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Planos
mp-rodoviaria-rr-5601
03.08.17
ED. 5675

TCU é um quebra-molas no caminho da “MP das Rodovias”

O que parecia ser a solução sob medida para um imbróglio com alguns dos maiores grupos de infraestrutura do país está se revelando um novo problema para o governo Temer neste seu “recomeço”, pós-vitória na Câmara. Trata-se da Medida Provisória que prevê a extensão do prazo para as obras de duplicação das rodovias leiloadas em 2013 e 2014. Segundo o RR apurou, o Palácio do Planalto já captou a resistência do Tribunal de Contas da União (TCU) à proposta, antes mesmo da MP ser editada.

A iniciativa estaria sendo interpretada no TCU como um waiver a empresas que atropelaram cronogramas e descumpriram os investimentos previstos nos respectivos editais, casos, por exemplo, de CCR, Invepar e Galvão Engenharia. Ressalte-se que o Tribunal de Contas tem adotado uma postura extremamente rígida em relação a mudanças em contratos de concessão. No início deste ano, por exemplo, posicionou-se contra a extensão da licença da Nova Dutra, pertencente à própria CCR. A “MP das Rodovias”, em fase final de elaboração na Casa Civil, entrou em cena após pressão das operadoras do setor reunidas na Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR).

A proposta surgiu como uma alternativa à solução mais radical: a retomada das licenças pela União. Em defesa da iniciativa, o governo argumenta que a MP não é um perdão e tampouco vai sair de graça para as empresas. Pelo texto, as concessionárias terão mais 14 anos para concluir as obras de duplicação das vias – o prazo atual é 2019. Em contrapartida, os contratos de concessão, originalmente de 30 anos, serão encurtados.

O governo alega que esta é a solução mais factível para destravar investimentos da ordem de R$ 30 bilhões. Todos os prazos previstos para as concessões de 2013 e 2014 já foram para o espaço. A CCR deveria duplicar um trecho de 806 quilômetros da BR-163 até o fim de 2019. A dois anos do prazo, as obras atingiram apenas 138 quilômetros. É o menor dos problemas. A Invepar concluiu apenas 78 quilômetros em um total de 516 quilômetros. Pior é a situação da Galvão Engenharia, que sequer iniciou as obras de duplicação da BR-153 entre Anápolis (GO) e Palmas (TO).

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michel-temer-rr-21
03.08.17
ED. 5675

Vindas…

Aloysio Nunes Ferreira está mais privilegiado do que nunca no Planalto. Mesmo em caso de saída dos tucanos do governo, Michel Temer pretende mantê-lo à frente do Itamaraty. Debitaria a presença do intruso em sua cota pessoal.

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03.08.17
ED. 5675

…E idas

Por sua vez, José Serra, antecessor de Nunes Ferreira nas Relações Exteriores, se descolou de vez do presidente Temer. Nos bastidores, prega a saída do PSDB do governo e tentou até o fim emplacar o “governo Maia”.

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A China Communications Construction Company está desembarcando das negociações com Benjamin Steinbruch para se associar à Transnordestina.

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Após o enlace entre a Cultura e a Fnac, a Amazon voltou à carga sobre a Livraria Saraiva.

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03.08.17
ED. 5675

Um secretário cheio de saúde

Os tentáculos de Sergio Cortes, ex-secretário de Saúde de Sérgio Cabral, não cabiam dentro do governo do estado. Segundo fonte do MP, a Operação Calicute investiga sua suposta participação em contratos irregulares na área de saúde firmados por prefeituras do PMDB no interior do estado do Rio.

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03.08.17
ED. 5675

Contencioso pesa sobre o balanço da Cyrela

Os resultados da Cyrela no primeiro semestre serão divulgados no próximo dia 11, mas, desde já, o que preocupa mesmo os minoritários é o balanço do terceiro trimestre. A incorporadora ainda avalia se vai provisionar parcial ou integralmente o valor de R$ 130 milhões referente ao contencioso com a Incortel Incorporações e Construções – ver RR edição de 29 de maio. Este é o custo estimado para o pagamento de indenizações e a reconstrução da área de lazer do condomínio Grand Parc Residencial Resort, em Vitória (ES), que desabou. Cyrela e Incortel, que tocaram o empreendimento em parceria travam uma disputa em torno da responsabilidade pelo acidente. A calibragem da provisão poderá afundar os resultados da companhia no vermelho. Para efeito de comparação, o valor total do processo é pouco menor do que o lucro registrado pela Cyrela durante todo o ano de 2016 (R$ 151 milhões).

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03.08.17
ED. 5675

Tucano em queda livre

As denúncias de participação em um suposto esquema de grampos ilegais no Mato Grosso pegaram o governador Pedro Taques em um momento de franca ascensão dentro do PSDB. Taques chegou a ser cotado como candidato a vice de Geraldo Alckmin em uma chapa tucana puro sangue para as eleições à Presidência da República. Agora, já deverá sair no lucro se completar seu mandato no governo do Mato Grosso.

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03.08.17
ED. 5675

Uma recuperação judicial em pé de Guerra

A gaúcha Guerra, uma das mais tradicionais fabricantes de implementos rodoviários do país, tem feito jus ao nome em seu atribulado processo de recuperação judicial. Em sua trincheira, o empresário Marcos Guerra, dono de uma participação minoritária, tenta impor um plano alternativo para o pagamento da dívida de R$ 200 milhões. Movimenta-se à revelia dos demais sócios e da direção da empresa. Marcos garante ter o apoio de seis importantes credores da companhia, que seriam contrários ao plano já apresentado pela Guerra.

Do outro lado, os controladores tentam barrar a ação de Marcos Guerra. Asseguram ter ao seu lado um grupo de investidores que estaria disposto a aportar R$ 60 milhões. Neste cabo de guerra, parte dos credores recusou o plano apresentado pela empresa na assembleia realizada no início de julho.

Quem agradece é o Grupo Randon, maior concorrente da Guerra. Desde o ano passado, a empresa de Raul Randon aumentou sua participação no mercado de implementos rodoviários de 29% para 35%. A Guerra, por sua vez, já caiu de 10% para 4%.

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03.08.17
ED. 5675

Real estate

A Petrobras tem aproveitado a crise imobiliária para devolver escritórios – caso da Torre Almirante – e achatar seus
custos de locação. No Rio de Janeiro, em pouco mais de um ano, a estatal reduziu em quase 50% o custo de seus contratos de aluguel, hoje na casa dos R$ 180,00 o metro quadrado.


Por falar em crise imobiliária, não por outro motivo o norte-americano Evergreen Real Estate Partners está à caça de imóveis comerciais no Brasil.

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03.08.17
ED. 5675

Duplo crachá

O IFC, leia-se Banco Mundial, está na Sabesp com duplo crachá. É consultor do processo de capitalização e deverá ficar com um pedacinho da estatal.

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03.08.17
ED. 5675

Tudo família

O tucano Mario Covas Neto, presidente do diretório municipal do PSDB, tem trabalhado na Câmara de Vereadores para brecar o pacote de privatizações apresentado por João Doria. Trata-se de uma rixa partidária e consanguínea: Covas Neto é adversário político do vice-prefeito Bruno Covas, seu sobrinho.

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03.08.17
ED. 5675

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cyrela, Guerra, Petrobras e CSN.

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