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Planos
18.10.17
ED. 5727

“Juca Abdalla” atende de primeira à chamada da Eletrobras

O banqueiro José João Abdalla Filho, o “Juca Abdalla”, está decidido a ser personagem-chave na “descotização” da Eletrobras. O dono do Banco Clássico não esconde de ninguém que pretende aumentar sua participação na companhia, hoje em torno de 12% das ações ordinárias – somando-se os papéis em poder do banco e do fundo de investimento Dinâmica Energia. Mesmo sem uma data prevista para a privatização, Abdalla já está se preparando para a operação. Tem feito seguidas reuniões sobre o assunto com seus executivos mais próximos, notadamente José Pais Rangel, vice-presidente do Clássico e sua voz no Conselho da Eletrobras.

O próximo passo de Abdalla, segundo a fonte do RR, é a contratação de um banco de investimentos para ser o adviser da operação. “Juca Abdalla” parte de uma posição privilegiada. Sua fatia acionária é superior, por exemplo, à do 3g Radar, que tem como sócio Jorge Paulo Lemann. O fundo, tido como forte interessado na privatização da Eletrobras, detém apenas 5,1% das preferenciais.

Abdalla e seus executivos dedicam-se a desenhar possíveis cenários decorrentes da sua maior participação acionária, desde uma presença mais ativa na administração da Eletrobras – hoje ele tem apenas uma cadeira no Conselho – a eventuais oportunidades de parceria com outras empresas de energia. “Juca Abdalla”, cabe ressaltar, é um ponto de interseção entre grandes grupos do setor. Além da Eletrobras, tem participações relevantes na Cemig, Engie (antiga Tractebel), Eneva e Equatorial Energia.

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18.10.17
ED. 5727

O homem que “engavetou” o comandante Che

O jornalista Ib Teixeira, que por mais de duas décadas escreveu para a revista Conjuntura Econômica, publicação do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), faleceu na semana passada levando consigo uma instigante história inédita. Ib foi a Cuba fazer uma série de matérias sobre a revolução, entre elas uma entrevista com o presidente do BC cubano, Che Guevara. Havia bastante curiosidade sobre como o médico guerrilheiro faria a gestão da moeda.

As reportagens foram escritas, mas a entrevista nunca chegou a ser publicada. Segundo Ib, Che não entendia bulhufas de economia e muito menos de política monetária. O depoimento seria uma entrevista ao avesso, ou seja, um texto sobre o seu desconhecimento radical em relação aos rudimentos necessários  para o exercício daquela função.

Ib preferiu, então, não divulgar a entrevista. Uma pena. São pequenos detalhes como estes que fazem o bordado da História. Em tempo: à época, o redator-chefe da Conjuntura Econômica era Paulo Rabello de Castro, atual presidente do BNDES. Ib era militante ferrenho do partidão e foi atraído para o lado contrário da força pelo encantador de serpentes, Roberto Campos, que adorava converter comunistas.

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19/10/17 9:06h

Altemo

disse:

Interessante encontrar aqui uma matéria sobre meu tio Ib Teixeira .

18.10.17
ED. 5727

Celebração antecipada

O Palácio do Planalto avalia a possibilidade de Michel Temer fazer um pronunciamento à Nação às vésperas da votação do pedido de abertura de processo na Câmara. Como a vitória na Casa é dada como certa, os assessores de Temer enxergam mais prós do que contras na iniciativa.

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18.10.17
ED. 5727

De olho

O fundo Mubadala está de olho no pré-sal brasileiro.

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18.10.17
ED. 5727

Acerto de contas

O relatório do UBS avaliando a BR Distribuidora em R$ 29 bilhões foi uma ducha de água fria para a Petrobras. Por ora, as simulações feitas pela companhia projetam um valuation superior a R$ 35 milhões. Não chega a ser uma diferença abissal, mas talvez, a contragosto, a estatal tenha de calibrar suas pretensões.

