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Planos
28.08.17
ED. 5692

Gilmar Mendes e seu crucial ponto de mutação

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes é o que poderia se chamar de um homem de aço. Porém, mesmo com o perfil siderúrgico, tem acusado o bombardeio maciço das últimas semanas na mídia convencional e nas redes sociais. O RR apurou que Gilmar confidenciou a pelo menos um interlocutor do Olimpo da República seu plano alternativo de se candidatar ao Senado por Mato Grosso nas próximas eleições.

O ministro caracterizaria a opção de trocar o Supremo pela carreira parlamentar como um ato de indignação com as acusações e a campanha difamatória, além de ressaltar sua disposição de participar do processo de renovação do Congresso Nacional. Com a iniciativa, abriria uma vaga para Michel Temer fazer seu sucessor no STF. Consultada, a assessoria de Gilmar Mendes informou que “não há previsão de aposentadoria do ministro, nem de qualquer candidatura a cargo eletivo”. Afirmou também que Gilmar Mendes “acredita que ainda tem muito a colaborar no STF.”

Caso venha a ser tomada, trata-se de uma decisão radical, pois, se Gilmar Mendes é alvejado por todos os lados, ao mesmo tempo tem um dos maiores escudos que se pode imaginar na República. A fonte do Relatório Reservado fez questão de ressaltar: este é um caminho que pode ser trilhado, mas não foi ainda escolhido. Não fossem as pesadas críticas à libertação de nove presos da Lava Jato no Rio de Janeiro e a sua defesa explícita de que condenados só sejam presos após julgamento de recursos no STJ; o abaixo-assinado virtual solicitando seu impeachment, que se aproxima de um milhão de signatários; as notas de repúdio da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB); os pedidos da Associação Nacional de Procuradores da República (ANPR) para que o STF freie o seu comportamento; as denúncias de contribuição de empresas estatais ao seu instituto; a ausência de manifestações de apoio de seus próprios pares e a personificação da vilania em rede televisiva nacional, poderia se dizer que Gilmar Mendes fez um acordo mefistofélico com sua eternidade no Supremo.

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28.08.17
ED. 5692

O sorriso de Lula é para todos?

A campanha marqueteira de Lula já está em andamento. O ex-presidente adorou o slogan eleitoral “Sorria com Lula”. Ele assistiu diversas vezes a “Tempos Modernos”, filme de Charles Chaplin, e se debulhou em lágrimas com a canção “Smile”. Lula acha que a mensagem cola porque é verdadeira. Tem convicção de que o povo sorriu mais no seu governo. E ele encarna perfeitamente o slogan, com sua trajetória de imigrante nordestino.

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28.08.17
ED. 5692

O “árbitro” Padilha

Por razões ainda insondáveis, o ministro Eliseu Padilha trouxe a Sete Brasil para a sua jurisdição. Está empenhado em aparar as pontiagudas arestas entre Previ, Funcef e Petrobras. Acionistas da fabricante de sondas, os dois fundos de pensão entraram com um processo de arbitragem contra a estatal responsabilizando-a pelas perdas na companhia.

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28.08.17
ED. 5692

Carlyle no e-commerce

A investida do Carlyle no mercado de TI – vide a recente aquisição da startup FS – não se encerra em si própria. Os norte-americanos pretendem montar uma plataforma tecnológica para o seu próximo passo no Brasil: a compra de
empresas de e-commerce. A munição é pesada: o Carlyle está montando um novo fundo na América do Sul de mais de US$ 1 bi.

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28.08.17
ED. 5692

Seis por meia dúzia

A angolana Sonangol demonstrou interesse em ficar com a parte do BTG na Petro África, a joint venture com a Petrobras que tanto deu o que falar. E talvez continue dando: a Sonangol é uma das empresas “controladas” por Isabel dos Santos, filha do ditador angolano José Eduardo dos Santos, prestes a deixar a presidência após 38 anos.

