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Planos
31.10.17
ED. 5736

Risco de apagões aterroriza o Palácio do Planalto

O pavor de Michel Temer deixou de ser fiscal e passou a ser energético. O presidente já não teme mais o impacto político de um eventual racionamento de luz ou de aumento de impostos. O pânico diz respeito a apagões regionais. O nível dos reservatórios está pior do que em 2001, quando houve racionamento. A diferença é que, naquele episódio, o governo FHC, na figura de Pedro Parente, importou e acionou termelétricas que já se encontram desativadas.

O Brasil, por algum estranho recalque, não aprende que precisa ter um parque gerador de backup mais folgado. Desde o final do século passado, a geração hídrica tornou-se uma versão contemporânea do que representaram as secas do Sertão nordestino. Dizia Graciliano, ano sim, ano não, tem seca na Caatinga. As coisas melhoraram no semiárido nordestino e pioraram nos reservatórios das hidrelétricas.

Castigo dos céus: o Brasil onde não faltava energia limpa depende de energia suja, que ainda pode ser insuficiente para evitar o apagão. O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, novo darling do Planalto, é o encarregado de dar luz ao Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico. Ele se reúne todos os dias com as autoridades do setor e reporta-se ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Pode não ser um consolo, mas uma coisa os governos aprenderam com as recorrentes crises energéticas: a se comunicar com a população em circunstâncias ameaçadoras. Quem se lembra de 2001 sabe o pânico que ocorria e o desastre que foi a comunicação. Agora é torcer que o “pior ano das barragens” não se traduza em um apagão.

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31.10.17
ED. 5736

O alvo é a Suzano

Uma grande companhia, grande mesmo, que está cortando substancialmente sua dívida e ficará com um índice de alavancagem sequinho, elegeu a Suzano Papel e Celulose como objeto de consumo. A corporação em questão não é do setor, mas conhece do ramo. A operação daria aos Feffer, controladores da Suzano, porta de saída de uma empresa que já não tem condições de empatar os investimentos necessários para se manter no game.

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31.10.17
ED. 5736

Unimed vs. Celso Barros

O contencioso entre a Unimed-Rio e seu ex-presidente Celso Barros caminha para um novo round. A diretoria da operadora de planos de saúde está decidida a responsabilizar judicialmente o ex-dirigente caso fique comprovada a ocorrência de ilegalidades fi cais na sua gestão. A Polícia Federal, que entrou no caso ao lado da Receita, investiga há seis meses supostas fraudes tributárias na companhia, da ordem de R$ 500 milhões. Ressalte-se que a Unimed-Rio já processa Barros e outros ex-dirigentes por irregularidades contábeis no balanço de 2014.

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Eliseu Padilha e Moreira Franco informaram a Henrique Meirelles que a compra de votos da Reforma da Previdência vai sair caro. Na votação do processo contra Michel Temer, cada “sim” dos deputados custou, em média, R$ 5 milhões.

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31.10.17
ED. 5736

O diabo é o hiato

Luiz Fernando Pezão deverá deixar o governo em abril para concorrer à Câmara dos Deputados. É uma forma de esticar o foro privilegiado até 2022. O diabo é o hiato de oito meses sem mandato.

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31.10.17
ED. 5736

Penitência

O Ministério dos Esportes está segurando o repasse de recursos ao COB. Pode ser a crise, o efeito Nuzman ou, o mais provável, um pouco de cada um.

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31.10.17
ED. 5736

Os enroscados fios da Cemig Telecom

A venda da Cemig Telecom virou uma barafunda. O governo de Minas Gerais e a diretoria da Cemig batem cabeça para definir o modelo de negociação. A companhia defende a retomada da venda direta de 100% da subsidiária.

Foi este formato que deixou a Cemig perto de um desfecho positivo: a TIM chegou a fazer uma due diligence na Cemig Telecom, mas as negociações esfriaram diante do recuo do governo mineiro. Fragilizado politicamente e com receio de levar bomba na Assembleia Legislativa, que teria de aprovar a operação, o governador Fernando Pimentel tende para uma mudança de rumo. O modelo que ganha corpo neste momento prevê a incorporação da empresa de telecomunicações pela Cemig, com a posterior busca de parceiros na área de telecomunicações.

A estatal se associaria a empresas do setor para atender a uma determinada região. Ou seja: nada de privatização. Este formato esvaziaria a pressão política sobre Pimentel. Em contrapartida, reduziria a possibilidade de a Cemig fazer caixa no curto prazo.

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31.10.17
ED. 5736

Lava Jato e sua tourada em Madri

A força-tarefa da Lava Jato fará nova tentativa para obter a extradição de Rodrigo Tacla Duran, que está preso na Espanha. Ele é acusado de ter movimentado mais de R$ 60 milhões em recursos ilegais oriundos do “departamento de operações estruturadas” da Odebrecht. Duran tem se segurado à dupla nacionalidade – é também cidadão espanhol – para permanecer em Madri, onde aguarda julgamento da justiça local.

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31.10.17
ED. 5736

Meu banco, minha vida

O empresário Rubens Menin, dono da construtora MRV, já tem um senhor hedge para as intempéries do “Minha Casa, Minha Vida” e do setor imobiliário. Pretende amealhar entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão com o IPO do Banco Inter, programado para 2018.

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31.10.17
ED. 5736

Assepsia

Apoio e voto não se recusam. Fora isso, Marconi Perillo, candidato à presidência do PSDB, vai fazer de tudo para manter Aécio Neves longe do seu “palanque” até a convenção nacional do partido, em dezembro.

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31.10.17
ED. 5736

Leitura obrigatória

O ex-secretário de Desenvolvimento e de Fazenda do Rio de Janeiro Julio Bueno colocou o ponto final nas suas memórias do calvário. Junto com a coautora do livro, Jacqueline Farid, revela detalhes do processo paulatino de inviabilização das finanças do estado. A obra vai se chamar “Rio em transe”. Até que enfim alguém se dispõe a falar sobre o carcinoma da economia fluminense.

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31.10.17
ED. 5736

Unificação de fundos

Na paralela do processo de privatização da Eletrobras, o governo articula a unificação dos fundos de pensão do grupo, com a fusão da Eletros, Real Grandeza, Fachesf e Previnorte.

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31.10.17
ED. 5736

Laminador

Meta perseguida pela Gerdau e, por ora, guardada a sete chaves pela companhia: achatar a relação dívida líquida/Ebitda a 2,5 vezes até o fim de 2018 – hoje o nível de alavancagem é de 3,5 para um. Ou seja: muito ativo ainda vai ser queimado no plano de desmobilização dos Gerdau, que já gerou quase R$ 3 bilhões.

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31.10.17
ED. 5736

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Unimed-Rio, Cemig e Banco Inter.

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