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Planos
18.08.17
ED. 5686

Capitalização da Invepar gera reações contrárias na Petros

As tratativas para um novo aporte de capital da trinca Previ, Funcef e Petros na Invepar enfrentam forte resistência no fundo de pensão da Petrobras. Integrantes do Conselho Fiscal – notadamente os dois indicados pelos beneficiários, Ronaldo Vilardo e Fernando Siqueira – e entidades representantes dos trabalhadores e aposentados da estatal, especialmente a Associação de Mantenedores e Beneficiários da Petros (Ambep), estariam se mobilizando para barrar a iminente injeção de recursos. Segundo informações filtradas da própria fundação, já existem articulações junto a membros do Conselho Deliberativo para que a operação não seja aprovada.

Consta que a capitalização da Invepar poderá superar R$ 1 bilhão, boa parte saindo do caixa das três fundações, donas de 75% da holding de concessões de transporte. Na avaliação de conselheiros da Petros, não é o momento para o fundo tampar os buracos financeiros da companhia. Até o fim do ano, funcionários e aposentados do Sistema Petrobras terão de pagar uma taxa extra sobre suas contribuições para cobrir as perdas do PPSP, o principal plano da Petros. O déficit acumulado chega a R$ 28 bilhões.

Esse prejuízo já foi para a conta. No momento, a preocupação de conselheiros e beneficiários da fundação é evitar um novo plano de equacionamento para os próximos anos. Até porque, sob a ótica dos participantes do plano, não há razão que justifique uma nova transfusão de recursos para uma companhia que perdeu R$ 2 bilhões, caso da Invepar. Do lado da Petros, as gestões para o possível novo aporte estariam sendo conduzidas diretamente pelo presidente, Walter Mendes. Além de Previ e Funcef, as conversas envolvem ainda os bancos e bondholders credores da Invepar, a OAS, e o Mubadala, que já fez uma oferta para ficar com a participação da empreiteira no capital da holding de infraestrutura.

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18.08.17
ED. 5686

BB faz mutirão anti-inadimplência

O Banco do Brasil prepara um mutirão para reduzir os atrasos em sua carteira de crédito imobiliário. A ideia é convocar clientes de todo o país para renegociar os pagamentos em aberto em condições especiais, válidas apenas por um determinado período. O chamamento deverá ser feito por meio de campanha publicitária e nas redes sociais. Será uma versão ampliada de ações pontuais que o BB tem realizado em cidades específicas para saldar pagamentos em atraso. Os números mais recentes da carteira de crédito imobiliário dispararam o alarme dentro do banco e convenceram a direção do BB da necessidade de medidas de maior calibre. No trimestre passado, o índice de inadimplência bateu em 3,4% – há dois anos, estava em 2%. Consultado, o banco não se pronunciou.

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18.08.17
ED. 5686

Risco Brasil?

Maior rede de material de construção dos EUA, a Home Depot estuda seu desembarque no Brasil.

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18.08.17
ED. 5686

O alquimista

Consta que Paulo Coelho viu uma mosca voando na sua casa, em Genebra, e comunicou a José Dirceu que ele seria libertado. Isto porque não há moscas na Suíça. Brincadeirinha. A verdade é que Coelho fez chegar ao “Zé”, de quem é grande amigo, a profecia de que as coisas vão melhorar. Palavra de mago.

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18.08.17
ED. 5686

Em breve…

O IPO da Keystone, braço do Marfrig nos Estados Unidos, deverá sair em novembro.

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18.08.17
ED. 5686

Economia retrô

Há previsões no Ipea de que até 2020 a indústria participará só com 8,5% do PIB. O setor despencou 10 pontos percentuais em 30 anos. Já está no mesmo patamar de 1947 e vai ficar abaixo de tudo que já se viu na série histórica. E ainda querem dinamitar o BNDES.