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18.10.17
ED. 5727

Um acordo que vale mil postos de trabalho

Há uma negociação aberta entre a Ecovix e a Petrobras para o equacionamento de um impasse que se arrasta desde o ano passado e inviabiliza as atividades no estaleiro gaúcho. No dia 10 de outubro, o diretor-presidente da empresa, Christiano Bastos Morales, enviou carta ao diretor executivo de Desenvolvimento de Produção e Tecnologia da estatal, Roberto Moro – à qual o RR teve acesso –, com propostas para o aproveitamento econômico das estruturas já construídas da P-71. No fim de 2016, a Petrobras suspendeu o contrato de montagem da plataforma.

O cancelamento da encomenda deixou a companhia com um problema financeiro e outro físico, que, somados, praticamente impedem a utilização do estaleiro: são mais de 38 mil toneladas de blocos já executados da P-71 espalhados pelo dique seco e áreas adjacentes da empresa. Por força de contrato, cabe à Petrobras arcar com as despesas referentes ao descarte da plataforma. Estima-se que o custo total seja da ordem de R$ 124 milhões incluindo o pagamento de tributos e o sucateamento da estrutura.

A Ecovix, braço de construção naval da Nova Engevix, se propõe a utilizar R$ 112 milhões desse valor para concluir a solda dos blocos já construídos e regularizar a P-71 junto à Receita Federal. Os R$ 12 milhões de diferença seriam devolvidos à própria estatal, que, assim, reduziria parte das perdas decorrentes de suas obrigações contratuais. Em contrapartida, a Ecovix passaria a ser a proprietária da plataforma, podendo vender a estrutura a terceiros.

Além de liberar o espaço físico no estaleiro, a empresa, hoje em recuperação judicial, ganharia fôlego para disputar contratos na esteira dos novos leilões do pré-sal, programados para o fim do mês. Isso para não falar que o acordo com a Petrobras levaria à contratação imediata de aproximadamente mil trabalhadores pelo prazo de 13 meses, tempo estimado para a conclusão da P-71. Não é pouca gente.

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18.10.17
ED. 5727

Remake em família

O empresário Josué Gomes da Silva, filiado ao PMDB, tem sido recorrentemente citado dentro do PT. Seria um nome com múltiplas valias: Josué poderia ser candidato ao Senado ou repetir o pai, José Alencar, e ser vice na chapa à Presidência da República. Ajudaria também a recompor a interlocução do PT com o empresariado e o mercado, suprindo a lacuna deixada por Antonio Palocci.

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18.10.17
ED. 5727

Pneu queimado

O empresário Eduardo Souza Ramos, sócio da Mitsubishi no Brasil, quer ter a própria montadora japonesa no capital da MMC Automóveis, fabricante e distribuidora da marca no país. A porta de entrada seria a compra da participação de André Esteves e outros acionistas do BTG, em torno de 25%. O problema é convencer os japoneses a embarcar no negócio no momento em que a empresa está maculada pela Operação Zelotes – dois de seus executivos foram condenados por pagamento de propina a conselheiros do Carf.

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18.10.17
ED. 5727

Âncora forte

A China Merchants Port quer ficar sozinha no Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP). Após pagar R$ 2,9 bilhões por 90% do TCP, pretende fisgar os 10% restantes, divididos entre as empresas de participações Soifer, TUC e Pattac.

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18.10.17
ED. 5727

Presidenciável

Segundo alta fonte do DEM, as conversas com o presidenciável Luciano Huck preveem sua “desincompatibilização” da Globo já em dezembro.

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18.10.17
ED. 5727

Mister mídia

Luiz Eduardo Baptista alimenta a expectativa de ser o n. 1 da AT&T/Time Warner no Brasil – a primeira comprou o controle mundial da segunda. Baptista, que já preside a Sky, controlada pela AT&T, passaria a comandar também os canais por assinatura da Time Warner. Ou seja: teria poder sobre a produção e a distribuição de conteúdo.

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18.10.17
ED. 5727

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Banco Clássico, Mitsubishi e TCP.

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