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Planos
11.09.17
ED. 5701

Contencioso com a CRT é o novo solavanco no caminho do PPI

Invepar, Queiroz Galvão e Carioca Engenharia surgem como um quebra-molas a mais na acidentada estrada do Programa de Parcerias para Investimentos (PPI). Na semana passada, segundo o RR apurou, a 8ª Vara Federal de Brasília deferiu o pedido de revisão de contrato da Concessionária Rio-Teresópolis (CRT), controlada pelo referido trio. A CRT é uma das concessões incluídas no PPI.

Ao menos, por enquanto. A ANTT tem até o fim de outubro para apresentar uma proposta de reequilíbrio contratual capaz de compensar distorções econômico-financeiras na concessão – procurada, a agência disse ainda não ter sido intimada sobre o caso. A decisão, no entanto, acendeu um sinal de alerta no governo: o receio é que os acionistas da CRT aproveitem a brecha para tentar evitar judicialmente a relicitação antecipada da concessão e brigar pela extensão do contrato.

O governo, ao que parece, terá de passar por ziguezagues nos tribunais para deslanchar o PPI. O caso CRT pode se transformar em perigosa jurisprudência e abrir brecha para que outras concessionárias em condições similares também questionem a licitação antecipada. O contrato da CRT expira apenas em 2021. Mas, na ânsia de catar de tudo que é lado concessões para engordar o PPI e adiantar receitas, o governo decidiu ofertar a autorização ao mercado de imediato.

Também se enquadra nesta situação uma das maiores operações rodoviárias do país, a Nova Dutra, da CCR. Sua licença vence igualmente em 2021, mas a concessão já foi jogada no balaio do PPI. O mesmo se aplica à Concer, da Triunfo Participações. Ao menos no caso da CRT, o temor do governo não é infundado: a petição impetrada pela companhia na 8ª Vara Federal, à qual o RR teve acesso, levanta a hipótese de prorrogação do prazo da licença da CRT como ressarcimento de perdas sofridas pela operadora. O documento cita prejuízos causados por questões variadas, do fechamento de praças de pedágio a reajustes de tarifas represados.

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O ex-presidente Lula tem sido ameaçado de morte. Pelo menos é o que diz um interlocutor íntimo. Segundo a fonte, Lula vai revelar as intimidações na audiência com o juiz Sérgio Moro, no próximo dia 13, em Curitiba. Daí para os comícios será um passo.


O testemunho de Antônio Palocci incriminando os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff é bombástico devido à proximidade intestina com ambos, mas não chega a ser revelador em relação aos depoimentos de Marcelo e Emilio Odebrecht. As “novidades” estão guardadas para a negociação da delação premiada. São mais de 50 empresas envolvidas com propinas.


A bomba H de Palocci sobre o setor privado vai surpreender pelo ineditismo dos nomes. O ex-ministro vai avançar em relação ao universo de 47 companhias que contrataram os préstimos de sua consultoria, a Projeto, entre 2007 e 20015.

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11.09.17
ED. 5701

A desavergonhada base aliada de Alckmin

A capitalização da Sabesp virou objeto de um descarado joguete político em São Paulo. Deputados aliados – muy aliados – de Geraldo Alckmin ameaçam brecar este e outros projetos de interesse do Palácio dos Bandeirantes na Assembleia Legislativa. O motivo da “rebelião”, liderada por parlamentares do PSB, PTB e do próprio PSDB, é o de sempre e pode se descrito sob a forma de cifrões.

Alckmin teria descumprido a promessa de liberação adicional de verbas do orçamento estadual. Geraldo Alckmin passou o feriadão trabalhando nos bastidores para conter o motim e evitar atrasos no redesenho da Sabesp. A proposta de criação de uma holding de saneamento que terá a estatal embaixo foi a engenharia encontrada pelo governo para capitalizar a empresa sem vender suas ações – operação que envolve até o IFC, do Banco Mundial.

Tudo, no entanto, pode ficar parado semanas, meses, se assim os deputados quiserem. A primeira represália mais aguda contra Alckmin veio na semana passada: vinte dos 21 líderes de bancadas da Assembleia assinaram um requerimento exigindo que o presidente da Casa, Cauê Macris (PSDB), coloque em votação a Proposta de Emenda à Constituição estadual (PEC 5) que altera o limite de remuneração do funcionalismo público e desarruma o orçamento paulista.

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11.09.17
ED. 5701

Arena pantanosa

O governo do Mato Grosso está entrando na Justiça para exigir a indisponibilidade de bens da Mendes Junior. O motivo é o descumprimento do contrato de construção da Arena Pantanal – três anos após a Copa do Mundo, as obras ainda não foram concluídas. Perto dos demais problemas da empreiteira – executivo condenado, inidoneidade, recuperação judicial – parece uma questão menor. Mas pode virar um bicho maior: em sua delação, o ex-governador Silval Barbosa já confessou o pagamento de propina à Mendes Junior.

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11.09.17
ED. 5701

O porto da Dubai é outro

A desistência da Dubai Ports World (DPW) em comprar a participação do Advent no Terminal de Contêineres de Paranaguá espalhou no setor a percepção de que os árabes recuaram uma casa para avançar duas. A expectativa é que a DPW guardou suas fichas para aumentar a participação na Embraport, associação com a Odebrecht.

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11.09.17
ED. 5701

O eclipse de Haddad

Fernando Haddad – o plano A ou B ou, sabe-se lá, C de Lula – tem feito discretas viagens pelo país. Nos últimos dois meses, esteve em cidades de seis estados. O roteiro é quase sempre o mesmo: encontros reservados com lideranças locais do PT e entidades do terceiro setor. Tão reservados que praticamente não têm repercussão alguma.

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11.09.17
ED. 5701

Diário da ex-presidência

João Doria está todo prosa com a presença de FHC no almoço que será organizado pelo Grupo Lide, hoje, no Grand Hyatt, em São Paulo. Entre conversas com aliados durante o fim de semana, chegou a dizer que se tratava de um sinal de apoio do ex-presidente.


Pois bem… Segundo o RR apurou, FHC está cobrando cerca de R$ 200 mil pela palestra que fará a empresários. A Fundação FHC confirmou a presença do ex-presidente no evento e a cobrança do cachê, sem entrar em detalhes quanto ao valor.


Aliás, enquanto o mundo caía em Brasília, com as novas gravações da JBS, FHC curtia a semana em Trancoso.

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11.09.17
ED. 5701

Aterrissando de cabeça

A francesa Vinci vai aterrissar de cabeça no leilão de privatização do aeroporto de Congonhas.

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11.09.17
ED. 5701

Crise Futebol Clube

A Fifa já baixou em quase 30% o valor pedido pelos direitos de transmissão do Mundial. Ainda assim, nenhuma emissora brasileira se dispôs a exibir o evento, que ocorre em dezembro. Até porque apostam que a Fifa deverá fazer uma nova tentativa em outubro, a um preço ainda mais camarada.

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11.09.17
ED. 5701

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Mendes, Junior e Dubai Ports.

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