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Planos
05.09.17
ED. 5698

Alckmin põe sua campanha na rua

Enquanto João Doria, o “aliado adversário”, acena com a saída do PSDB, Geraldo Alckmin corre para colocar formalmente sua candidatura presidencial na rua. No momento, dedica-se a montar o “Estado Maior” da sua comunicação e definir as primeiras diretrizes estratégicas. A ideia, inclusive, é ter um slogan até novembro. O nome preferido de Alckmin para comandar a campanha é o do marqueteiro Nelson Biondi, antigo colaborador das hostes tucanas. Biondi foi o estrategista de José Serra na disputa pelo Planalto em 2002. Mais recentemente, trabalhou na campanha do próprio Alckmin pela reeleição ao Palácio dos Bandeirantes, em 2014. Quem também deverá ter um assento fixo no QG do pré-candidato tucano é o cientista político Antonio Lavareda. Para tourear a imprensa, Geraldo Alckmin já teria convidado o jornalista Marcio Aith, mais um colaborador de outros carnavais. Aith coordenou a comunicação do governo paulista até setembro do ano passado. Deixou o cargo, mas não se distanciou de Alckmin. Nesse período, tem assessorado informalmente o governador.

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05.09.17
ED. 5698

O Dia “D” de Rodrigo Janot

A eventual suspensão do acordo firmado com um dos donos da JBS, Joesley Batista, como prêmio pela chamada “mãe de todas as delações”, não é prenúncio de recuo do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, em suas prometidas flechadas contra Michel Temer. Pelo contrário. A potencial revisão dos termos tratados com os Batistas faz parte de um grand finale em três atos, sendo o primeiro a “autocrítica” realizada ontem publicamente.

O segundo e terceiro atos – o próximo, a denúncia de Temer por obstrução de justiça, conforme apurou o RR viriam com força redobrada. É material suficiente para manter Janot em rede nacional até o dia 17, quando ele deixará o cargo. A possível revogação dos benefícios aos donos da JBS higieniza e propulsiona as novas flechadas de Rodrigo Janot. O áudio que chegou às mãos de Janot na última quinta-feira, supostamente por engano, é o motivo da rearrumação das peças do tabuleiro. Ele aumenta a dimensão pública do procurador.

Mesmo que as gravações contenham barbaridades institucionais, incluindo novos atores, o procurador despacha todo o material para o STF. Janot está focado em Temer e fará novas revelações. Por sua vez, os advogados do presidente da República estão desde já solicitando que o virtual cancelamento do acordo dos Batista torne nulo o conteúdo da delação. Pretendem politizar a ação, trazendo o debate para o centro do Congresso Nacional.

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A viagem de Michel Temer a Pequim abriu as portas do setor elétrico brasileiro a mais um grupo chinês. Trata-se da China Power New Energy Development, que chega para comprar usinas de energia eólica. Só para não variar deverá trazer a reboque um cinturão de fornecedores, encabelado pela Goldwin, uma das maiores fabricantes de turbinas para geradoras da China.


Durante a estada em Pequim, os ministros da Agricultura, Blairo Maggi, e da Indústria, Marcos Pereira, têm mantido tratativas com autoridades russas para investimentos em açúcar e etanol no Brasil. Uma comitiva brasileira deverá ir a Moscou ainda neste ano para dar forma aos projetos.

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05.09.17
ED. 5698

Tarde demais

Geddel Vieira Lima acenou ao Ministério Público Federal com a sua delação. Agora que o doleiro Lucio Funaro já falou o que falou sobre o ex-ministro? Deve ser tarde demais.

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05.09.17
ED. 5698

Contagem regressiva

A Petrobras trabalha para lançar o prospecto do IPO da BR Distribuidora na primeira semana de outubro.

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05.09.17
ED. 5698

Os “herdeiros” de Bendine

A eventual delação de Aldemir Bendine é um risco que paira sobre alguns dos atuais dirigentes do Banco do Brasil ligados ao executivo. A começar pelo próprio presidente da instituição, Paulo Rogerio Caffarelli, que quase chegou ao comando da Previ com a ajuda de Bendine. Sintomaticamente, Caffarelli tem se esforçado para se distanciar da figura do ex-presidente do BB. Entre seus pares, não se cansa de repetir que rompeu com Bendine antes mesmo de ele trocar o banco pela Petrobras. Outro executivo que tinha uma relação estreita com o agora detento é o atual vice-presidente de Negócios de Atacado do BB, Antônio Maurício Maurano. Consta que, mesmo já estando na Petrobras, Bendine também tentou emplacar o nome de Maurano no comando da Previ. Mas, pelo jeito, fazer presidentes do fundo de pensão não era o seu forte.

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05.09.17
ED. 5698

Pasadena, quem diria, vira trunfo de Dilma

Pessoas próximas a Dilma Rousseff têm defendido que a ex-presidente grave um vídeo para as redes sociais capitalizando a recente decisão do TCU sobre Pasadena. O órgão isentou o Conselho da Petrobras, à época presidido por Dilma, de ter cometido qualquer irregularidade na compra da malfadada refinaria no Texas, em 2006. Aliados da ex-presidente acham que ela não pode perder essa oportunidade, de olho principalmente em 2018, quando Dilma deverá disputar uma vaga no Senado.

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05.09.17
ED. 5698

Bertin tenta evitar o apagão da sua idoneidade

Mais um contencioso de alta voltagem à vista no setor elétrico. O Grupo Bertin vai recorrer da decisão da Aneel que o proibiu de participar de contratações na área de energia pelos próximos dois anos. O maior temor dos Bertin é que a sentença da agência reguladora resulte na declaração de inidoneidade da companhia, já solicitada ao Ministério de Minas e Energia. Seria um duro golpe para a empresa, às voltas com uma turbulenta recuperação judicial. A Aneel tem seus motivos para ser dura com o Bertin. De acordo com a agência, o grupo deixou de entregar 23 empreendimentos contratados e mais de R$ 8 bilhões em investimentos.

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05.09.17
ED. 5698

O Lemann do século XXI

Se Jorge Paulo Lemann não esconde a preferência pela “velha economia”, o rebento Marc Lemann só pensa em tecnologia. O jovem Lemann pretende consolidar startups e aplicativos, notadamente voltados à pratica de esportes. Quer aproveitar as sinergias com outro de seus negócios, a Go4it, agência de marketing e gerenciamento de atletas, que tem em seu cast Neymar, Thiago Silva, o surfista Gabriel Medina, entre outros.

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05.09.17
ED. 5698

A volta do gordo

Jô Soares prepara seu retorno às telas. Ainda neste mês, decidirá com a Globo se a volta se dará na TV aberta ou fechada.

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05.09.17
ED. 5698

Reconstrução

Sinal de vida no mercado imobiliário: a Gafisa iniciou a venda de três empreendimentos em São Paulo e já faz planos de lançar outros dois condomínios residenciais na cidade no último bimestre do ano. Para uma empresa que vem de um prejuízo de R$ 1870 milhões no segundo trimestre, haja estômago!

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05.09.17
ED. 5698

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, Grupo Bertin e Gafisa.

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