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Planos
14.08.17
ED. 5682

Klein pode ser a cola entre a Máquina de Vendas e a ViaVarejo

O retorno de Michael Klein ao varejo pode ter como pano de fundo a criação da maior rede de eletroeletrônicos do país, com três grandes bandeiras fincadas no mesmo solo. Além da aguardada reaquisição da ViaVarejo, o outro vértice desse triângulo seria a Máquina de Vendas. Ao menos no que depender do pool de bancos credores, entre eles Itaú e Santander, que está prestes a assumir o controle da rede varejista em troca de uma dívida de R$ 1 bilhão.

Segundo fonte de uma das instituições financeiras, a operação desenhada pelos bancos, virtuais acionistas da Máquina de Vendas, passaria pela associação de Klein à empresa. A Máquina de Vendas não fala sobre o assunto. Já Michael Klein garante não ter sido procurado pelos bancos e lembra que “tem um acordo de não competir com a ViaVarejo enquanto estiver no seu Conselho”. É verdade.

No entanto, essa restrição automaticamente cairia por terra se Klein vier a recomprar a ViaVarejo, hipótese que ele não nega. Neste caso, o caminho estaria aberto para o empresário ter um pé lá e outro cá e ser o elo entre os dois grupos varejistas, inclusive com o apoio financeiro dos bancos credores da Máquina de Vendas. Esta solda societária resultaria em um grupo com faturamento de mais de R$ 26 bilhões e quase duas mil lojas sob as marcas Casas Bahia, Ponto Frio e Ricardo Eletro. No curto e médio prazo, ao que tudo indica, um bom negócio; a longo prazo, um ponto de interrogação.

O desafio de Klein seria rentabilizar esse mundaréu de lojas no momento em que o varejo físico vai encurvando, perdendo musculatura e sendo canibalizado pelo e-commerce. Os bancos credores da Máquina da Vendas teriam participação em um negócio de proporção muito maior e valorizariam o seu passe para o momento de deixar o negócio. Klein, por sua vez, teria um retorno triunfal ao setor, comandando um negócio três a quatro vezes maior do que a Casas Bahia. E os atuais acionistas da Máquina de Vendas? Ricardo Nunes e Luis Carlos Batista seriam meros coadjuvantes, com uma participação minoritária e à margem da administração – uma “sanção” natural para quem, tudo indica, está entregando a alma aos bancos para evitar um destino ainda pior.

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14.08.17
ED. 5682

Nas asas de um abutre

Os dois grandes inimigos de German Efromovich na Avianca agora são um só. O fundo-abutre Elliot, de Paul Singer, e o salvadorenho Roberto Kriete, dono de 22% da companhia aérea, se uniram para barrar a fusão da Avianca Holdings com a Avianca Brasil e a venda de parte da nova empresa para a United. O Elliot é um dos principais credores de Efromovich.

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14.08.17
ED. 5682

Chovendo ovos

O senador Lindbergh Farias irá à internet convocar a militância do PT para que faça chover ovos em toda a exposição pública do prefeito João Doria.

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14.08.17
ED. 5682

Comensalismo

O périplo de Lula pelo Nordeste terá mil e uma utilidades. Os governadores do Ceará e da Bahia, Camilo Santana e Rui Costa, aproveitarão a presença do ex-presidente nos respectivos estados para adubar suas candidaturas à reeleição.

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14.08.17
ED. 5682

Roberto Setubal, primeiro e único

O co-presidente do Conselho de Administração do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, tem aprovado a performance do seu substituto na presidência do banco, Candido Bracher Botelho. Com pequenas ressalvas. O que se ouve na rádio corredor do Itaú é que, na avaliação técnica, Candinho seria imbatível. Mas, na comunicação, ainda estaria faltando algo, um estilo próprio da casa ou, como se diria, um “toque de Setubal”. No fundo, o dono do Itaú se acha insubstituível.

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14.08.17
ED. 5682

Ipiranga vs. Ministério Público

Na semana passada, a Ipiranga rejeitou a proposta de multa apresentada pelo Ministério Público do Rio como compensação de danos causados pela adição indevida de metanol em etanol em postos da empresa – a irregularidade foi flagrada pela ANP no fim de 2016. Ao recusar o acordo e o pagamento de aproximadamente R$ 300 milhões, a companhia apostou na tese de que é grande demais para ser cassada. Em suas alegações, afirmou que a suspensão do seu cadastro estadual, solicitado pelo MP-RJ, provocaria o desabastecimento de combustíveis no Rio. O Ministério Público, no entanto, não deve engolir a argumentação. A Ipiranga responde por aproximadamente 20% do fornecimento do estado, algo que, numa situação extrema, poderia ser suprido pelas oito distribuidoras que operam no Rio.

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14.08.17
ED. 5682

O partido que não ousa dizer seu nome

O DEM, que não quer mais ser DEM, não sabe o que quer ser. ACM Neto defende a alteração do nome do partido para a sigla MUDE. Uma corrente encabeçada pelo ministro Mendonça Filho trabalha pela marca Centro Democrático, que há duas semanas era dada como pule de dez dentro do partido. Alguns querem que tudo fique como está, caso do deputado José Carlos Aleluia. Consta que, numa das reuniões para tratar do tema, houve até quem sugerisse a ressurreição da “Frente Liberal”. Deve ter sido o espírito de Aureliano Chaves.

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14.08.17
ED. 5682

Folha de pagamento

As empresas de TI têm gastado seus cartuchos junto a parlamentares para que o projeto de lei da reoneração da folha seja votado no Dia de São Nunca. Dois exemplos do impacto da medida: se o regime de desoneração atualmente em vigor for derrubado, da noite para o dia a Totvs passará a ter um custo adicional de R$ 50 milhões, quase um terço do lucro de 2016. Por sua vez, a Linx terá uma despesa de R$ 13 milhões, uma mordida equivalente a 9% do ebitda do ano passado.

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14.08.17
ED. 5682

Preços regulados

Da boca para fora, as paradas simultâneas para manutenção de diversas fábricas brasileiras de celulose e o aumento do preço da matéria-prima engatilhado por Suzano, Fibria, entre outros, não têm nada a ver um com o outro. Tá bom… Os reajustes, em torno de 5%, devem sair em setembro. A parada muy estratégica vai retirar do mercado global até 400 mil toneladas de celulose. A Fibria confirma o aumento; a Suzano diz que ainda “analisa as condições de mercado”.

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14.08.17
ED. 5682

De mãos dadas

BP e Repsol Sinopec podem entrar de mãos dadas no próximo leilão da ANP, em setembro.

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14.08.17
ED. 5682

A vez de Queiroz Galvão

A delação dos executivos da Queiroz Galvão já está na mesa de Rodrigo Janot. Segundo o RR apurou, vai sair faísca de tudo que é lado pelo setor elétrico, incluindo a própria Eletronuclear – estatal que já teve um presidente condenado e preso, o Almirante Othon Pinheiro.

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14.08.17
ED. 5682

Saldão imobiliário

A BR Properties está fazendo um carnaval com a crise do setor imobiliário. Em pouco mais de um ano, a empresa da GP Investimentos gastou R$ 1,2 bilhão na compra de ativos e tem ainda outro bilhãozinho reservado para aquisições.

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14.08.17
ED. 5682

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Avianca, Procuradoria Geral da República, Queiroz Galvão e Ipiranga.

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