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Planos
13.09.17
ED. 5703

Benjamin Steinbruch vai?

Benjamin Steinbruch está prestes a ser jogado do trem. E junto com ele a Valec. A solução desenhada pela Casa Civil para a Transnordestina prevê a saída da CSN e da estatal – a autarquia é dona de 41% do consórcio. A operação passaria pela Medida Provisória 752/16, que deu ao governo o poder de retomar licenças de infraestrutura por meio de uma “devolução amigável”, um eufemismo para “cassação”.

Dependendo do quão seja esse “amigável”, Benjamin poderia deixar o negócio levando uma indenização, como reza a MP. Neste momento, um grupo interministerial encabeçado por Eliseu Padilha está ultimando os estudos de viabilidade econômico-financeira da Transordestina. A ideia é que tudo fique pronto ainda neste mês.

Levantamento preliminar indica que a ferrovia precisará de quase R$ 5 bilhões para ser concluída, e não apenas R$ 3 bilhões como se estimava anteriormente. Da CSN e da Valec é que esse dinheiro não deverá sair. A retomada permitiria ao governo relicitar a concessão da Transnordestina. De quebra, funcionaria como uma “higienização” de um projeto que está atrasado em quase dez anos e cercado de denúncias de irregularidades, que levaram o TCU a suspender as obras.

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13.09.17
ED. 5703

Benjamin Steinbruch volta?

Benjamin Steinbruch está lustrando suas armas para investir na aquisição de ações da Vale em Bolsa. O empresário pretende montar uma participação expressiva na mineradora. O espelho é o modelo Usiminas, na qual ele é um investidor relevante com interesses em sinergias futuras com a CSN. A própria reestruturação societária da Vale criou condições mais propícias para uma investida desta natureza. A pulverização do capital aumenta a flexibilidade para que ele faça suas operações de aquisição no mercado. A engenharia montada por Benjamin Steinbruch pode envolver também a Congonhas Minérios, controlada pela CSN. Há motivações cruzadas nesta direção. Sabe-se que a Vale tem interesse no ativo; Benjamin, por sua vez, precisa gerar caixa para reduzir o a alavancagem de sua siderúrgica.

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13.09.17
ED. 5703

Cerco ao Comperj

Por enquanto não há manifestação de interesse por parte dos chineses na aquisição do Comperj, projeto da Petrobras abalroado pela Lava Jato. Mas Itaboraí (RJ) tem recebido uma invasão dos asiáticos. No centro da cidade, logo depois do bairro de Manilha, um prédio novinho será ocupado só por chineses.

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13.09.17
ED. 5703

Recall elétrico

No QG da Lava Jato em Curitiba, a expectativa é que a “delação da delação” dos executivos da Camargo Corrêa atire “para matar” contra José Sarney, Edison Lobão, Valmir Raupp, entre outros peemedebistas com ascendência sobre o setor elétrico. A Odebrecht já mostrou o caminho das pedras.

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13.09.17
ED. 5703

Ponto de abrasão

O plano nacional de banda larga é mais um ponto de abrasão entre Gilberto Kassab e o presidente da Anatel, Juarez Quadros. Na agência, a percepção é que o ministro virou as costas para o projeto.

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A China Tiesiju Civil Engineering está garimpando ativos em construção pesada no Brasil. A empresa faz parte de um dos maiores conglomerados de infraestrutura do país, que inclui a China Railway Corporation, candidata à aquisição de concessões ferroviárias no Brasil.

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13.09.17
ED. 5703

Luciano Coutinho veste a armadura do acadêmico

O ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho traçou uma rota para atravessar o período de turbulência. Vai concentrar sua atividade e exposição em questões de ordem acadêmica, preferencialmente não relacionadas ao banco. Apesar da indissociabilidade com a LCA Consultoria, pretende se divorciar temporariamente de funções executivas, mesmo continuando ligado à empresa.

Luciano acha que o melhor desinfetante para as agruras sofridas com a Lava Jato é voltar a ser o que sempre foi: um economista industrialista, e escrever, escrever, como se não houvesse amanhã. Essa é sua chinese wall. Ele atravessa com a placidez de um monge os tormentos das circunstâncias, tais como o bloqueio dos seus bens por um juiz federal do Mato Grosso. Nada a ver com a Lava Jato. Aliás, o maior espalha-brasas entre todos os delatores, o empresário Joesley Batista, fez questão de ressaltar que Coutinho não tinha qualquer relação com suas operações pouco republicanas.

Em meio a tanta notícia desagradável, eis um fato positivo: Luciano Coutinho é um dos economistas com maior network entre os empresários de São Paulo e relacionamento no circuito internacional de agências de fomento. Ele continua a ser visitado, emitindo opiniões e prestando conselhos. Com seu jeito zen, não se arrepende sequer da longa temporada no BNDES, uma antiga obsessão profissional.

Coutinho largou umas das consultorias mais bem-sucedidas de São Paulo para dar expedientes de 15 horas com uma remuneração bem inferior à que tinha na sua empresa. Agora, inexoravelmente vai ter seu momento de Geni, tomando pedradas aqui e acolá. Por isso não é o momento de falar da teoria que fundamentava os “cavalos campeões” ou da exportação de serviços de engenharia. Em situações de linchamento não há defesa que se sustente. Mas, Coutinho faria quase tudo outra vez.

Seus amigos dizem que ele repensaria o timing de saída do banco, que poderia ter ocorrido quando se iniciaram os escândalos envolvendo a Petrobras. No entanto, ele quis se defender dentro da instituição. Depois do engenheiro Marcos Vianna foi o mais longevo presidente do banco e o mais identificado com a corporação. Quanto a sua gestão, os dados estão contidos no “livro verde”, com o qual o atual presidente, Paulo Rabello de Castro, vem defendendo a lisura e acerto técnico dos profissionais do banco.

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13.09.17
ED. 5703

Escudo minoritário

O BNDES identificou que a Triunfo Participações tem usado minoritários como escudo para evitar a execução de suas dívidas. Da parte do banco, vem mais chumbo grosso por aí.

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13.09.17
ED. 5703

Gregos e troianos

Curiosamente, Joesley Batista uniu os extremos em sua defesa. Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, é militante ferrenho contra a delação; já Pierpaolo Botini foi um dos primeiros a oferecer esse instituto aos seus clientes quando a Lava Jato estourou nas paradas.

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13.09.17
ED. 5703

Um candidato de aço

A Zelotes, ao que tudo indica, não tirou o prestígio de André Gerdau Johannpeter. O herdeiro da Gerdau está no radar do Partido Novo, que busca um nome para concorrer ao governo do Rio Grande do Sul. Ressalte-se que o empresário anunciou recentemente sua saída da presidência do grupo. Em tempo: o liaison entre o siderúrgico clã e o Partido Novo é feito pela estrela da sigla. Bernardinho, virtual candidato ao governo do Rio, não esconde sua admiração por Jorge Gerdau. Em suas palestras, costuma citar reflexões do empresário.

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13.09.17
ED. 5703

Empregos que batem asas

A Embraer tem um projeto estruturado para transferir, no horizonte de três anos, uma parcela da produção de aeronaves militares para os Estados Unidos. Nada muito diferente do que a empresa já fez com a montagem de jatos executivos, quase que inteiramente deslocada para a Flórida. É estranho que uma companhia pendurada no BNDES se torne uma grande exportadora de emprego do Brasil.

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13.09.17
ED. 5703

Ponto final

Procuradas pelo Relatório Reservado, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: CSN, Triunfo Participações e BNDES.

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