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Planos
18.09.17
ED. 5706

Votorantim avança rumo ao leilão das usinas da Cemig

O leilão das usinas da Cemig, previsto para o próximo dia 27, deverá contar com a participação de dois dos maiores conglomerados empresariais do país. A exemplo da Vale, o Votorantim pretende entrar na disputa pelas hidrelétricas que pertenciam à companhia mineira e foram retomadas pelo governo federal. Segundo o RR apurou, uma das hipóteses em estudo no grupo é buscar uma associação com a própria Cemig – não por coincidência modelo também cogitado pela mineradora.

A parceria funcionaria como um hedge, uma forma de evitar uma futura e provável contestação jurídica à venda das hidrelétricas. A participação do Votorantim na licitação é vista com bons olhos no governo por acirrar a disputa pelos ativos – o valor mínimo das quatro usinas (Jaguara, São Simão, Miranda e Volta Grande) está fixado em R$ 11 bilhões. De quebra, crescem as chances de as geradoras permanecerem sob controle nacional – entre os principais candidatos ao leilão predominam empresas estrangeiras, como a chinesa State Power Investment Corporation, a franco-belga Engie e a espanhola Iberdrola. Aos olhos da terceira geração dos Ermírio de Moraes, o Votorantim está diante de uma oportunidade rara para se consolidar como um dos grandes grupos de geração do país com a compra de ativos amortizados e rentáveis.

Estima-se que construir quatro usinas equivalentes do zero custaria, por baixo, o valor mínimo da outorga estabelecido para o leilão. E isso sem a garantia de demanda, ao contrário do quarteto de geradoras, que tem comprador assegurado para praticamente toda a energia que produz. O que era uma operação auto-centrada, predominantemente voltada ao fornecimento de energia para as plantas industriais do próprio grupo, está se consolidando como um dos negócios mais promissores do Votorantim.

São 32 hidrelétricas e cinco térmicas, com capacidade somada próxima de 2,6 gigawatts (GW), que respondem por aproximadamente 10% do faturamento da holding, algo como R$ 3,5 bilhões por ano. A compra das usinas da Cemig colocaria a Votoratim Energia entre os três maiores grupos privados da área de geração no país, com 5,5 GW, atrás apenas da Engie e da China Three Gorges. Esse número, ressalte-se, seria ampliado em mais 600 megawatts já a partir de 2019, quando o complexo de usinas eólicas que o Votorantim está montando no Piauí atingir a produção máxima estimada – o investimento gira em torno de R$ 1,2 bilhão. Entram nesta conta ainda os 300 MW dos 11 projetos de pequenas centrais hidrelétricas em desenvolvimento no grupo.

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18.09.17
ED. 5706

Efeito colateral

A direção da Petrobras discute o rompimento do contrato com o escritório Trench, Rossi e Watanabe (TRW), envolvido no caso JBS. O TRW presta serviços à estatal na área de compliance. Segundo o RR apurou, o atual contrato, no valor de R$ 96 milhões, vence no primeiro semestre de 2018. Consta que, há alguns meses, a Petrobras teria pressionado o escritório a interromper sua relação contratual com a JBS, por conta de potencial conflito de interesses no âmbito da Lava Jato.

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18.09.17
ED. 5706

Futuro best-seller

Eduardo Cunha vem escrevendo diariamente na cadeia. São manuscritos e mais manuscritos, que, por ora, não mostra sequer aos seus advogados.

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18.09.17
ED. 5706

Pantomina

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga supostas irregularidades nas operações entre J&F e BNDES começou mal. Em três dias, foram apresentados 130 requerimentos de audiência – algo sem paralelo entre as CPMIs dos últimos anos. O que não falta é parlamentar querendo tirar um pedacinho desse bife e garantir alguns minutos em rede nacional.

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18.09.17
ED. 5706

A briga que mudou a história na Odebrecht

Não tivesse ocorrido a lavação de roupa suja e rompimento entre os ex-sócios Marcelo Odebrecht e Bernardo Gradin, a história poderia ser contada hoje de uma forma diferente. Na ausência de Marcelo, o ex-parceiro Bernardo assumiria naturalmente a presidência do grupo. O antigo colega conhece tudo da casa, já tendo presidido a Braskem, joia da coroa do império Odebrecht. Bernardo prestou um depoimento espontâneo à Polícia Federal. E ficou tudo certo. Não fosse o contencioso, poderia estar sentado na cadeira de Marcelo.

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18.09.17
ED. 5706

Um sobrenome que pesa para o Grupo Amaggi

A operação de busca e apreensão no apartamento de Blairo Maggi calou fundo no Grupo Amaggi, de propriedade do ministro e familiares. O clã tem discutido medidas para blindar seus negócios e evitar que eventuais desdobramentos das investigações respinguem na companhia. Tudo, ressalte-se, tem sido alinhado com Blairo. O maior fator de preocupação é o que pode estar por vir na delação de Silval Barbosa, ex-governador do Mato Grosso e ex-aliado do ministro da Agricultura. Conforme o RR informou na edição de 4 de setembro, nos depoimentos Silval aponta sua metralhadora na direção de grupos agropecuários com negócios no estado.

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18.09.17
ED. 5706

O “Pato da Fiesp” e o “Kibe”

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, costura o apoio do PSD a sua candidatura ao governo de São Paulo no ano que vem, a exemplo do que ocorreu em 2014. Desta vez, no entanto, a aliança teria um upgrade: a presença de Gilberto Kassab como candidato a vice. O dueto interessa, sobretudo, a Skaf, que, assim, neutralizaria um possível concorrente na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. De quebra, estima-se que a coalizão com o PSD acrescentaria um tempo extra de mais de um minuto e meio para Skaf brilhar na TV.

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18.09.17
ED. 5706

O aquecimento da Arauco

A chilena Arauco comprou a operação da sua conterrânea Masisa no Brasil. Mas o seu grande sonho de consumo no segmento de painéis de madeira é a Eucatex, da família Maluf.

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18.09.17
ED. 5706

Tasso faz muito bem

Um sinal de que a ala oposicionista do PSDB desta vez nem vai se dar ao trabalho de bater bumbo pela denúncia contra Michel Temer. O presidente interino do partido e um dos principais defensores do desembarque do governo Temer, Tasso Jereissati, viajou para os Estados Unidos. Avisou a aliados que ficará oito dias “fora do ar”.

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18.09.17
ED. 5706

Os petroleiros agradecem

O anúncio do plano de equacionamento da Petros praticamente aniquilou as chances da fundação fazer um novo aporte na Paranapanema. Os petroleiros agradecem.

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18.09.17
ED. 5706

Melhor assim

A participação de Geraldo Alckmin em evento marcado para hoje na Federação das Indústrias de Minas Gerais causou uma saia justa entre tucanos. Ainda ontem, discutia-se a presença ou não de Aécio Neves no encontro com empresários mineiros. Apenas no fim da tarde, ficou definido que Aécio não estará presente. Para alívio de Alckmin.

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18.09.17
ED. 5706

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Votorantim, Petrobras e Trench, Rossi e Watanabe.

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