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Planos
26.07.17
ED. 5669

Norte-Sul e Malha Paulista são ferrovias que não se encontram

O ministro Moreira Franco chamou para si o imbróglio da Malha Paulista. Ele pressiona para que o Ministério dos Transportes e a ANTT acelerem a renovação antecipada da concessão da ferrovia, pertencente à Rumo Logística. O que está em jogo, neste caso, são dois projetos em um, que, somados, envolvem investimentos da ordem de R$ 8 bilhões. O objetivo de Moreira é evitar que a novela da Malha Paulista, que já dura mais de um ano e meio, leve de arrasto um dos empreendimentos mais importantes do PPI: o leilão do trecho de 1,5 mil km da Ferrovia Norte-Sul (FNS) entre as cidades de Estrela d ́Oeste (SP) e Porto Nacional (TO), marcado para fevereiro de 2018.

Os principais interessados na licitação, a exemplo da MRS, China Railway Construction e a russa RZD, já sinalizaram ao ministro que só disputam a concessão da Norte-Sul com a prorrogação da licença da ferrovia paulista por mais 30 anos, como pede a Rumo Logística. Um projeto tem tudo a ver com o outro. A viabilidade econômico-financeira da Norte-Sul depende da Malha Paulista e, mais do que isso, do investimento de R$ 5 bilhões programado pela Rumo para a concessão. O desembolso, por sua vez, está condicionado à prorrogação da licença. A FNS precisa utilizar o ramal da concessionária paulista para acessar o Porto de Santos.

Sem a expansão da linha férrea, sua capacidade de transporte para o maior terminal portuário da América Latina fica limitada, reduzindo consideravelmente a rentabilidade do negócio. Por um efeito dominó, o problema afeta todos os trechos da concessão da Norte-Sul. A julgar pelo timing, a impressão que se tem é que o Ministério dos Transportes e a ANTT vêm conduzindo os dois projetos como se um não tivesse relação direta com o outro. De um lado, aceleram o passo para a privatização da Norte-Sul. Já iniciaram as audiências públicas e deverão colocar o edital na rua até setembro. Nem de longe lembram a mesma Pasta e a mesma agência reguladora que, entre idas e vindas, estão sentadas sobre o pedido de renovação da Malha Paulista desde a era Dilma.

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26.07.17
ED. 5669

Dois pés no Palácio

Ontem, no fim da tarde, a listagem de Eliseu Padilha, que nunca erra, contabilizava 90 deputados indecisos em
relação ao pedido de abertura de inquérito contra Michel Temer. Até o dia 2 de agosto, data prevista para a votação
no plenário da Câmara, Temer não arredará o pé de Brasília. Vai se dedicar a apertar a mão, olhar no olho e arrancar
o voto de boa parte dos parlamentares hesitantes.

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26.07.17
ED. 5669

Dois pés na estrada

Lula vai iniciar um périplo por cidades do Nordeste na segunda semana de agosto. O ponto de partida será o interior da Bahia.

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26.07.17
ED. 5669

Alento para os Bumlai

O fundo norte-americano Proterra está sobrevoando os canaviais da Usina São Fernando, em Dourados (MS). A empresa é badalada, não necessariamente pelo açúcar e álcool que produz, mas por pertencer aos filhos do
notório José Carlos Bumlai, o amigo de Lula que foi tragado pela Lava Jato.

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26.07.17
ED. 5669

Carlyle não quer mais brincar

O Carlyle deverá anunciar nos próximos dias a venda de uma participação na RiHappy, maior rede de lojas de brinquedos do país. Segundo fonte próxima ao fundo norte-americano, a operação gira em torno dos US$ 70 milhões.

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26.07.17
ED. 5669

Madoff sem Safra é obra de ficção

Há uma ausência inaceitável no filme sobre Bernie Madoff, com Robert de Niro fazendo o papel do milionário e Michele Pfeiffer, o de sua esposa: o diretor simplesmente excluiu Joseph Safra. “Seu” José foi uma espécie de avalizador do bilionário norte-americano. Foi o principal distribuidor no Brasil dos títulos podres pendurados no Esquema Ponzi. Tamanho protagonismo exigiria uma presença à altura de Safra no script. A aparição “zero” deve
ter custado uma boa grana. Em tempo: quem também merecia ao menos uma pontinha na película é Alex Haegler, que acabou sendo envolvido nesse episódio das correntes como suposto distribuidor dos títulos junto ao high society.

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26.07.17
ED. 5669

Trem-pagador

O ex-presidente da Valec José Francisco da Neves, o “Juquinha”, teria iniciado tratativas para um acordo de delação. Juquinha já foi condenado a dez anos e sete meses de detenção por participar de um suposto esquema de corrupção na estatal, a partir do superfaturamento de contratos em obras ferroviárias. Pior: segundo o Ministério Público, teria continuado a receber recursos ilegais mesmo após a sentença, o que lhe custou uma prisão preventiva no início de junho. O “sacrifício” da delação seria motivado pela tentativa de reduzir a pena de sua mulher e seu filho, também condenados por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

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26.07.17
ED. 5669

Pescaria sem anzol

A UTC Engenharia, do delator Ricardo Pessoa, está tentando pescar um sócio na China. Sabe-se lá que isca tem a oferecer no meio de uma recuperação judicial e com R$ 3,4 bilhões em dívidas.

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26.07.17
ED. 5669

BB e Caixa pegam PDG no contrapé

A PDG enfrenta resistências de onde menos esperava. Banco do Brasil e Caixa Econômica têm se mostrado mais refratários do que as próprias instituições financeiras privadas ao pedido feito pela incorporadora para adiar a entrega do plano de reestruturação do seu passivo. Em recuperação judicial, a PDG carrega mais de R$ 5,75 bilhões em dívidas.

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26.07.17
ED. 5669

Copo furado

Segundo informações filtradas da AmBev, a empresa amargou nova queda do Ebitda no segundo trimestre. O recuo em relação a igual período em 2016 deverá girar em torno dos 8% – os resultados serão apresentados amanhã. Se serve de alento, no primeiro trimestre deste ano a redução do Ebitda foi ainda mais difícil de engolir (17%). Consultada, a AmBev não se manifestou, alegando estar em período de silêncio.

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26.07.17
ED. 5669

Faminto

A julgar pelo apetite de Eunício de Oliveira em indicar um nome para o cargo, o presidente do Banco do Nordeste, Marcos Holanda, está com os dias contados.

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26.07.17
ED. 5669

Reino dos Maggi

Blairo Maggi tem sido pressionado pela família a não se candidatar em 2018. Os herdeiros o querem mais perto da gestão do Grupo Amaggi. Ou talvez mais longe da política. O busílis é convencê-lo a abrir mão de uma reeleição ao Senado, dada como certa.

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26.07.17
ED. 5669

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Carlyle, Usina São Fernando, PDG e UTC.

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