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Planos
02.10.17
ED. 5716

Novo rombo na Funcef deflagra batalha na Justiça

A Funcef é um vulcão prestes a entrar em erupção. O magma vem do novo plano de equacionamento do déficit atuarial do fundo de pensão, referente a 2016. Segundo o RR apurou, a proposta já está em elaboração e será encaminhada à Previc (Secretaria de Previdência Complementar) até novembro. A área jurídica da Funcef prepara-se para uma batalha contra os próprios benefeciários.

As principais associações representativas dos funcionários e aposentados da Caixa Econômica já se mobilizam para barrar o novo plano na Justiça. Mais do que isso: miram sua artilharia nos próprios dirigentes da fundação. Entidades como a Federação Nacional das Associações de Aposentados e Pensionistas da Caixa (Fenacef) e a Associação Nacional e Independente dos Participantes da Funcef (Anipa) pretendem responsabilizar judicialmente o presidente da Funcef, Carlos Vieira, e, sobetudo, seus antecessores mais recentes, Guilherme Lacerda e Carlos Alberto Caser, pelos seguidos rombos atuariais do fundo de pensão. Pelo terceiro ano consecutivo, a Funcef terá de lançar mão de um plano de equacionamento para cobrir seu buraco financeiro.

Entre 2014 e 2015, o déficit acumulado somou R$ 12 bilhões. Em 2016, o rombo no plano REG/Replan chegou a R$ 5,76 bilhões. Devido às perdas de 2014 e 2015, os funcionários e aposentados da Caixa já tiveram uma mordida adicional de 10,6% sobre seus salários e benefícios. Os planos de 2014 e 2015 já foram parar na Justiça. No ano passado, trabalhadores da Caixa chegaram a obter a uma liminar para suspender a cobrança da contribuição extra. A decisão cautelar, no entanto, foi cassada. Agora, o contencioso recrudesce com ingredientes ainda mais apimentados. Além do novo déficit, a Operação Greenfield empurrou de vez os prejuízos da Funcef para a esfera criminal.

O juiz Vallisney de Souza, da 10ª  Vara Federal de Brasília, já aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réus Guilherme Lacerda e Carlos Alberto Caser – além de outros ex-dirigentes do fundo. As gestões de ambos foram marcadas por operações sob investigação, entre as quais a Sete Brasil e a OAS. Procurada pelo RR, a Funcef não quis se pronunciar, assim como a Fenacef. A Anipa, por sua vez, confirmou a ação na Justiça contra os planos de 2014 e 2015 e também a contestação ao novo déficit atuarial, de 2016 – no que deverá ter a companhia de outras associações congêneres. Além de responsabilizar dirigentes do fundo, a entidade exige a “recuperação dos valores evadidos nessas operações deficitárias, a fim de recompor as reservas dos planos”.

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02.10.17
ED. 5716

Fim de festa no Ultra

O Grupo Ultra, ao que parece, jogou a toalha em relação à compra da Liquigás. Segundo o RR apurou, já desmobilizou boa parte da equipe dedicada à operação, com a dispensa advogados e consultores externos. O “não”do Cade é dado como certo.

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02.10.17
ED. 5716

Presidência de honra

Fernando Henrique Cardoso tem feito gestões para ser convidado a assumir a presidência de honra do Partido Novo. Se vai aceitar é que são elas. FHC é da estirpe que manda carta para si próprio e fica matutando se responde.

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02.10.17
ED. 5716

“Intervenção”

No auge da convulsão na Rocinha, Pezão chegou a cogitar a nomeação de um militar da reserva para a secretaria de Segurança do Rio. Não seria um caso inédito em tempos de governo civil: o general Nilton Cerqueira ocupou o cargo na gestão de Marcello Alencar.

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02.10.17
ED. 5716

Está tudo dominado

Uma amostra do poder de Michel Temer no Congresso: nas contas do Planalto, 15 dos 36 deputados do PSB vão votar “não” à abertura do processo contra Temer, dando de ombros à determinação do partido.

