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Planos
08.08.17
ED. 5678

Braskem abre a porteira para um “Bye, bye, Brasil” corporativo

A virtual conversão da Braskem em empresa norte-americana, com a transferência da sua sede para os Estados Unidos e negociação das suas ações na New York Exchange, acendeu uma luz amarela. Há um movimento embrionário de êxodo das empresas brasileiras para o exterior. Segundo a fonte do RR, Gerdau e Ioschpe Maxion são duas das companhias que estariam com estudos avançados para realizar o seu “Bye, bye, Brasil”.

A Gerdau é a empresa brasileira com maior índice de transnacionalidade, com 57% das suas receitas provenientes de operações de fora do país. A Iochpe Maxion, que produz autopeças e equipamentos, é a segunda multinacional verde-amarela em internacionalização, segundo medição da Fundação Dom Cabral. Comenta-se que também a Camargo Corrêa analisa tornar-se uma firma europeia.

Procuradas, Gerdau e Camargo Corrêa negaram a transferência da sede. A Iochpe Maxion não se pronunciou. O argumento utilizado por grande parte dessas empresas é a manutenção da maior parte das suas operações no exterior. São fatores relevantes para a troca de nacionalidade a redução dos elevados ônus fiscal-tributário e financeiro e o descarte do Custo Brasil.

Em alguns casos, a Lava Jato também é levada em consideração. Em outubro do ano passado, o BNDES brecou a desnacionalização da JBS, cujo plano de reestruturação a tornaria uma empresa irlandesa com ações negociadas na bolsa norte-americana e transferência de ativos que representam 85% da geração de caixa operacional. A deterioração da economia do país e a percepção crescente de que a crise é estrutural são fortes estímulos para que casos pontuais se transformem em um efeito manada.

Até porque o mercado sanciona essa decisão com valorizações expressivas do capital das empresas. O legendário ex-presidente da Rhodia no país, Edson Musa, dizia que é tão ou mais preocupante do que o desejo dos brasileiros de deixar o país era o das empresas nacionais quererem transferir suas sedes para o exterior. A exportação do centro de decisão dessas companhias vai resgatando o Brasil-Colônia, no qual as elites comandam a distância as operações fabris e extrativistas.

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08.08.17
ED. 5678

A caravana do “Chuchu”

Geraldo Alckmin também vai colocar o pé na estrada para se “apresentar” ao eleitorado brasileiro. Seus assessores estão montando uma agenda de viagens para as próximas semanas que inclui Ceará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Goiás e Mato Grosso do Sul. O Mato Grosso também estava no roteiro, mas foi excluído por conta do mau momento do governador tucano Pedro Taques, acusado de participar de um suposto esquema de grampos ilegais.

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08.08.17
ED. 5678

Temer nas alturas

Virada a página da votação do processo na Câmara (pelo menos até a nova denúncia da PGR), Michel Temer já se sente mais à vontade para se ausentar do país. Deverá fazer uma viagem internacional de maior fôlego ainda neste ano, provavelmente ao Oriente Médio. No radar, o agronegócio, notadamente as exportações de carne brasileira.

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08.08.17
ED. 5678

A rádio repatriação informa

Um espumante empresário citado na Lava Jato teria desembolsado cerca de R$ 100 milhões em impostos para trazer seu dinheiro de volta ao país.

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08.08.17
ED. 5678

Troca-troca de fundos

A norte-americana Advent está submersa nos números da Centauro, rede varejista de material esportivo. A porta de entrada é pelos lados da GP, que busca um comprador para a sua participação de 30%.

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08.08.17
ED. 5678

Flávio Rocha livre para voar

Se a Guararapes e a crise no varejo eram um impeditivo à carreira política de Flavio Rocha, ele já pode se filiar ao Partido Novo e preparar sua candidatura ao governo de São Paulo. Os resultados da companhia no primeiro semestre, que serão divulgados amanhã, vão referendar a recuperação da holding controladora das Lojas Riachuelo. Segundo o RR apurou, o balanço indicará uma margem Ebitda projetada para este ano da ordem de 26%, contra uma estimativa de 15% para o varejo em geral. Entre janeiro e junho, a Riachuelo aumentou as vendas em aproximadamente 6% no conceito de mesmas lojas – há dois anos, esse índice patinava em 0,2%.

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08.08.17
ED. 5678

Family office

Mais do que petróleo, os Queiroz Galvão descobriram uma camada de dividendos no pré-sal. A Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) vende ativos, segura investimentos, hesita em relação à próxima rodada da ANP e, com isso, engorda o caixa e garante a remuneração de seus acionistas controladores. Estima-se que apenas a venda dos 10% no campo de Carcará para a Statoil, por US$ 379 milhões, aumentará os dividendos programados para este ano em mais de 60%.

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08.08.17
ED. 5678

Bola entre as pernas do “Baixinho”

O senador Romário tem se referido ao diretor de administração de Furnas, Júlio Cesar Andrade, de “traidor” para baixo. O “Baixinho” o deixou na cara do gol para assumir a cadeira na estatal. Agora, que está cotado para subir um degrau e sentar na cadeira de presidente de Furnas, Andrade virou as costas para o antigo padrinho. Recusa-se, inclusive, a apoiar a indicação de David Antonio Moreira, aliado de Romário, para a diretoria da empresa.

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08.08.17
ED. 5678

Ecorodovias põe seus sócios no devido lugar

Há arestas pontiagudas a serem aparadas nas negociações para o aumento da participação da italiana Gavio no capital da Ecorodovias. Os herdeiros de Cecílio do Rego Almeida rechaçam o grau de interferência na gestão da companhia pleiteado pelos sócios. Desde já, a família está sentindo o cheirinho de uma futura tentativa de take over da holding de concessões rodoviárias – na imprensa italiana, inclusive, a Gavio tem falado em “incorporação” dos resultados e operações da empresa brasileira. O negócio pode até sair, mas em um tom abaixo do que os italianos pretendem.

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08.08.17
ED. 5678

Fauna exótica

O governador do Ceará, Camilo Santana, está montando um inusitado arco de parceiras na tentativa de levantar a construção de uma refinaria de petróleo no estado. De um lado, conversa com a chinesa Guangdong Zhenrong Energy; do outro, com a National Iranian Oil Company. Fosse em outros tempos, provavelmente a PDVSA também estaria nesse bolo.

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08.08.17
ED. 5678

O futuro de Kuerten

O ex-tenista Gustavo Kuerten também tem sido assediado para entrar na política. No momento, troca bolas no fundo de quadra com o PSDB e o Partido Novo.

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08.08.17
ED. 5678

Estrada esburacada

Na própria ANTT, já se dá como certa a devolução da concessão da BR-040 entre Brasília e Juiz de Fora, pertencente à Invepar. Isso, mesmo com a entrada do Mubadala no capital da companhia.

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08.08.17
ED. 5678

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent, GP, Queiroz Galvão, Governo do Ceará e Guararapes.

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