Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
embraer-rr-5676
04.08.17
ED. 5676

“Emenda Embraer” sobrevoa reforma da Previdência

A reforma da Previdência é assunto prioritário para a Embraer. O aparato de lobby da companhia no Congresso está trabalhando em expediente integral para mudar a PEC 287/16. O ponto nevrálgico é o fim da isenção da contribuição previdenciária sobre receitas provenientes de exportação, previsto na emenda constitucional. A Embraer reivindica que as corporações enquadradas como Empresa Estratégica de Defesa (EED), como é o seu caso, não sejam atingidas pela nova regra, mantendo o benefício. A Embraer dá rasantes por gabinetes de parlamentares das mais diversas siglas e matizes. Segundo o RR apurou, a companhia já teria contatado aproximadamente 370 congressistas nos últimos dois meses. Alega que a desoneração previdenciária é uma contrapartida aos altos investimentos em tecnologia e inovação e que o fim da isenção poderá desencadear uma onda de demissões. O setor mantém cerca de 40 mil empregos diretos e 150 mil indiretos. Por esse critério, então, o agronegócio, que também será atingido pelo fim da isenção, tem de ser disparado o primeiro da fila: são 19 milhões de trabalhadores em toda a cadeia do setor.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

cunha temer calheiros
04.08.17
ED. 5676

Cebola nos olhos de Temer é refresco

Rodrigo Janot confidenciou a um procurador amigo de peito que já esperava o resultado da votação favorável a Michel Temer. Mas confia na “Operação Cebola” para minar o balcão de agrados do presidente aos parlamentares. Janot está descascando as denúncias em fatias. Em setembro, vem outra camada ardente e mais um pedido de abertura de inquérito contra Temer. Os congressistas vão ter de dizer novamente que o presidente é impoluto, com seus votos abertos na frente da TV. A não ser que, melhor não falar…

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.17
ED. 5676

Domínio total

O HNA Group, sócio do Galeão, tem interesse na concessão de Viracopos, que está sendo devolvida pela Triunfo e pela UTC. Ressalte-se que o grupo chinês é sócio da Azul, que tem seu hub operacional justamente no aeroporto de Campinas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.17
ED. 5676

Parabenizando

Poucos minutos após a votação na Câmara, o fiel Rodrigo Rocha Loures, o deputado da mala, fez chegar a Michel Temer os parabéns pela acachapante vitória.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.17
ED. 5676

Pole position

Intriga da oposição dizer que o prefeito João Doria voltou com poucos resultados de sua recente ida à Ásia. Um grupo de investidores chineses, dono de arenas esportivas no Oriente, tem interesse no Autódromo de Interlagos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.17
ED. 5676

Cargill vende seu bagaço no Brasil

A Cargill busca um comprador para a sua fatia de 63% na Cevasa, usina de açúcar e álcool no interior de São Paulo. O RR apurou que um grande conglomerado agrícola chinês que atua no Brasil demonstrou interesse pelo negócio. Com um passivo de aproximadamente R$ 500 milhões junto a bancos e fornecedores, a Cevasa teria a necessidade de uma injeção de recursos da ordem de R$ 200 milhões. Nos últimos meses, a Cargill e seu sócio, a paulista Canagril, entabularam tratativas para um aporte, mas não houve consenso. Segundo informações filtradas da própria Cargill, a ordem para fazer o stop loss e bater em retirada veio diretamente dos Estados Unidos. Consultada, a companhia norte-americana não quis se pronunciar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.17
ED. 5676

Meirelles quer distância de “gambiarra fiscal”

A algaravia que está sendo feita nos mercados e no meio acadêmico para arrumar um “jeitinho” de mudar a meta do déficit primário sem que pareça que ela foi mudada não tem o aval do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. A proposta de criar uma nova meta – o complexo resultado fiscal estrutural –, que levaria em conta os efeitos do ciclo econômico ou zunir de vez o cálculo do resultado primário, adotando somente a meta das despesas conforme a PEC do Teto, podem criar dúvidas sobre as boas intenções da equipe econômica. Mexer na atual métrica da execução orçamentária com base na contabilidade reconhecida mundialmente é um atestado de suspeição junto aos organismos financeiros internacionais, agências de rating e instituições multilaterais.

O Brasil, com suas dezenas de cartas de intenção negociadas com credores estrangeiros, não tem uma tradição de rigor contábil indiscutível. O abandono do sistema de avaliação da performance fiscal a esta altura do campeonato pareceria tudo menos preciosismo isento e tentativa de aprimoramento. Meirelles sabe que a meta dos déficits de 2017 e 2018, anos inscritos no calendário eleitoral, não evaporarão no ar apenas porque alguns ourives da teoria econômica decidiram que lé soma com cré, ou o contrário.

A percepção será a de que Lula e Dilma cumpriram seus compromissos fiscais, e Henrique Meirelles, posto no cargo justamente para consertar o desarranjo nas contas públicas, fugiu da raia e jogou os saldos negativos para debaixo do tapete. É mais fácil reconhecer que a previsão do déficit primário não vai fechar devido a variáveis endógenas (arrecadação mais fraca devido à recessão) ou “exógenas” (crise da Lava Jato) do que passar uma borracha no resultado ou aprovar uma sangria tributária. A boa regra – já diziam Simonsen, Delfim, Pastore, José Serra e quem mais vier – seria trocar a meta do déficit primário pelo déficit nominal, que permite verificar também o impacto dos juros nas contas públicas.

Ninguém nunca topou, mas é o que recomenda a boa praxe internacional. O injustiçado Joaquim Levy bem que tentou, em uma surpreendente tabelinha com Serra, aprovar uma PEC do Teto que propunha o controle das despesas com base no limite para a dívida bruta do governo. Precisamente no dia 18 de novembro de 2015, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, Levy propôs que a medida fosse adotada. Levou bomba. A iniciativa permitiria que o fator juros fosse levado em consideração nos cálculos do desajuste fiscal, possibilitando uma regência cíclica da despesa financeira e do resultado primário quando fosse o caso, desde que a dívida bruta, verdadeiro comprovante da solvência do país,
estivesse controlada.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.17
ED. 5676

Roberto Jefferson atravessa a Dutra

Roberto Jefferson procura um imóvel para alugar em São Paulo. É mais um sinal de que vai aceitar o conselho de Geraldo Alckmin, transferir seu domicílio eleitoral e disputar uma vaga na Câmara pelo PTB paulista. Antes, porém, é provável que gaste um pouco mais da sola do sapato. Jefferson disse a uma fonte do RR que tem penado para encontrar uma residência. Queixou-se de que, mesmo com a crise, os preços estão “salgados demais”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.17
ED. 5676

“Ajuste fiscal” do Congresso

Das duas uma: ou o deputado Silvio Torres, secretário geral do PSDB, é um ingênuo ou um sarcástico. Em meio ao armazém de secos e molhados do Congresso, tem defendido o corte de 30% das verbas reembolsáveis para parlamentares, o que inclui combustíveis, refeição, deslocamentos etc. O “ajuste fiscal”significaria uma economia de aproximadamente R$ 280 milhões por ano. Por ora, a proposta empolgou apenas uns gatos pingados masoquistas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.17
ED. 5676

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Embraer e HNA Group.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.