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Planos
28.06.17
ED. 5649

Benefício do governo à indústria farmacêutica vira um placebo

Procura-se um remédio para as dores que o governo tem causado na indústria farmacêutica nacional, notadamente as empresas enquadradas nas Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), criadas ainda no primeiro mandato de Dilma Rousseff. Na maioria dos casos, a sintomatologia é a mesma: demora na análise dos projetos e atraso na liberação dos recursos, seja pelo cobertor curto do orçamento federal, seja pela burocracia. Os dois maiores símbolos da anemia no programa mantido pelo governo são a Orygen e a Bionovis, os dois superlaboratórios nacionais que surgiram das pipetas e tubos de ensaio do BNDES na época dos cavalos vencedores.

Segundo o RR apurou, a Orygen estaria tentando aprovar há mais de um ano PDPs sob análise no Ministério da Saúde. A situação é kafkiana: sem o carimbo de Brasília, a empresa não consegue liberar recursos de mais de R$ 100 milhões já aprovados pelo próprio BNDES. No ano passado, também por conta da letargia do governo federal, a companhia se viu obrigada a redimensionar sua fábrica em Itapevi (SP), reduzida em aproximadamente 30% em relação ao projeto original.

Menos mal que os acionistas do Orygen – Biolab e Eurofarma – cobriram do próprio bolso o investimento para a construção da unidade de medicamentos biossimilares. O Bionovis também teria projetos encalhados no âmbito do PDP. Assim como no caso da Orygen, coube aos sócios da companhia bancar a instalação da fábrica de Valinhos (SP). Procuradas pelo RR, os dois laboratórios não quiseram comentar o assunto.

Os atrasos nas PDPs têm forte impacto sobre a velocidade da inovação na indústria farmacêutica nacional. As parcerias envolvem, sobretudo, transferência de tecnologia de produtores e detentores de patentes estrangeiros, a produção de matérias-primas e sínteses químicas e a fabricação de biossimilares, praticamente uma cópia de medicamentos cujas licenças expiraram. São remédios sofisticados, na maioria dos casos importados.

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28.06.17
ED. 5649

Gilmar, o supremo

Gilmar Mendes arrumou tretas graves em duas escolas de direito das mais afamadas do país. Um delas, Gilmar, com sua incontinência verbal, tachou de “pilantra”. O ministro do Supremo está sendo processado, se bem que é duvidosa a eficácia de uma ação sobre autoridades acima do bem e eivadas do mal.

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28.06.17
ED. 5649

Marca (quase) indelével

A Queiroz Galvão vai entrar com recurso no TCU contra a decisão proferida pelo órgão em março, declarando a inidoneidade da construtora. Será a segunda tentativa da companhia de apagar o carimbo de má reputação. Em abril, a Queiroz Galvão entrou com embargo de declaração, mas o instrumento foi recusado pelo TCU.

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28.06.17
ED. 5649

Memória curta

O ex-ministro da Cultura Marcelo Calero tem buscado o apoio da classe artística para se candidatar ao governo do Rio em 2018. Torce para que muitos já tenham se esquecido dos cortes que ele promoveu em verbas culturais.

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28.06.17
ED. 5649

Abin transferida?

Em Brasília cochicha-se que a Abin será transferida para o Ministério da Defesa caso se confirme a mudança do general Sergio Etchegoyen do GSI para a esmaecida pasta. O ministro Raul Jungmann já está com o visto de saída assinado para abril de 2018 – ver RR de 9 de maio.

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28.06.17
ED. 5649

BNDES volta a sorrir

O presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, pretende buscar entre R$ 30 bilhões a R$ 50 bilhões para engordar o caixa de R$ 100 bilhões já disponível no banco. Os recursos adicionais vão engrossar as linhas de crédito do projeto que já está sendo chamado internamente de “BNDES Sorriso”. De onde ele vai obter os recursos é que são elas. Se seguisse os exemplos dos governos FHC e Lula, poderia dar uma pedaladinha. Mas o impeachment de Dilma Rousseff estigmatizou expediente contábil.

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28.06.17
ED. 5649

Sinal de alerta na Petrobras

Quando não são os planos para a redução da dívida, cortes de despesas e entraves regulatórios do pré-sal, a Petrobras tem que lidar com problemas singelos, a exemplo do vazamento de dutos submarinos flexíveis, conhecidos como risers. Esses simplórios risers são capazes de afetar o ritmo de produção, afastando ainda mais a companhia da meta prevista para este ano. O target é de 2,8 milhões de barris/dia. No primeiro trimestre, a empresa parou nos 2,1 milhões de barris/dia. A estatal confirmou as falhas nos dutos nos campos de Lula e Sapinhoá, mas assegura que já controlou o vazamento sem parada da produção.

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28.06.17
ED. 5649

Embraer enfrenta turbulências na China

O acordo recém-assinado entre a China Everbright Financial Leasing e a conterrânea Commercial Aircraft Corp. (Comac) para a compra de 30 jatos C919s jogou uma ducha de água fria na Embraer. O avanço da Comac reduz ainda mais a margem de manobra da empresa no mercado chinês. A concorrência tende a ficar mais acirrada a partir de 2018, quando a companhia asiática vai lançar aeronaves com até cem assentos, batendo de frente com um dos principais modelos da Embraer, o E190. Procurada, a Embraer relativiza este embate. Afirma ter mais de 80% do mercado de aviação regional na China. No entanto, no geral a empresa já teve uma posição mais confortável no país asiático. No início da década, as vendas para a China chegaram a representar quase 10% do faturamento. Em 2016, esta fatia não passou dos 5%. As dificuldades já estavam precificadas pela Embraer desde o ano passado, quando a empresa decidiu encerrar a fabricação do jato Legacy 650 no país asiático. Sem o selo de “fabricante local”, a companhia brasileira já não encontra a mesma boa vontade entre as empresas de leasing nativas.

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28.06.17
ED. 5649

Seguro-garantia

Segundo o RR apurou, a norte-americana Liberty tem interesse na aquisição da Austral, seguradora controlada pela Vinci Partners. Recentemente, a chinesa Fosun teria mantido conversações com a companhia, especializada em seguro-garantia. Procurada, a Austral garante não estar à venda. Já a Liberty não se pronunciou.

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28.06.17
ED. 5649

Garimpando ativos

A canadense Hydro Quebec está garimpando ativos de geração de energia no Brasil.

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28.06.17
ED. 5649

Falta de sorte não é

O Planalto continua abusando da sorte na escolha do seu círculo mais próximo. Na semana passada, indicou o deputado Julio Lopes (PP-RJ) para integrar o recém-criado Conselho Nacional para a Desburocratização, comandado por Eliseu Padilha. Pois bem…Três dias depois, em depoimento à Justiça, o executivo Marcos Vidigal, da Odebrecht, acusou Lopes de pedir propina na construção da Linha 4 do Metrô do Rio.

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28.06.17
ED. 5649

Ponto final

Procurada pelo RR, a seguinte empresa não comentou o assunto: Queiroz Galvão.

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