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Planos
09.08.17
ED. 5679

Monopólio nuclear está por um fio

O governo Temer tem se aproveitado do poderio da base aliada no Congresso para revirar a Constituição e promover a liberalização de setores até então restritivos à participação do capital privado. O próximo passo nessa direção é a quebra do monopólio estatal na produção de energia nuclear, como informa o boletim Insight Prospectiva, que circula exclusivamente entre seus assinantes. A Câmara deverá votar nas próximas semanas as Propostas de Emenda Constitucional 122/07, do deputado Alfredo Kaefer (PSDB-PR), e 41/2011, de Carlos Sampaio (PSDB-SP).

As duas PECs autorizam a entrada de investidores privados na construção e operação de reatores nucleares para geração de energia elétrica, que hoje são atividades exclusivas da Eletronuclear. A medida permitirá ao governo vender participações nas usinas de Angra 1, 2 e 3. A China National Nuclear Corporation (CNNC) já sinalizou o interesse de entrar no capital desta última, um passo além do memorando de entendimentos firmado com a Eletronuclear no ano passado para a conclusão das obras da geradora.

Para todos os efeitos, a PEC 122/07 fixa em 30% o limite para a participação de investidores internacionais no capital das usinas nucleares. Na prática, porém, a tendência é que os grupos estrangeiros assumam uma posição de proa no setor por conta da musculatura financeira e da supremacia tecnológica. Amparado no discurso das “reformas estruturais”, o presidente Michel Temer tem mostrado apetite de sobra para “desregular” atividades vinculadas ao conceito de soberania nacional. Além da energia nuclear, entram neste rol a liberação da venda de terras para estrangeiros, a permissão para atividades de mineração em faixa de fronteira, a autorização para que grupos internacionais detenham até 100% de companhias aéreas e a chamada “MP da Grilagem”, que abre caminho para a legalização e transferência à propriedade privada de terras públicas ocupadas ilegalmente.

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09.08.17
ED. 5679

Volta ao passado

Um diplomata das finanças tem tentado aproximar o big boss do Insper, Claudio Haddad, do franco atirador do setor de educação Paulo Guedes. Como até os índios das matas longevas da Amazônia sabem, “Paulinho” detesta Haddad. Se sentiu lesado pelo ex-sócio na venda do Ibmec, embrião do atual Insper. Mas agora, protegido pela armadura e o bom senso do seu sócio-patrão, Julio Bozano, é possível que o encontro entre os dois economistas financistas se torne menos ácido e até alguma cooperação seja possível. Haddad quer aumentar o Insper. Não pretende ser consolidado pelos grupos estrangeiros. Nesse contexto, Paulo Guedes teria alguma serventia. Mas o “risco Paulinho” é enorme. Melhor deixá-lo delirando às segundas-feiras na imprensa.

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09.08.17
ED. 5679

Um problema a menos

A Arteris (Brookfield e a espanhola Abertis) tem interesse na compra da MGO Rodovias, que opera a BR- 050 entre Minas e Goiás. O ativo estaria avaliado em R$ 500 milhões. No Ministério dos Transportes há uma discreta torcida pela operação. O receio é que as nove empreiteiras de médio porte que controlam a concessão não tenham musculatura para investir R$ 1,5 bilhão até 2020. Procurada, a MGO negou a venda. Já a Arteris não quis se pronunciar.

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09.08.17
ED. 5679

Ano novo na Magazine Luiza

O ano de 2017 já acabou para Luiza Helena Trajano. O Magazine Luiza empurrou sua oferta de ações para 2018.

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Ontem, o Palácio do Planalto foi chacoalhado pela informação de que Eduardo Cunha está prestes a encaminhar a Moreira Franco e Eliseu Padilha uma relação de perguntas demolidoras, como fez com Michel Temer. A conferir.

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09.08.17
ED. 5679

CBF e Nike: divórcio à vista?

A longa e controversa tabelinha entre a CBF e a Nike parece caminhar para o seu epílogo. O RR apurou que a entidade tem conversado com outros fabricantes de material esportivo, entre os quais Adidas e a norte-americana Under Armour. A troca de fardamento se daria após a Copa do Mundo da Rússia.

A Nike tem sido pressionada por acionistas e autoridades norte-americanas a romper o patrocínio de 22 anos à seleção brasileira, um negócio que lhe rendeu muito dinheiro, grande visibilidade, mas também maculou sua marca e a colocou no centro de um escândalo internacional. A amarelinha da seleção brasileira é hoje uma camisa encardida pelas denúncias envolvendo a relação Nike/CBF. A parceria é alvo de investigações nos Estados Unidos e na Espanha. No mês passado, a Justiça espanhola expediu uma ordem de captura contra o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira, acusado de participar de um esquema de desvio de recursos em contratos para a venda dos amistosos da seleção brasileira.

Seu “parceiro de ataque” nesse jogo seria o ex-presidente do Barcelona Sandro Rosell. A investigação bate diretamente na Nike. Preso em maio deste ano, Rosell era executivo da companhia norte-americana quando ela iniciou a parceria com a CBF, então comanda por Teixeira. Segundo a Justiça dos Estados Unidos, o contrato teria rendido um “bicho” de US$ 15 milhões ao cartola. Consultada sobre o fim da parceria e as tratativas com outros fabricantes, a CBF disse “desconhecer qualquer informação neste sentido”. A Nike, por sua vez, afirmou que “não comenta detalhes de contratos respaldados por cláusulas de confidencialidade”.

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09.08.17
ED. 5679

Actis deita e rola na energia eólica

O fundo inglês Actis está em negociações para a compra de mais dois complexos eólicos, um deles no sul do país. Deverá desembolsar cerca de R$ 2 bilhões na dupla aquisição. O private equity é hoje um dos mais elétricos investidores em energia renovável no Brasil. Já desembolsou o equivalente a R$ 6 bilhões por meio de três empresas – Echoenergia, Atlantic e Atlas Renewable, esta última focada em energia solar.

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09.08.17
ED. 5679

“Nova política” na floresta Amazônica

A eleição ao governo do Amazonas é puro déjà-vu. O ex-senador Gilberto Miranda – que anda, ou melhor, prefere andar sumido – é um dos principais apoiadores da campanha de Amazonino Mendes. Por ora, tudo como planejado para a dupla: Amazonino vai disputar o segundo turno.

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09.08.17
ED. 5679

Candidato importado

O PSDB poderá lançar mão de uma solução externa para retomar o mando do segundo maior estado do Brasil: importar o deputado Rodrigo Pacheco, do PMDB, para concorrer ao governo de Minas Gerais. O nome natural dos tucanos, Antonio Anastasia, está “interditado” depois que a Lava Jato tragou seu mentor político, Aécio Neves.

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09.08.17
ED. 5679

Chega de Eldorado

A Petros já sinalizou à Fibria a intenção de vender sua participação na Eldorado Celulose junto com a fatia do acionista controlador, a J&F Investimentos.

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09.08.17
ED. 5679

Show de Truman

O show man João Doria não perde uma… Poucos minutos após levar uma ovada nas ruas de Salvador, na última segunda-feira à noite, Doria já estava postado diante da câmera gravando um vídeo sobre o incidente para as redes sociais. Em meia hora, o depoimento somava mais de mil curtidas no Twitter.

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09.08.17
ED. 5679

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Magazine Luiza, Actis e Petros.

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