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28.08.17
ED. 5692

O rebatismo da Odebrecht

Há uma discussão intensa na Odebrecht sobre o nome futuro das subsidiárias e unidades operacionais. Sim, todas as “empresas Odebrecht” vão mudar de nome. Somente a holding continuará com a marca original. A prioridade são as subsidiárias internacionais. A escolha dos novos nomes está sendo feita nas próprias empresas, mas serão aprovadas pela matriz.

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28.08.17
ED. 5692

Caríssimo José Maria Marin

Após se desfazer de sua mansão no Jardim Europa por R$ 11 milhões, o ex-presidente da CBF José Maria Marin colocou à venda uma cobertura na Barra da Tijuca, no Rio, avaliada em mais de R$ 3 milhões. Marin é um homem de alto padrão de vida: só o custo mensal para se manter na Trump Tower, em Nova York, onde cumpre prisão domiciliar, é estimado em cerca de US$ 50 mil.

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28.08.17
ED. 5692

Porto sem âncora

A EcoRodovias está garimpando na China um comprador para o Ecoporto, seu terminal de contêineres no Porto de Santos. Quem leva o mandato debaixo do braço é o Credit Suisse. Deficitário, o empreendimento já custou aos herdeiros de Cecilio do Rego Almeida uma baixa contábil de R$ 545 milhões.

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28.08.17
ED. 5692

A nau dos afogados na volta à Petrobras

O empresário Rubens Botteri, sócio da Great Oil Perfurações Brasil, está em jornada para retornar sua posição de fornecedor relevante da Petrobras. A estratégia envolve um trabalho de aproximação intensa com a diretoria
da estatal, além de lobby em todas as frentes. De 2009, quando ainda atendia pelo nome de Tuscany, a 2017, a companhia embolsou mais de R$ 200 milhões em contratos de aluguel e operação de sondas terrestres para a estatal.

O declínio da parceria comercial com a Petrobras acentuou a trajetória cadente da empresa. O enredo é rocambolesco. A antiga Tuscany entrou em processo de falência nos Estados Unidos. Seus ativos foram esquartejados e vendidos. Antes de ser arrematada por Botteri e dar origem à Great Oil, a operação brasileira da Tuscany foi comprada pela Oil M&S, do empresário argentino Cristóbal López, outro personagem que teve seu momento na Petrobras.

Dono de cassinos e com múltiplos interesses no setor de óleo e gás, López cultivou a amizade dos Kirchner, o que, segundo fontes ouvidas pelo RR, foi fundamental para a aquisição da refinaria da estatal brasileira em San Lorenzo, na Argentina. A operação gerou um inquérito da Polícia Federal no início da Lava Jato. López sumiu do mapa da Petrobras. Já Botteri tenta voltar. Seu foco são os campos onshore da estatal no Nordeste.

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28.08.17
ED. 5692

Saideira

Antes de deixar a presidência executiva da Gerdau, em janeiro, André Gerdau Johannpeter deverá assinar a venda de mais uma usina nos Estados Unidos, precisamente na Califórnia.

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28.08.17
ED. 5692

Viúvo de Furnas

Mesmo antes da privatização da Eletrobrás virar realidade, Aécio Neves já se sente viúvo de Furnas. É um longo relacionamento que pode estar chegando ao fim.

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28.08.17
ED. 5692

Marimbondos de fogo

O “Partido do Sarney” nunca esteve tão em alta no governo de Michel Temer. O presidente tem ouvido assiduamente os conselhos não só de José Sarney, mas também de Roseana Sarney e do senador Edison Lobão.

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28.08.17
ED. 5692

Escudo

O encalacrado governador Fernando Pimentel é hoje o maior entusiasta da ideia de que Dilma Rousseff dispute uma vaga no Senado por Minas Gerais.

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28.08.17
ED. 5692

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BTG, Sonangol, EcoRodovias, Carlyle e Gerdau.

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