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18.08.17
ED. 5686

A Globo e seus dois futuros

Um relatório produzido por um analista de mercado e obtido pelo RR levanta um cenário até pouco tempo inimaginável: o Grupo Globo vendendo sua operação de TV aberta (public broadcasting). O paper não é de um insider information, mas um documento que levanta hipóteses com base na lógica do mercado. Mas por que motivo o Grupo Globo negociaria sua joia mais valiosa? O analista afirma que, na maioria das economias da OECD, base da sua amostragem, o negócio de public broadcasting é declinante.

O valor de empresas como ABC, NBC e CBS teria caído vertiginosamente. O motivo dessa queda livre é a dificuldade de sustentação dos negócios baseados em receitas de publicidade (“ad revenues”). O raciocínio é simples: as receitas migram para a internet, onde a publicidade pode ser customizada em relação ao consumidor. “Seria uma forma mais focada e eficaz”, enfatiza a fonte. Ou seja, as pessoas estão migrando em massa para a internet porque desejam ter o controle sobre o conteúdo: o que, quando e onde querem assistir (tablet, celular etc.).

A antítese disso tudo seria o public broadcasting, cuja programação mais específica, ficaria restrita a transmissão de esportes, entregas de prêmios etc. Segundo o analista, “no Brasil, esse movimento de transferência ad revenues para a internet está acontecendo com um lapso de tempo. Então, o valor das empresas de public broadcasting ainda se encontra na era pré-internet”. O analista conclui dizendo que o timing da família Marinho vender a emissora de TV é hoje. Destaca que a Globo é um forte gerador de fluxo de caixa, mas que ele já estaria em queda.

Nas demonstrações financeiras, pode se observar que, em 2016, o grupo teve um lucro líquido de R$ 1,95 bilhão, uma boa redução em relação a 2015 (R$ 3,06 bilhões). “A regra de ouro de uma operação de M&A é que o valor da empresa para o comprador é maior do que para o vendedor. Por essa ótica, para alguns players globais a Globo em maior valor do que para os Marinho. Isto porque esses players têm plataformas multimídia de distribuição de conteúdo, que otimizariam tremendamente a operação de distribuição da Globo”.

O RR consultou uma alta fonte da Globo sobre o assunto. A informação bateu e ricocheteou. Disse o interlocutor que não há, nem nunca houve gestão para mudança constitucional em relação ao acesso do capital estrangeiro ao setor de radiofusão – condição precípua para a venda da TV aberta. Informou que a queda do resultado da empresa ocorreu em um momento de crise generalizada, e que, neste ano, ela deve ser revertida. Adiantou que vêm sendo desenvolvidos novos produtos na internet e o aumento da audiência está maior do que há muitos anos. Garantiu ainda que a emissora está investindo na abertura de mais estúdios no Projac. Finalmente, frisou que não existe qualquer ideia, intenção ou plano de venda. Ficam registradas “a versão oficial” e o pensar desejante do mercado.

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18.08.17
ED. 5686

Os “secretários” de Bernardinho

Os empresários Alexandre Accioly e André Calainho têm municiado Bernardinho, virtual candidato ao governo do Rio, com propostas para chacoalhar o turismo no estado. Há projetos para todas as principais áreas, de Angra à Região dos Lagos, passando pela Serra. Os dois empresários são figurinhas carimbadas do setor de entretenimento. Accioly, inclusive, é sócio de Bernardinho na rede de academias Body Tech.

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18.08.17
ED. 5686

Megabytes tucanos

Em sua nova visita à Ásia, prevista para setembro, o viajante João Doria deverá se reunir com fundos de venture capital e empresas de TI. Em pauta: a criação de um polo de inovação em São Paulo. Pode até não resultar em nada, mas é o tipo do anúncio que dá um ibope danado. Por coincidência, o governo Alckmin tem um projeto similar e chegou a criar, inclusive, uma empresa aceleradora de investimentos na área de tecnologia.

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18.08.17
ED. 5686

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petros, Ambep e Marfrig.

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