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Planos
20.07.17
ED. 5665

Novo marco regulatório causa curto-circuito no setor elétrico

Nem bem foi anunciado, o modelo do novo marco regulatório do setor elétrico já deverá sofrer uma recauchutagem. No próprio governo, o entendimento é que algumas das mudanças apresentadas pelo ministro Fernando Coelho Filho no início do mês passaram do ponto. Desde já, o objetivo é aplanar as arestas com as geradoras e distribuidoras. As empresas têm torpedeado Coelho Filho com duras críticas ao texto da Medida Provisória, por entender que, como está, ele favorece em demasia os comercializadores e os grandes consumidores.

A percepção é que as mudanças criarão um desequilíbrio ainda maior no mercado, beneficiando alguns dos maiores grupos industriais do país que, nos últimos anos, praticamente transformaram a produção e comercialização de energia em seu core business, a exemplo de Gerdau, ArcelorMittal, Votorantim etc. Não por acaso, a proposta já está sendo chamada ironicamente no setor de “MP da Abraceel” – uma referência à Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia. O ponto nevrálgico é a redução da barreira de entrada no mercado livre. Hoje, apenas os consumidores com demanda a partir de três megawatts podem comprar energia no segmento. O novo marco deixa o sarrafo bem perto do chão, baixando essa exigência para 0,5 MW. Ou seja: um espectro ainda maior de consumidores poderá acessar o mercado livre, deixando de adquirir energia das distribuidoras.

Outra questão que tem gerado controvérsia e deverá ser revista pelo governo é a ampliação do limite de contratação livre nos leilões de energia de 50% para 75%. Ou seja: a demanda para o mercado cativo assegurada por lei passaria a ser de apenas 25%. Ao soltar as amarras do mercado livre e achatar o mercado cativo, o governo aplicará um duro golpe nos grupos que investiram na ampliação do seu parque gerador com base no atual arcabouço regulatório, além do potencial impacto negativo sobre projetos futuros no segmento.

Na avaliação das empresas de geração, as consequências serão ainda mais graves no caso das companhias que apostaram em fontes alternativas, casos, por exemplo, de CPFL, Brookfield e Enel. Isso para não falar do aumento das tarifas, já admitido pelo próprio ministro Coelho Filho. Consultado pelo RR, o Ministério de Minas e Energia disse que é “precipitado falar em alterações” e só avaliará a necessidade de mudanças após a fase de contribuições do setor. A Abraceel, por sua vez, afirmou que o texto é positivo e “beneficia todo o setor elétrico e não especialmente as comercializadoras”.

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20.07.17
ED. 5665

Chinatown 1

Mais um gigante chinês está em busca de ativos bancários no Brasil. A bola da vez é o Industrial Bank Co.. Trata-
se de um dos dez maiores conglomerados financeiros da China, com aproximadamente US$ 800 bilhões em ativos.

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20.07.17
ED. 5665

Chinatown 2

A China Gezhouba Group Company (CGGC) surge como forte candidata à compra da Cedae, prestes a passar das mãos do governo do Rio para o BNDES, que conduzirá o processo de privatização. Com faturamento de US$ 15 bilhões por ano, a CGGC tem um vasto cardápio de negócios em infraestrutura.

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20.07.17
ED. 5665

International Meal Company à venda

O norte-americano Advent pretende vender a International Meal Company, seu braço de gastronomia no Brasil.

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20.07.17
ED. 5665

Generosidade

De volta às manchetes pela ordem de prisão expedida pela Justiça espanhola, Ricardo Teixeira é um homem prudente e um pai preocupado com o futuro dos seus. Segundo fonte próxima à família, o ex-presidente da CBF teria transferido boa parte do seu patrimônio para os herdeiros.

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20.07.17
ED. 5665

Barreiras de aço

A Secretaria de Comércio Exterior deverá apresentar até o dia 31 o resultado da investigação de prática de dumping nas exportações de aços planos laminados a quente da Rússia e da China para o Brasil. Entre as siderúrgicas nacionais, a expectativa é que a Secretaria vai recomendar ao governo a aplicação de restrições à importação do produto dos dois países – Rússia e China respondem por mais de 80% dos laminados a quente que entram no país (algo como 72 mil toneladas por ano). Coincidência ou não, na semana passada a Usiminas anunciou um aumento de 10,7% nos preços do produto. Nos últimos dois anos, a indústria siderúrgica nacional se viu forçada a praticar descontos expressivos para não perder mercado para o aço importado.

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20.07.17
ED. 5665

Sindicalismo turbinado

Monica Zerbinato, ex-secretária de Lula por 13 anos, e seu marido, Osvaldo Bargas, diretor da Central Única dos Trabalhadores (CUT) foram vistos desfrutando do capitalismo opressor da Itália e flanando em uma Ferrari Testarossa de US$ 1 milhão. A fonte do RR estava lá, implacável, e clicou os dois pombinhos, que olhavam o horizonte transparecendo a pergunta: por que essa maldita reforma trabalhista tinha de incluir o fim do imposto sindical?

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20.07.17
ED. 5665

Netshoes aperta o passo rumo à Dafiti

Três meses após o IPO na Bolsa de Nova York, os acionistas da Netshoes já articulam uma nova injeção de recursos na empresa de varejo online. Segundo uma fonte que acompanha as discussões, o aporte seria liderado pelo Temasek, fundo soberano de Cingapura. A capitalização é peça-chave para a Netshoes fechar uma grande aquisição ainda neste ano. O alvo principal é a Dafiti, controlada pelo fundo alemão Rocket. Trata-se de um projeto antigo de Marcio Kumruian, fundador e CEO da empresa. Com a aquisição, a Netshoes saltaria para um faturamento anual de R$ 4 bilhões e reforçaria sua operação não apenas no mercado brasileiro, mas em outros países da América do Sul, como Argentina, Chile e Colômbia.

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20.07.17
ED. 5665

Uma vez cacique…

Paulo Skaf tem conversado recorrentemente com Michel Temer sobre 2018. Quer, desde já, a garantia de que será o candidato do PMDB ao governo paulista. Mesmo que Temer venha a ser detonado da Presidência da República, dificilmente o partido lançará um candidato sem a sua bênção.

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20.07.17
ED. 5665

Os cálculos de Kassab

Nos cálculos de Gilberto Kassab, o PSD termina a reforma ministerial com duas Pastas a mais na sua sala de troféus. Uma delas, a das Cidades.

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20.07.17
ED. 5665

Assim falou o RR

O aumento de impostos que deverá ser anunciado hoje pelo governo estava escrito nas estrelas, ou melhor, no Relatório Reservado. Na edição de 15 de março, o RR antecipou que Henrique Meirelles já contemplava a medida – àquela altura, ainda negada pelo governo. Voltou ao assunto em 12 de maio, 23 de junho e no último dia 14. Infelizmente, estava certo.

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20.07.17
ED. 5665

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Netshoes, Dafiti e Advent.

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