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Planos
08.09.17
ED. 5700

Fernando Coelho desata o nó entre Eletrobras e Petrobras

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, acredita ter encontrado a solução para a dívida de quase R$ 16 bilhões da Eletrobras com a Petrobras, referente ao fornecimento de gás para termelétricas. O modelo sobre a mesa passa pela transferência de ativos da Amazonas Energia, controlada pela holding do setor elétrico. Fariam parte do pacote as usinas Mauá e Aparecida.

São as duas grandes térmicas da Amazonas Energia, responsáveis pela maior parte da encomenda de gás à Petrobras e, consequentemente, dos débitos junto à petroleira. A ideia da Pasta de Minas e Energia é que uma proposta seja alinhavada e apresentada aos Conselhos de ambas as empresas em outubro. Consultado pelo RR, o Ministério não quis se pronunciar.

O modelo muy amigo do ministro Coelho – e de um governo que tem conseguido impor suas vontades – não está sendo pensado exatamente para resolver o passivo da Petrobras, mas para evitar que o imbróglio possa atrapalhar a “descotização” da Eletrobras. E, ao mesmo tempo, impedir uma tungada fiscal e uma nova frustração de receita do governo. A petroleira já soltou um balão de ensaio solicitando a inclusão de um artigo na MP do setor elétrico que lhe dê primazia no recebimento de recursos amealhados com a “descotização” da Eletrobras.

Com as devidas ressalvas, a proposta guarda alguma semelhança com a operação feita entre o governo federal, o BNDES e a Cedae. A estatal de saneamento será jogada no colo do banco como lastro do empréstimo emergencial ao Rio de Janeiro, sem que possa ser privatizada agora. No seu caso, mesmo ganhando, a Petrobras vai perder. Se o projeto seguir adiante, a empresa acabará assumindo ativos que não serão vendidos no curto prazo e tampouco fazem parte do seu core business. Paciência! Quem sabe não surge uma proposta melhor para a Petrobras se um dia ela for privatizada…

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08.09.17
ED. 5700

Os sinais de Kassab

O ministro Gilberto Kassab tem percorrido cidades paulistas comprometendo-se a negociar com o BNDES a abertura de uma linha de crédito para bancar a troca do sinal de rádio de analógico para digital em serviços de utilidade pública. Nesta semana, por exemplo, reuniu-se com prefeitos do ABC para tratar do financiamento, que contemplaria guardas municipais e sistemas de ambulância na região. Trata-se de um daqueles casos em que o certo parece estar eivado de segundas intenções. Para muitos, Kassab mira em 2018 e faz campanha com o chapéu do BNDES. Potencial candidato ao governo de São Paulo, espera que os prefeitos não se esqueçam deste gesto.

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08.09.17
ED. 5700

Tensão na Petros

A discussão no alto comando da Petros na última quarta-feira era sobre o risco de recuo na venda da Eldorado Celulose para a indonésia Paper Excellenze, por conta da reviravolta no caso JBS. O fundo de pensão já abriu conversas com os asiáticos para transferir sua parte na empresa. Se o negócio capengar, a Petros deixa de embolsar cerca de R$ 1,4 bilhão.

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08.09.17
ED. 5700

Rabello não concorda

Paulo Rabello de Castro não concorda com a devolução de recursos do BNDES para o Tesouro, muito menos em valores superiores a R$ 100 bilhões. E ponto final.

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08.09.17
ED. 5700

Maçã mordida

Nem mesmo um dos mais febris objetos de desejo tem resistido à retração do consumo. A Apple teria amargado uma queda de 30% nas vendas do iPhone no Brasil ao longo do primeiro semestre.

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08.09.17
ED. 5700

Tempo de TV e fundo partidário viram “patrimônio pessoal”

A reforma política que realmente interessa aos parlamentares ganha forma no Congresso. Em conversas que atravessaram os últimos dias, o deputado Vicente Cândido (PT-SP), relator do projeto, bateu o martelo com as lideranças do PMDB, PSDB, DEM sobre a inclusão da “portabilidade” no texto final. Ou seja: em caso de troca de partido, os congressistas carregarão nas costas a sua cota proporcional sobre o tempo de TV e o fundo partidário. Nos classificados do Congresso, esse casco de tartaruga vale ouro. A aresta a ser aparada agora é a linha de corte para a redivisão do fundo partidário e do tempo de TV em relação às cotas estabelecidas no início da atual legislatura. Vicente Cândido e o PT querem usar como referência a data de 10 de agosto deste ano, quando a Comissão Especial da Câmara aprovou a primeira minuta do projeto de lei da reforma política. PMDB e DEM querem empurrar essa data para abril de 2018, prazo limite para os candidatos majoritários se desincompatibilizarem de cargos públicos. Os dois partidos acreditam que estarão melhor na foto, sobretudo o DEM, que aposta no projeto político de Rodrigo Maia para atrair um número maior de parlamentares e engordar sua bancada.

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08.09.17
ED. 5700

Magazine Luiza faz seu hedge digital

Enquanto a matriarca Luiza Helena Trajano flerta com as urnas, Frederico Trajano, CEO e herdeiro do Magazine Luiza, só tem olhos para o e-commerce. Neste momento, está empenhado em ampliar a operação de marketplace. Hoje, são aproximadamente 250 parceiros que utilizam a plataforma da empresa; no ano que vem, deverão ser 500. A meta do Magazine Luiza é que até 2022 o e-commerce responda por 50% da receita total. Serve como uma apólice futura contra a inevitável deterioração do varejo convencional.

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08.09.17
ED. 5700

Imbassahy cada vez menos tucano

O ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, prepara sua saída do PSDB. Benito Gama já lhe abriu as portas do PTB. O motivo é a falta de apoio no partido para concorrer ao Senado em 2018. Apesar de ser o único ministro tucano no bunker do Palácio do Planalto – ou talvez por isso mesmo – Imbassahy vem perdendo cada vez mais espaço dentro do PSDB. Seu oponente, o deputado federal Jutahy Junior, já circula nas rodas soteropolitanas como o candidato tucano ao Senado.

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08.09.17
ED. 5700

A crise é para todos

A crise não poupa sequer os negócios de João Doria. Que o diga o Grupo Lide. Até o momento, a receita de patrocínios do 22º Meeting Internacional, previsto para outubro, estaria no menor patamar dos últimos cinco anos. Consta, inclusive, que a ideia era realizar o evento em Bogotá. Mas, por questões orçamentárias, o convescote será em Assunção. Consultado, o Lide afirmou que não divulga informações financeiras. Sobre o local, disse ter recebido o convite do governo do Paraguai.

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08.09.17
ED. 5700

Escorrendo

A investida sobre Carlos Arthur Nuzman foi só a “cerimônia de abertura”. A Lava Jato vai escorrer para diversas confederações penduradas no COB.

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08.09.17
ED. 5700

Banco escolar

O Castor Ventures, fundo de venture capital norte-americano que nasceu nas salas de aula do MIT, é candidato à compra de fintechs no Brasil.

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08.09.17
ED. 5700

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Magazine Luiza, Petros e Apple.

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