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Planos
25.07.17
ED. 5668

Brookfield pilota criação da maior holding rodoviária do Brasil

A Brookfield já tem R$ 60 bilhões em ativos no Brasil e quer mais. Neste momento, “mais” significa a criação da maior holding de concessões rodoviárias do país, a partir de duas operações em paralelo conduzidas pelos canadenses. De um lado, o grupo negocia a aquisição da carteira da Odebrecht Transport (1,8 mil quilômetros de estradas em seis estados); do outro, movimenta-se para assumir o controle da Arteris, que reúne um colar de nove concessões, com mais de 3,2 mil quilômetros. A Brookfield já detém 56% da empresa e pisa no acelerador para ficar com o restante das ações, pertencente à espanhola Abertis.

Estima-se que as duas negociações envolvam um investimento somado da ordem de R$ 5 bilhões. Mais à frente, todas estas estradas se encontrariam, com a fusão das concessões da Odebrecht e da Arteris sob o mesmo guarda-chuva. A Brookfield teria, então, uma operação integrada com faturamento superior a R$ 6 bilhões e mais de cinco mil quilômetros sob administração, deixando para trás a atual líder do setor, a CCR (3,5 mil quilômetros). Procurada pelo RR, a Odebrecht Transport informou que “segue com seu plano de reestruturação que inclui a busca por novos investidores para seu portfólio de rodovias”.

Brookfield e Abertis não quiseram comentar o assunto. Segundo fonte próxima à Brookfield, o acordo com a Odebrecht Transport deve ser sacramentado até o fim de agosto. No caso da Arteris, o timing é uma variável ainda mais importante. Isso porque a própria Abertis está à venda na Espanha. A Brookfield considera fundamental comprar a participação dos sócios e tomar o controle da Arteris antes da venda do grupo ibérico e, automaticamente, da entrada de um novo acionista na empresa brasileira. Esse investidor, eventualmente, pode vir a ser um obstáculo aos planos dos canadenses. Segundo a mídia local, os candidatos mais fortes à aquisição da Abertis são a italiana Atlanta e a também espanhola ACS, de propriedade de um dos homens mais ricos do país, Florentino Perez, presidente do Real Madrid.

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25.07.17
ED. 5668

Ociosidade no refino

Número que será divulgado no próximo balanço da Petrobras: as refinarias da estatal fecharam o primeiro semestre com uma taxa de utilização em torno de 77%. Trata-se do menor índice dos últimos 15 anos – em 2014, chegaram a operar a 100%. A maior ociosidade é resultado da combinação entre a crise econômica e o aumento das importações de derivados.

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25.07.17
ED. 5668

Mais uma flecha

Vem aí mais uma flecha de Rodrigo Janot: a delação do empreiteiro Fernando Cavendish já está sobre a sua mesa.

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25.07.17
ED. 5668

Batalha cibernética

O Palácio do Planalto intensificou o monitoramento dos chamados “haters” nas redes sociais. Nos últimos dias, teria identificado e bloqueado dezenas de perfis ligados a partidos ou organizações da oposição que estavam praticando “cyber bullying” nas páginas oficiais do presidente Michel Temer.

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25.07.17
ED. 5668

Raízen e Cade travam duelo na Justiça

A expectativa no Cade é que, ainda neste ano, a Justiça dê um desfecho a uma novela que se arrasta desde 2015. Naquele ano, o órgão antitruste condenou a Raízen a pagar uma multa de R$ 31 milhões por prática anticoncorrencial. Segundo o Cade, a distribuidora coagiu postos da bandeira Shell de São Carlos (SP) a praticarem preços predefinidos. Desde então, a Raízen tenta derrubar a decisão na Justiça. Até agora, em vão. A 29a Vara Federal do Rio de Janeiro ratificou o entendimento do colegiado do Cade. A questão agora está no Tribunal Regional Federal da 2a Região. O recurso, inclusive, já poderia ter sido julgado. No entanto, em 6 de março deste ano, o desembargador Aluisio Castro Mendes declarou sua suspeição para atuar no caso, por “motivo de foro íntimo”, o que forçou a redistribuição do processo. As provas contra a companhia colhidas pelo Cade são contundentes. No melhor estilo Joesley, o dono de um posto da bandeira Shell gravou conversa com um representante da distribuidora tentando impedi-lo de fazer promoções e baixar o preço dos combustíveis. Procurado pelo RR, o Cade confirmou a condenação e os recursos impetrados pela companhia na Justiça. A Raízen, por sua vez, não quis se pronunciar.

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Se alguém do governo foi pego no contrapé pela ressurreição do “pato da Fiesp“, certamente não foi Michel Temer. O presidente teria tomado conhecimento, de véspera, do protesto feito pela entidade na última sexta-feira contra o aumento de impostos. Paulo Skaf não pregaria uma peça dessas em Temer – avalista da sua candidatura ao governo de São Paulo. Em relação a Henrique Meirelles, talvez já não se possa dizer o mesmo.

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25.07.17
ED. 5668

Gafisa testa o mercado

Após passar todo o primeiro semestre em branco, a Gafisa vai retomar os lançamentos imobiliários nos próximos meses – informação confirmada pela empresa. Mas devagar, devagarinho. A prioridade da incorporadora é reduzir o estoque de imóveis encalhados, que beira R$ 1,5 bilhão.

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25.07.17
ED. 5668

Shree Renuka só pensa na despedida

Os indianos da Shree Renuka querem distância do Brasil. Logo após o leilão da usina Revati, marcado para 4 de setembro, deverão partir também para a venda da unidade Madhu – ambas localizadas no interior de São Paulo. Será a segunda tentativa de se desfazer do ativo – a primeira ocorreu em 2016. As duas usinas, juntas, estão avaliadas em cerca de R$ 1,2 bilhão – metade da dívida total da companhia. Projeto audacioso, que passava pela montagem de um conglomerado sucroalcooleiro, a Renuka do Brasil evaporou no meio de uma recuperação judicial. Só é citada ao lado das palavras passivo, credores, demissões, processos trabalhistas…

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25.07.17
ED. 5668

Dobradinha aérea

Sócios no Galeão, o recém-chegado HNA Group, da China, e a Changi Airport, de Cingapura, já costuram uma
parceria para a próxima leva de leilões de aeroportos.


Por falar na dupla asiática, a Changi está aumentando sua participação no consórcio privado que detém o controle
do aeroporto do Galeão. Passará a ter 49%, contra 51% dos chineses. A Infraero segue com a sua cadeira cativa, com 49% do capital total da concessão.

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25.07.17
ED. 5668

Temer garante

A indicação de Cristiane Brasil para o Ministério da Cultura desafinou. Mas Michel Temer garante ao PTB que a filha de Roberto Jefferson estará sentada em uma cadeira quando a dança da reforma ministerial terminar.

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25.07.17
ED. 5668

Contagem regressiva

Raul Jungmann conta os meses para deixar o Ministério da Defesa. Só não decidiu ainda o seu lugar na urna eletrônica em 2018: se sai como candidato à reeleição para a Câmara ou disputa uma vaga no Senado.

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25.07.17
ED. 5668

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, Shree Renuka, Fiesp, HNA Group e Changi Airport.

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