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Planos
15.09.17
ED. 5705

Banco Central e CVM estão de olho no mercado de bitcoins

Os órgãos reguladores, notadamente Banco Central e CVM, estão atentos ao crescimento do mercado de bitcoins e outras moedas digitais no país. Ambos criaram grupos de trabalho para acompanhamento e estudo destes novos ativos monetários. A CVM, inclusive, tem promovido encontros com agentes financeiros para debater o tema. O RR não conseguiu apurar se a Polícia Federal também está debruçada sobre o assunto.

Nos Estados Unidos, as questões criminais que assolam esse mercado são tratadas pelo FBI. Os riscos vêm dos mais diversos lados: ausência de regulação, falta de lastro físico, esquemas de pirâmides, bolsas falsas, ataques cibernéticos, roubo de dados. Procurada pelo RR, a CVM fez questão de deixar claro que não é de sua competência “a regulamentação de moedas”. Mas que é da sua alçada “atuar sempre que houver ofertas públicas de valores mobiliários ligados ou relacionados, de alguma forma, à aplicação em moedas”.

Consultada se já existe algum processo em tramitação ou análise referente a aplicações em bitcoins, a autarquia não se pronunciou. Estima-se que o total de moedas digitais em circulação no país passe de R$ 1 bilhão. A “olho nu”, trata-se de uma fatia pequena do bolo global: mais de US$ 140 bilhões. No entanto, o Brasil já é o quarto maior mercado do mundo em volume negociado, segundo dados do Bitcoin Average. A FoxBit, a maior bolsa local, tem mais de 50 mil registros de investidores – em seu site, é possível acompanhar em tempo real o frenético ritmo de compra e venda de moedas, com a “identificação” dos negociantes.

As autoridades reguladoras têm monitorado as empresas de investimento, corretoras e consultorias que estão invadindo a internet com propostas de intermediação ou “aconselhamento” para aplicações em bitcoins e congêneres. A mais conhecida é a Empiricus, pertencente à norte-americana Agora. A empresa diz possuir, “entre outros conteúdos, um estudo sobre cripto-moedas em que apresenta aos seus assinantes o potencial e os riscos deste novo mercado”.

E os órgãos reguladores, perguntou o RR? A Empiricus garante “ainda não ter recebido qualquer consulta sobre o tema”. O bitcoin é apresentado como se fosse o mercado mais seguro do mundo, embora seja uma terra de ninguém. Volta e meia surgem casos de assaltantes dos ativos digitais. Um dos episódios mais famosos foi o roubo de 96 mil bitcoins, avaliadas em US$ 56 milhões, realizado por hackers no site Sheep Marketplace. Mais recentemente, uma casa de câmbio de Hong Kong, a Bitfinex, foi furtada em moedas digitais no valor equivalente a US$ 72 milhões.

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15.09.17
ED. 5705

Exumação

Gabriel Chalita, o protegido de Michel Temer, é só o fio da meada das campanhas peemedebistas. O doleiro Lucio Funaro abriu para a Lava Jato as vísceras das candidaturas majoritárias do PMDB em São Paulo desde 2006, com destaque para Paulo Skaf em 2010 e 2014. Temer está em todas.

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15.09.17
ED. 5705

Desvio de foco

Diria o Dr. Pangloss: o novo conflito de Abilio Diniz com o Casino veio em boa hora. Vai desviar o foco dos problemas que ele enfrenta na BRF.

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15.09.17
ED. 5705

Mãos ao alto

Somente neste ano, os prejuízos da Lojas Americanas com roubos de carga e assaltos a lojas no Rio de Janeiro já teria passado dos R$ 20 milhões. Não é à toa que Luiza Helena Trajano, dona do Magazine Luiza, não quer abrir nem um quiosque no estado.

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15.09.17
ED. 5705

Chegadas e partidas

O IPO do programa de milhagem da Azul, o Tudo Azul, enfim vai decolar. A operação estaria guardada no hangar por conta de uma questão na fronteira entre o pessoal e o corporativo: o divórcio e consequente partilha dos bens de David Neeleman.

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15.09.17
ED. 5705

Planalto ergue sua muralha anti-Janot

O Palácio do Planalto e sua máquina de esmagar denúncias da Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer já trabalham a pleno vapor. Nos últimos dois dias, o próprio Temer esteve pessoalmente com 46 deputados, contabilizando-se apenas a agenda oficial – fora as dezenas de telefonemas. Na paralela, o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, tem mantido uma intensa rotina de encontros com pequenos grupos de parlamentares do baixo clero, o que, dentro do próprio Palácio, já lhe valeu o jocoso apelido de “Poupa Tempo”. Imbassahy vem cumprindo a missão de massagear a vaidade de deputados inexpressivos, reduzindo a demanda de audiências com o próprio Temer. A rejeição, na Câmara, do segundo pedido de abertura de processo encaminhado pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, é dada como certa. Segundo o RR apurou, ontem à tarde a planilha do ministro Eliseu Padilha, que nunca erra, já contabilizava 260 votos certos contra a denúncia, muito perto do número de 263 deputados que desviaram a primeira flechada de Janot na direção de Temer.

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15.09.17
ED. 5705

Excesso de zelo

O presidente da OAB, Cláudio Lamachia, tem sido criticado por alguns de seus pares no Conselho devido à suspensão cautelar do registro do ex-procurador Marcelo Miller. Não obstante a aparente gravidade do caso, o entendimento é que a decisão foi rápida demais. Há quem lembre, inclusive, de José Dirceu, que, guardadas as devidas proporções, manteve seu registro durante meses, mesmo após ser preso.

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15.09.17
ED. 5705

Pesos e medidas

A investida da Lava Jato sobre Carlos Arthur Nuzman e o Comitê Olímpico do Brasil (COB) tem causado níveis distintos de preocupação no PC do B, que cedeu dois ministros dos Esportes durante as obras da Rio-2016. Em relação a Aldo Rebelo, que ocupou o cargo de 2011 e 2015, a aflição é baixa. Consta que o santo de Rebelo não batia com o de Nuzman, e ambos mal se falavam. O mesmo já não se aplica a Orlando Silva, que permaneceu no Ministério de 2006 a 2011. Nesse caso, o termômetro do PC do B acusa temperaturas mais altas. À época, já se dizia no partido que Silva estava excessivamente próximo do presidente do COB.

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15.09.17
ED. 5705

Rebaixamento na TIM

Amos Genish, n. 1 da Telecom Italia, assumiu com rédeas curtas as decisões estratégicas da TIM Brasil, o maior negócio do grupo fora da Europa. Genish tem feito de gato e sapato o presidente da empresa, Stefano de Angelis, transformando-o em uma espécie de “sub-CEO”.

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15.09.17
ED. 5705

Direcionamento de rota

A francesa Vinci, que está pousando no capital da Invepar pelas mãos do Mubadala, vai direcionar sua rota para o leilão do aeroporto de Congonhas.

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15.09.17
ED. 5705

Velha Schin

A Heineken vai ter de suar hectolitros para colocar a antiga Brasil Kirin nos eixos. As marcas compradas do grupo japonês, encabeçadas pela Schin, acumularam entre janeiro e agosto uma queda de vendas superior a 20%. Podia ser pior. No segundo trimestre, especificamente, a retração passou dos 35%.

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15.09.17
ED. 5705

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Lojas Americanas, Heineken e Vinci.

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