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Planos
20.10.17
ED. 5729

Rubens Ometto empurra a Comgás na direção da Gas Brasiliano

Rubens Ometto enxerga a compra da participação da Shell na Comgás, sacramentada na última semana, como um rito de passagem para um projeto maior. Após assumir, sozinho, o controle da distribuidora, até então compartilhado entre a Cosan e os anglo-holandeses, Ometto está empenhado em costurar a fusão da empresa com a Gas Brasiliano. A operação passa pela Petrobras e pela Mitsui, donas, respectivamente, de 51% e 49% da Gaspetro.

Esta, por sua vez, é a controladora da Gas Brasiliano. A condução do negócio requer dois requisitos que Ometto tem de sobra: musculatura financeira e boa circulação entre as veias e artérias do Poder, neste caso não apenas no governo federal, por conta da Petrobras, mas, sobretudo, na esfera estadual. A associação entre as duas distribuidoras de gás teria de passar pelo crivo da Agência Reguladora de Serviços Públicos de São Paulo (Artesp). Trata-se de um projeto acalentado por Rubens Ometto desde 2012, quando a Cosan, sua empresa, entrou no capital da Comgás. No entanto, a Shell sempre foi um entrave a qualquer investida neste sentido. Como já havia sido em relação a sua sócia anterior na Comgás, a BG, que também chegou a estudar a associação com a Gas Brasiliano.

Para os três protagonistas da operação, a associação entre as duas concessionárias faz todo o sentido estratégico. Cosan, Petrobras e Mitsui passariam a dividir o controle do maior cinturão de distribuição de gás do país, uma empresa que teria sob o seu guarda-chuva mais de 40 milhões de consumidores, ou quase 90% da população de São Paulo. A dobradinha Comgás e Gas Brasiliano seria responsável pela distribuição de quase 50% do gás natural comercializado no país. Juntas, formariam ainda uma companhia com mais de R$ 6 bilhões em receita e um Ebitda da ordem de R$ 2 bilhões, a números de 2016. No seu caso específico, a Petrobras liberaria ainda mais recursos de seu apertado orçamento para investir em atividades do seu core business.

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20.10.17
ED. 5729

Caixa de Pandora

O ex-conselheiro José Ricardo da Silva, apontado como um dos principais participantes do esquema de propina no Carf, estaria negociando um acordo de colaboração premiada. A situação de Silva se agravou de vez com a delação do auditor fiscal Paulo Roberto Cortez.

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Depois da Rocinha, o Complexo da Alemão é a maior preocupação das forças de segurança. O serviço de Inteligência do Exército teria informações da entrada de grande quantidade de armas na comunidade nos últimos dias.

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20.10.17
ED. 5729

Tempos modernos

O Carlyle espera concluir até o fim do ano a captação do seu novo fundo de investimentos para o Brasil. Até lá terá sido praticamente um ano inteiro para amealhar cerca de US$ 500 milhões. Sinal dos tempos! Em 2011, o Carlyle não levou mais de seis meses para captar US$ 800 milhões e montar seu primeiro fundo no país.

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20.10.17
ED. 5729

Um dia a casa cai

Entre os empresários do setor imobiliário, cresce a aflição com o raquitismo do Minha Casa, Minha Vida. Algumas das maiores incorporadoras do país estão escoradas no programa habitacional. Um dos casos mais agudos é a MRV, de Rubens Menin: hoje, mais de 90% das suas vendas saem do MCMV. Recentemente, a cúpula da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) foi de chapéu na mão pedir uma ajuda ao ministro Henrique Meirelles. Os empresários saíram do encontro mais angustiados do que quando chegaram. Meirelles não dourou a pílula: os cortes no Orçamento seguirão ceifando os desembolsos do Minha Casa, Minha Vida. Entre janeiro e agosto, os recursos liberados somaram apenas R$ 1,8 bilhão. O total de financiamentos neste ano ficará bem abaixo dos R$7,9 bilhões de 2016 e muito aquém dos R$ 20,7 bilhões de 2015.

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20.10.17
ED. 5729

Carros (e preços) elétricos

A Nissan tem planos de trazer o Leaf, seu carro elétrico, para o Brasil em 2018. Serão poucas unidades, que servirão como um test driver do apetite do mercado brasileiro pelo produto. Ainda não há uma estimativa de preço. Para efeito de comparação, nos Estados Unidos a engenhoca é vendida por aproximadamente US$ 30 mil, ou R$ 95 mil. Perto da concorrência, é uma pechincha: o primeiro Tesla, o carro elétrico produzido pelo bilionário Elon Musk, foi vendido no país por cerca de R$ 700 mil.

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20.10.17
ED. 5729

Promessas para 2018

Em teleconferência com analistas no Chile há cerca de dez dias, os dirigentes do Cencosud se esforçaram em dissipar os rumores sobre a venda de ativos no Brasil. Na mão contrária, o grupo varejista acena com uma “mini reformulação” do seu modelo de negócios no país em 2018, baseada na conversão de várias lojas de bairro da bandeira Bretas para o conceito atacadista. Outra medida a caminho: até 2019 todas as bandeiras do Cencosud no Brasil vão vender pela internet.

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20.10.17
ED. 5729

Google Translate

O cosmopolita João Doria tropeçou no italiano em palestra para estudantes da Universidade de Bocconi, em Milão, na última sexta-feira. Ao mencionar seu programa “Corujão da Saúde”, traduziu-o para Civetta de lá Salute, arrancando, involuntariamente, risadas da plateia. Em italiano, o termo “Civetta”, ou coruja, é usado como gíria equivalente à nossa “periguete”.

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20.10.17
ED. 5729

Baixa voltagem

Uma medida do curto circuito financeiro das distribuidoras que serão vendidas pela Eletrobras por um valor simbólico: só a Amazonas Energia e a Ceron, de Rondônia, precisam de aportes próximos de R$ 1 bilhão.

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20.10.17
ED. 5729

Frota – 2018

Alexandre Frota tem convite do PMDB e do PSC para ser candidato a deputado federal em 2018. Um dos mais ativos influenciadores digitais, o ex-ator de filmes pornô costuma levar anti-petistas ao delírio com seus comentários nas redes sociais.

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20.10.17
ED. 5729

Estimativas do Sul

As estimativas do governo gaúcho para a oferta de ações do Banrisul oscilam entre R$ 1,7 bilhão e R$ 2,1 bilhões. Na atual crise fiscal no Rio Grande do Sul, o piso já será o máximo.

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20.10.17
ED. 5729

Pulverização

Previ, Petros e CEF têm defendido a convocação de um novo aumento de capital da Paranapanema logo após o processo de conversão de debêntures em curso. A operação permitiria ao trio diluir ainda mais a sua participação na companhia, que já cairá de 58% para 34% com a troca das debêntures. Seria também o caminho para a Glencore, dona de 5% do capital, aumentar sua fatia.

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20.10.17
ED. 5729

Porta de saída

Aloysio Nunes Ferreira já acertou com Michel Temer que sairá do Ministério das Relações Exteriores em abril para disputar a reeleição ao Senado. Deixará para trás uma das mais insípidas gestões de um chefe do Itamaraty. Só faz defender Temer.

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20.10.17
ED. 5729

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Comgás, Petrobras, Mitsui e Banrisul.

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