R$ 2,7 bilhões. Ao fim dos trabalhos, a conta mais do que
dobrou, chegando a R$ 5,5 bilhões.

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09.11.17
ED. 5742

Lara Resende só é ministro do próprio ego

Em um momento em que candidatos à Presidência disputam ministros da Fazenda de grife – Arminio Fraga, Persio Arida etc –, André Lara Resende já deixou claro que não topa qualquer convite de quem quer que seja o futuro mandatário. Quando largou o governo FHC, Resende jurou para si mesmo que se dedicaria às lides acadêmicas. O economista não precisa de emprego: é riquíssimo. Toparia assessorar generosamente o futuro presidente desde que no âmbito das suas ideias. A motivação para uma eventual contribuição atende mais às demandas do seu ego do que ao desejo de poder. O RR perguntou a alguns badalados jornalistas se Resende estaria no top five dos economistas cobiçados para o cargo de futuro ministro da Fazenda. Todos disseram que sim. Em tempo: Resende não tem mais nada a ver com o pensamento tucano.

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09.11.17
ED. 5742

Não é só pelos R$ 2

Há um pequeno grande hiato nas negociações para a venda da Somos Educação à Kroton. Com 74,8% do capital, a Tarpon está pedindo R$ 25 por ação. A Kroton parou nos R$ 23 – o papel está cotado no mercado a R$ 19. O que está em jogo é uma diferença de quase R$ 400 milhões.

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09.11.17
ED. 5742

Psicólogo do Geddel

Eliseu Padilha foi escalado no Planalto para monitorar os humores do instável Geddel Vieira Lima. Se bem que, a essa altura, uma delação a mais ou menos já não faz a menor diferença para Michel Temer.

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09.11.17
ED. 5742

Road show

Jair Bolsonaro vai se apresentar ao mundo da política e dos negócios internacionais. Seu staff está costurando uma agenda de entrevistas à mídia estrangeira.

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09.11.17
ED. 5742

Leader quer se livrar de herança do BTG

A Leader Magazine planeja se desfazer da bandeira Seller, segundo informações filtradas junto a um dos bancos credores da companhia. Caso se confirme, será a medida mais aguda no processo de recuperação extrajudicial da rede varejista, que envolve a renegociação de R$ 200 milhões em dívidas com fornecedores – o passivo total supera R$ 1 bilhão. As motivações para a operação misturam questões de ordem financeira e estratégica. Além de gerar recursos para o abatimento de sua dívida, a Leader passaria a se concentrar na sua própria bandeira e em sua atuação no Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, se livraria de um problema jurídico. Com 60 lojas em São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, a Seller é uma das indesejáveis heranças deixadas pelo BTG, que vendeu o controle da Leader para o empresário Fabio Carvalho pelo valor simbólico de R$ 1. Desde os tempos do BTG, a família Furlan, fundadora da Seller, cobra um valor de aproximadamente R$ 30 milhões que não teria sido pago na transferência do controle da bandeira.

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09.11.17
ED. 5742

O “Plano A” do PC do B

Há um cheiro de festim no lançamento da candidatura de Manuela D´Ávila à Presidência da República. Uma ala do PC do B sonha com outro cenário: emplacar a deputada como vice de Lula em uma aliança com o PT. Os comunistas propagandeiam os atributos eleitorais de Manuela: além de mulher e jovem, trata-se de uma puxadora de votos na Região Sul, especialmente no Rio Grande, visto como um estado refratário ao PT. Devem ser os efeitos da comemoração do centenário de 1917.

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09.11.17
ED. 5742

Tributação em série

A “invisibilidade fiscal” do Netflix no Brasil é uma série do passado. Os executivos da empresa no país já colocaram na conta que até o fim de 2018 todas as capitais brasileiras estarão cobrando ISS pelos serviços de streaming. São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife largaram na frente.

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09.11.17
ED. 5742

Masterchef global

A Globo está de olho no Masterchef. A fórmula de reality show combinado a culinária pode gerar milhares de derivativos. O desafio é a cara de Boninho.

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09.11.17
ED. 5742

Cifras na balança

O Banco Pan, associação entre o BTG e a Caixa Econômica, celebrou os R$ 157 milhões de lucro amealhados entre janeiro e setembro. Pois agora só faltam R$ 303 milhões para contrabalançar com as perdas acumuladas nos últimos quatro anos.

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09.11.17
ED. 5742

A vez de Suplicy

Eduardo Suplicy ultrapassou Fernando Haddad na disputa interna pela candidatura ao Senado. Talvez pelo apoio de petistas históricos a Suplicy, como o ex- sindicalista Luiz Marinho; talvez porque Haddad esteja sendo guardado para uma missão maior.

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09.11.17
ED. 5742

Museu de grandes novidades

Luiz Fernando Pezão serviu de porta-voz, mas todas as articulações para a indicação do deputado estadual Edson Albertassi ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) foram conduzidas pelo presidente da Alerj, Jorge Picciani. O nome já está “aprovado” por praticamente todas as lideranças partidárias da Casa – a votação em plenário será mera formalidade. Picciani foi também o responsável pela indicação de Jonas Lopes Junior, o ex-presidente do TCE que foi afastado do cargo e preso por receber propina.

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09.11.17
ED. 5742

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Tarpon Investimentos, Kroton e Leader.

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