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Planos
09.10.17
ED. 5721

Temer abre as portas da Caixa para a banca estrangeira

O governo pretende atrair bancos estrangeiros para participar da privatização da Caixa Econômica Federal. A decisão de venda da CEF será anunciada em pronunciamento do presidente Michel Temer, no final do ano, junto com diversas outras medidas de reestruturação da máquina do Estado, além da comunicação solene de que o governo pretende incluir o Bolsa-Família na Constituição. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, já confirmou que está estudando a operação.

A responsabilidade pelo desenho da privatização está nas mãos do presidente da Caixa, Gilberto Occhi. O governo quer tratar da comunicação com cuidado, devido à delicadeza política do assunto. A venda da CEF é uma das raras operações capazes de gerar os recursos extraordinários para o equilíbrio das contas públicas, em 2018, um ano em que os calendários fiscal e eleitoral se entrechocam.

Entre os cinco bancos do governo – Banco do Brasil, BNB, Basa, BNDES e a própria CEF – a Caixa sempre foi a instituição financeira preferencial para efeito de privatização. Muito provavelmente devido ao seu maior grau de superposição com o Banco do Brasil. A venda da CEF viria na esteira da anunciada privatização da Eletrobras. O modelo de negócios, contudo, seria o da privatização do controle em leilão, ao contrário da holding do setor elétrico. O motivo é que as instituições financeiras têm de ter dono; não podem ter seu controle pulverizado.

No passado, diversos bancos estrangeiros tentaram a sorte no mercado brasileiro. Não tiveram êxito. Sobrou apenas um de mais de uma dezena: o Banco Santander. A CEF faz parte de um seleto grupo de cinco instituições financeiras que detém 80% dos ativos bancários nacionais. A Caixa tem 95 mil funcionários, mais de quatro mil pontos de atendimento e aproximadamente 80 milhões de clientes. A expectativa é que venha um candidato chinês por ai. Vai ter de descascar um abacaxi social e político de dimensões épicas.

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09.10.17
ED. 5721

Se correr o bicho pega

Não fosse o medo de que a iniciativa pareça uma desfeita aos órgãos reguladores de fiscalização, Camargo Corrêa, Odebrecht e Andrade Gutierrez teriam se reunido para pedir uma arbitragem internacional sobre o seu acordo de leniência no Brasil. Do jeito que está, vivem em um looping com decisões divergentes e alternadas do Ministério Público Federal, Ministério da Transparência, Advocacia-Geral e Tribunal de Contas da União. Nem os mais corruptos merecem essa tortura.

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09.10.17
ED. 5721

Ponte aérea

O plano de voo da HNA Group no Brasil tem duas rotas prioritárias: o leilão do aeroporto de Congonhas e a compra dos 49% da Infraero no Galeão, do qual os chineses já são acionistas. Nos dois casos, o HNA deverá ter a companhia do Changi Group, de Cingapura, seu sócio no aeroporto do Rio.

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09.10.17
ED. 5721

Fundo soberano

O fundo soberano Abu Dhabi Investment Authority está em busca de terras no Brasil.

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09.10.17
ED. 5721

Constantino II, a missão

Segundo o RR apurou, a delação de Lucio Funaro deverá custar um recall a Henrique Constantino, um dos acionistas da Gol, que fechou acordo de colaboração com a Lava Jato. Colaboração, assim, assim… A partir dos depoimentos dos doleiros, os procuradores de Curitiba estão convictos de que Constantino tem mais a contar sobre suas doações ilegais a Michel Temer e ao PMDB.

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09.10.17
ED. 5721

Chão de fábrica

Gilberto Kassab tem se empenhado em aproximar Henrique Meirelles, pré-pré-candidato do PSD à Presidência da República, dos movimentos sindicais. Na empreitada, tem o auxílio do presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, também fi liado ao partido. Se é que Patah ainda é visto por seus pares como líder sindical. Durante a votação da reforma trabalhista, ele foi bastante criticado dentro da própria UGT pela posição dúbia em relação ao governo Temer.

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09.10.17
ED. 5721

Contagem regressiva

Existe uma articulação entre o vice-presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Paulo Wanderley, e conselheiros para, digamos assim, convencer Carlos Arthur Nuzman a renunciar, em definitivo, à presidência da entidade – no fim de semana o cartola anunciou seu afastamento temporário do cargo. Uma das alegações é o risco de o COB sofrer uma revoada de patrocinadores e parceiros.

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Por falar em patrocinador, a prisão de Carlos Arthur Nuzman calou fundo em Renato Rique, acionista e presidente da empresa de shoppings Aliansce. Não faz nem quatro meses que ele renovou contrato com o COB, mantendo sua marca no cast de apoiadores da gestão Nuzman. Se fosse hoje…

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09.10.17
ED. 5721

As perigosas curvas da EcoRodovias

As tratativas para o aumento da participação da italiana Gavio no capital da EcoRodovias têm passado por solavancos. Em paralelo às negociações com a família Rego Almeida, o grupo europeu estaria comprando ações da empresa em mercado. A movimentação levou atritos à mesa de negociações e acendeu um sinal de alerta entre os herdeiros de Cecilio do Rego Almeida em relação às intenções dos italianos. Segundo a fonte do RR, o acordo pode até sair, mas com uma série de amarras que impeçam a Gavio de avançar sobre o controle da holding de concessões.

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09.10.17
ED. 5721

Família Campos em lados opostos

O clã de Eduardo Campos poderá sofrer uma dolorosa cisão, capaz de bagunçar o jogo político em Pernambuco. Ana Arraes, mãe do ex-governador, cogita deixar o Tribunal de Contas da União para se candidatar ao Senado pelo Podemos, partido de seu outro filho, Antônio Campos. Seria um duro golpe para o PSB em Pernambuco.

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09.10.17
ED. 5721

Caixa de campanha

O Movimento Brasil Livre (MBL) está ávido para mordiscar um pedaço do “fundo partidário” criado por Luciano Huck, Nizan Guanaes e Abílio Diniz, entre outros abastados, para financiar candidatos em 2018. A meta do MBL é eleger ao menos 15 deputados federais, a começar por Kim Kataguiri – um dos fundadores do Movimento.

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09.10.17
ED. 5721

Disputa pelo passe

O Partido Novo entrou na disputa pelo “passe” do ex-ministro do STF Carlos Ayres Britto. Rede e PSB já estão na fila.

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09.10.17
ED. 5721

Arrastão

Jair Bolsonaro, de saída do PSC, sequer definiu seu novo partido. Ainda, assim, tem trabalhado dentro do Congresso para montar uma coalizão de pequenas e médias siglas em torno da sua candidatura à Presidência. As conversas passam pelo PRP, PROS e o PEN – o mais cotado para encabeçar a chapa. Quanto mais partidos, mais tempo na TV.

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09.10.17
ED. 5721

Ponto final

Procurados, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: COB, HNA Group, Changi Group e EcoRodovias.

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