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02.10.17
ED. 5716

Doria reforça seu paiol nas mídias sociais

O bombardeio de João Doria nas redes sociais vai se intensificar. A Prefeitura de São Paulo vai anunciar nos próximos dias a contratação da nova agência que cuidará de sua comunicação digital – a concorrência gira em torno de R$ 100 milhões. Um dos candidatos mais cotados é a Lua Propaganda, de André Gomes. Neste caso, a sintonia com o staff de comunicação de Doria seria automática. Gomes é genro do marqueteiro Nelson Biondi, responsável pelos filmetes de 30 segundos gravados por Doria na semana passada para serem exibidos no horário eleitoral gratuito do PSDB neste mês.

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02.10.17
ED. 5716

“Partido da Riachuelo”

Funcionários das Lojas Riachuelo estão organizando uma manifestação nacional – e, ao que consta, espontânea –em apoio aos acionistas da empresa, leia-se a família Rocha. O motivo é o mesmo que levou empregados da holding, o Grupo Guararapes, a fazerem uma passeata em Natal na semana passada: a ofensiva do Ministério Público do Trabalho (MPT) contra a companhia. O MPT pede à Justiça que o Guararapes seja multado em R$ 37 milhões por supostas ilegalidades em oficinas de costura que prestam serviços ao grupo. Em uma dessas manifestações, periga o empresário Flavio Rocha, cortejado pelo Partido Novo, cair nos braços do seu povo e lançar em praça pública sua candidatura à Presidência da República.

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02.10.17
ED. 5716

Macri volta ao Brasil entre as brumas do passado

O Grupo Macri – conglomerado de empresas da família do presidente argentino Mauricio Macri – prepara seu retorno ao Brasil. Executivos da companhia têm circulado pelo Centro-Oeste em busca de terras para a produção de soja. Os planos passam também pela área de logística. Segundo o RR apurou, o Macri sondou a ADM e a Louis Dreyfus, tradings agrícolas interessadas na privatização da Ferrogrão, prevista para 2018. O grupo tem negócios em logística ferroviária na Argentina. Caso o retorno ao Brasil se confirme, um dos desafios do Grupo Macri será apagar a péssima imagem que deixou em sua primeira encarnação no país. O episódio mais notório foi o da Chapecó – os argentinos abandonaram a empresa, largando para trás cinco mil desempregados e uma dívida de R$ 600 milhões com o BNDES. Houve outros casos menos badalados, como o da Qualix Serviços Ambientais, de coleta de lixo. A Qualix entrou em recuperação judicial e mudou seu nome para Sustentare Serviços Ambientais. O rolo é tão grande que, no setor, há quem diga que até hoje a família Macri tem um pedacinho da empresa – a Sustentare nega.

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02.10.17
ED. 5716

Cabify no acostamento

O Cabify, versão espanhola do Uber, está perdendo combustível no Brasil. Faltam aportes da matriz e, sobretudo, passageiros: o aplicativo soma 3% do mercado. O projeto em tramitação na Câmara que amarra a atuação dos aplicativos de transporte pode ser a gota d ́água. No escritório da empresa, a percepção é que, se a proposta passar, o Cabify pega o primeiro táxi de volta para a Espanha.

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02.10.17
ED. 5716

Rondando as salas de aula

O norte-americano HIG Capital ronda as salas da aula da Somos Educação, leia-se Tarpon Investimentos.

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02.10.17
ED. 5716

Linhagem

Recém-condenado por Sérgio Moro a 15 anos de prisão, o ex-gerente da Petrobras Roberto Gonçalves negocia um acordo de delação com a força tarefa da Lava Jato. Gonçalves vem a ser o substituto do notório Pedro Barusco na estatal. Em todos os sentidos.

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02.10.17
ED. 5716

Entrega das chaves

A Vinci Partners, de Gilberto Sayão, deverá se desfazer de sua participação societária de 15% na locadora de automóveis Unidas. A operação está avaliada em R$ 150 milhões. Dona de 20% do capital, a norte-americana Enterprise é forte candidata a ficar com a fatia e se transformar no maior acionista individual da companhia.

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02.10.17
ED. 5716

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Grupo Ultra, Cabify e Unidas.

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