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Planos
04.09.17
ED. 5697

Eike Batista é um pedaço da Reserva Nacional do Cobre

Um colecionador de direitos de exploração dos minérios na Reserva Nacional do Cobre encontra-se em prisão domiciliar. O ex-megaempresário Eike Batista possui cerca de 100 autorizações de pesquisa dos mais de 600 títulos de exploração na região mineralógica do Pará. As concessões de Eike foram distribuídas entre diversas empresas, um modelo, aliás, comum entre as companhias do setor, quando desejam evitar a demonstração de posse dos direitos minerários.

O empresário começou a garimpar as concessões quando a MMX ainda era a joia dos seus negócios. Chegou a discutir a abertura seletiva da Reserva do Cobre com a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. O argumento, razoável por sinal, era que a medida evitaria uma “corrida do ouro” das companhias estrangeiras e de garimpeiros na Amazônia.

O principal foco de Eike na região era o ouro, mas também com incursões sobre o minério de ferro. O empresário tinha uma fixação pela Vale, que tentou adquirir ou até mesmo clonar (Projeto Minas Rio, que a Anglo American acabou comprando de Eike). Na época, o então presidente da Vale, o falecido Roger Agnelli, desafeto do Mr. X, concorria com o empresário por um quinhão naquela área – na tabela dos processos do Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM) há diversas solicitações feitas pela Docegeo, subsidiária de geologia da companhia.

O ex-presidente José Sarney, que foi “chairman” do Conselho Consultivo da mineradora de ferro de Eike no Amapá, teve participação ativa nas articulações para a extinção da Lei que criou a reserva mineral-ambiental. Por ironia do destino, é seu filho, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, quem hoje se posiciona contrariamente à exploração mineral na região. Consultado sobre a existência de requerimentos ou autorizações de pesquisa em nome de Eike Batista ou de empresa a ele pertencente, o DNPM enviou uma extensa relação de pessoas físicas e jurídicas, que não permite identificar a presença do empresário. O RR fez várias tentativas de contato com a assessoria de Eike, mas não obteve retorno por meio dos telefones disponíveis nem do site da EBX, que estava fora do ar até o fechamento desta edição.

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04.09.17
ED. 5697

Trem que nasce torto…

A Transnordestina é uma dízima periódica. O grupo de trabalho montado pelo governo para colocar o projeto nos trilhos calcula que faltam mais de R$ 5 bilhões para a conclusão das obras. Do bolso de Benjamin Steinbruch é que esse dinheiro não vai sair.

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04.09.17
ED. 5697

Negócio da China

Blairo Maggi foi à China para falar de grãos e carne. No entanto, o que os chineses mais querem saber do ministro da Agricultura é sobre a liberação para a venda de terras a estrangeiros.

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04.09.17
ED. 5697

GP muda o penteado

A GP Investimentos está colocando o maior gás na estratégia de internacionalização da Beleza Natural, que abriu recentemente uma filial em Nova York. Vê na operação uma janela para a venda de sua participação de 33% na rede de salões de beleza.

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04.09.17
ED. 5697

Delação empurra Lava Jato para a lavoura

Guardadas as devidas proporções, Silval Barbosa está para o agribusiness como Antonio Palocci para o sistema financeiro. A delação do ex-governador do Mato Grosso tem causado forte apreensão entre grandes grupos agrícolas do país. Por dever de ofício, Silval semeou uma forte relação com as empresas do setor – muitas delas fizeram pesados investimentos no estado durante a sua gestão. Um capítulo especial é o Fundo de Financiamento do Centro Oeste (FCO), administrado pelo Banco do Brasil. Ao longo do seu mandato, o peemedebista Silval valeu-se da proximidade com o governo federal para aumentar o volume de recursos do FCO destinados ao Mato Grosso e, em especial, ao agronegócio. Grandes conglomerados como Cargill e Louis Dreyfus tiveram projetos financiados pelo fundo. Segundo o relato de uma fonte do RR, à época Silval tinha por costume se vangloriar em reuniões com executivos do setor privado, afirmando que os recursos não sairiam se não fosse ele o governador. A velha técnica
de vender dificuldades…

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04.09.17
ED. 5697

Vendedor demais

Uma das variáveis que vêm atrapalhando a venda da Golden Cross é o excesso de “advisers”. Segundo o RR apurou, três diferentes interlocutores já bateram na porta da Qualicorp como mandatários da família Afonso.

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04.09.17
ED. 5697

Recado de Josué

A declaração de Josué Gomes da Silva de que poderia ser candidato a vice-presidente em uma chapa com o também empresário Flavio Rocha foi recebida no PMDB como um recado para dentro do próprio partido. Josué foi “esquecido” por seus pares como um potencial candidato peemedebista ao Senado ou mesmo ao governo de Minas Gerais. Neste caso, o preferido é o deputado Fabio Ramalho, tão preferido que foi convocado para integrar a comitiva de Michel Temer na China. Ao mencionar o herdeiro da Lojas Riachuelo, Josué piscou o olho para o Partido Novo, ao qual Flavio Rocha deverá se filiar.

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04.09.17
ED. 5697

Sempre há o MP no caminho da Petrobras

A ação de improbidade do Ministério Público Federal do Mato Grosso do Sul contra o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli mirou no executivo, mas acabou ricocheteando no plano de desmobilização de ativos da estatal. Segundo o RR apurou, as investigações esfriaram as conversas entre a companhia e a China National Petroleum Corporation (CNPC) para a venda do controle da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados de Três Lagoas (MS). O temor dos chineses é assumir um empreendimento repleto de esqueletos e ossadas. Até então, o projeto vinha atravessando a Lava Jato com poucas escoriações. Recentemente, no entanto, o TCU apontou o pagamento indevido de R$ 155 milhões ao consórcio responsável pela construção da unidade, encabeçado pela Galvão Engenharia.

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04.09.17
ED. 5697

Entre o rock e o gospel

Marcelo Crivella tem convite para participar de um evento religioso em Israel na segunda quinzena de setembro. A Prefeitura do Rio diz “não ter conhecimento sobre o assunto”. De qualquer forma, a agenda viria a calhar: coincidência ou não, permitiria a Crivella ficar fora da cidade durante os dias do “infernal” Rock In Rio.

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04.09.17
ED. 5697

Próxima rodada de licitações

A BP e a malaia Petronas deverão entrar juntas na próxima rodada de licitações da ANP. A BP e a malaia Petronas deverão entrar juntas na próxima rodada de licitações da ANP.

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04.09.17
ED. 5697

Aplicativos

O grupo sul-africano Naspers, sócio do iFood e da OLX, está vasculhando o mercado brasileiro em busca de novos aplicativos de e-commerce. Em algumas incursões, conta com a colaboração do ex-presidente da Vivo e da Natura, Roberto Lima, membro do board do grupo.

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04.09.17
ED. 5697

O próximo capítulo da BRF

O expurgo de Pedro Faria da presidência da BRF já estava escrito nas estrelas – e no RR (edição de 27 de julho). O que mobiliza a companhia neste momento são as centelhas na relação entre Abilio Diniz e a Tarpon Investimentos.

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04.09.17
ED. 5697

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: GP, Golden Cross e Petrobras.

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