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Planos
26.06.17
ED. 5647

Fundo de Cingapura é o novo adversário da Kroton

A Kroton está prestes a ser abalroada por dois bólidos: de um lado, o Cade; do outro, o GIC, que surge como novo consolidador do mercado de educação. O fundo soberano de Cingapura se aproveita do duplo chapéu de acionista tanto da Cruzeiro do Sul Educacional quanto da Somos Educação para costurar a associação entre as duas companhias. Da primeira, os asiáticos têm 40%; da segunda, 18%. As tratativas são conduzidas por Eduardo Samara, que assumiu, em fevereiro, o posto de vice-presidente sênior do GIC no Brasil.

A proposta de fusão conta com o apoio de outros acionistas das duas empresas, sobretudo daqueles que mais pesam na balança, tanto de um lado quanto do outro: pela Cruzeiro do Sul, as famílias Figueiredo e Padovese, fundadoras e ainda acionistas majoritárias; pela Somos, a Tarpon Investimentos, dona de 74,8% da companhia. Todos, assim como a própria GIC, teriam uma participação relevante na nova empresa. As duas redes de ensino vivem circunstâncias distintas. Desde que assumiu o controle da antiga Abril Educação no lugar dos Civita, há pouco mais de dois anos, a Tarpon corta um dobrado para colocar o negócio nos eixos. Em 2015, amargou um prejuízo de mais de R$ 600 milhões.

No ano passado, à custa de muitos cortes, conseguiu reduzir as perdas para R$ 70 milhões. Nesse período, ainda teve de desmantelar um esquema montado por alguns funcionários da Somos para a compra irregular de material no âmbito do Programa Nacional do Livro Didático (PNDL). A Cruzeiro do Sul tem tirado melhores notas no quesito performance financeira.

Nos últimos dois anos, teve um lucro combinado de quase R$ 150 milhões. Ainda assim, falta-lhe escala e capilaridade para concorrer com os grandes grupos do setor – sua atuação está praticamente restrita a São Paulo. Há pelo menos dois anos, as famílias Figueiredo e Padovese alimentam a ideia do IPO do grupo. No entanto, a chegada do GIC, que, em janeiro deste ano, comprou a participação do fundo inglês Actis, colocou no horizonte a possibilidade de fusão com a Somos. A combinação resultaria em um grupo com um Ebitda de mais de R$ 600 milhões e um faturamento de R$ 2,6 bilhões, a números de 2016 – para efeito de referência, algo como um terço da receita somada de Kroton e Estácio.

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26.06.17
ED. 5647

Temer avança

O Banco do Brasil vai aumentar o volume de recursos disponíveis para o financiamento habitacional, em todas as faixas do mercado. Seguirá, assim, os passos da Caixa Econômica – ver RR de 13 de junho. Consultado, o BB não se pronunciou sobre o assunto.

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Por falar em banco público, a Caixa Econômica deverá se juntar ao BNDES no apoio à privatização de concessionárias de saneamento.

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26.06.17
ED. 5647

De Lula para o mundo

Lula articula uma entrevista a jornal estrangeiro de grande expressão. Pretende dizer que seu maior propósito é unificar o país, criar um clima de concórdia e terminar com a raiva que hoje os brasileiros têm de brasileiros. Tudo bem que esse seja o discurso lá fora. Mas aqui dentro, depois da sentença de Moro, o pau vai comer firme.

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26.06.17
ED. 5647

Bye, bye, Magnesita?

Burburinho do momento no mercado: a Magnesita fecha o capital na Bovespa e passa a ser listada na Bolsa de Londres. Sentido faz: a austríaca RHI, nova controladora da fabricante de refratários, já tem capital aberto na City.

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26.06.17
ED. 5647

O IPO mais aguardado

O Carrefour pretende bater o martelo na Bolsa até agosto. É o IPO mais aguardado do ano.

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26.06.17
ED. 5647

Sercomtel entre o aporte ou a guilhotina

A grave crise financeira da Sercomtel, operadora de telefonia de Londrina, deverá bater no cofre do Tesouro paranaense. Uma fonte do governo do estado informou ao RR que há discussões para um aporte emergencial da Copel na companhia. A distribuidora de energia detém 44% do capital – o restante pertence à própria Prefeitura de Londrina. Um anacrônico enclave estatal no meio de um setor totalmente privado, a Sercomtel carrega uma dívida de R$ 140 milhões, o dobro do seu patrimônio. Na última semana, a Anatel deu um ultimato: se, em um mês, a empresa não apresentar um plano de saneamento das suas finanças e garantias de continuidade das operações, a Agência deverá decretar a caducidade da concessão.

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26.06.17
ED. 5647

Na falta do ideal, Sabesp apela para o possível

O RR apurou que a Sabesp deverá fazer uma oferta de debêntures de até R$ 500 milhões. Boa notícia? Sim e não. A emissão denota a dificuldade do governo paulista de colocar de pé seu Plano A para a capitalização da estatal: a criação de uma holding que teria o capital aberto em bolsa. O projeto chegou, inclusive, a ser apresentado com pompa pelo próprio governador Geraldo Alckmin a investidores em Nova York, há pouco mais de um mês.

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26.06.17
ED. 5647

“Síndrome de Setúbal”

A mosca azul da “perenidade” parece ter picado Jayme Garfinkel, controlador da Porto Seguro. O empresário tem flertado com a ideia de remendar mais uma vez o estatuto da seguradora e estender sua permanência na presidência do Conselho. Pela regra original, ele deveria ter deixado o cargo de chairman em novembro de 2016, ao completar 70 anos. No entanto, pouco antes da data limite, subiu o teto para os 72 anos, prorrogando seu mandato até o fim de 2018. Agora, se pergunta por que não seguir “aconselhando” formalmente seus executivos até os 74 ou 75 anos? Talvez seja a proximidade com Roberto Setubal, seu sócio – o Itaú é dono de 30% da seguradora. Setubal mudou o estatuto do banco e ganhou mais dois anos na presidência. De todo o modo, caso Garfinkel se contente em ser jubilado ao fim do ano que vem, o clã já tem um potencial sucessor no Conselho da Porto Seguro: em março deste ano, Bruno Garfinkel, filho de Jayme, deixou a diretoria de automóvel da empresa para se aninhar no board. Procurada pelo RR, a Porto Seguro não se pronunciou até o fechamento da edição.

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26.06.17
ED. 5647

BNDES paz e amor

O novo presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, tem se mostrado disposto a renegociar a dívida do Estaleiro Atlântico Sul com o banco, de mais de R$ 1,3 bilhão. Camargo Corrêa e Queiroz Galvão agradecem. O acordo funcionaria como uma “carta-finança” que as duas empreiteiras usariam para tentar vender o estaleiro. Consultado, o banco diz que só “se manifesta nos casos em que eventuais renegociações tenham sido de fato concluídas”.

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26.06.17
ED. 5647

Se a Lava Jato deixar

A Eletronuclear vai retomar as obras de Angra 3 no primeiro trimestre de 2018. Se a Lava Jato deixar, claro.

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26.06.17
ED. 5647

Biblioteca Rocha Loures

Rodrigo Rocha Loures sempre foi um homem muito organizado. Além do longo histórico de mensagens em seu celular, a Polícia Federal colheu um vasto e valioso acervo de e-mails e arquivos em seus computadores. A força tarefa da Lava Jato já está se deliciando com o material.

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26.06.17
ED. 5647

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: GIC, Somos, Cruzeiro do Sul, Copel, Magnesita, BNDES e Atlântico Sul.

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