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Planos
23.06.17
ED. 5646

Meirelles é o estraga-prazer do governo Temer

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, está mostrando que “pau que dá em Chico bate em Francisco”. Meirelles tem dificultado todas as ações solicitadas por Michel Temer e o grupo palaciano para reanimar a economia. Ele condiciona os gastos à obtenção das receitas extraordinárias. E as receitas andam a passos de cágado. O ministro simplesmente se recusa a usar o expediente de empurrar despesas para o ano que vem usando a rubrica orçamentária dos restos a pagar.

Meirelles tem restringido o voo do novo darling do governo, o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, solicitando que o banco devolva recursos devidos para que o buraco do déficit primário seja contido e a Fazenda fique mais confortável para liberar novos gastos. Só que o dinheiro do BNDES está sendo guardado para mimosear os empresários e não sanar o caixa do governo, o que tem significado fiscal, mas nenhuma valia política. Meirelles sentou em cima do Refis o quanto pode, mesmo ele representando uma ajuda ao equilíbrio nas contas no curto prazo. E não libera a correção da tabela do Imposto de Renda.

O argumento do ministro da Fazenda é que o alívio no torniquete deve ser precedido pela aprovação das reformas, o que terá um efeito de transmissão para o fiscal por meio das mudanças das expectativas. Só que também não se sabe quando as reformas passarão. Henrique Meirelles continua sendo a âncora do presidente Temer na economia. E não consta que ele tenha ido para o governo para se desdizer e fazer o que o seu mestre mandar. Portanto, quem pariu Mateus que o embale. Se depender do termômetro do ministro da Fazenda, o clima será seco, quente, quase asfixiante, em todo o país.

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23.06.17
ED. 5646

Mais um Palocci na Lava Jato

A Lava Jato está trilhando por um caminho consanguíneo no âmbito das investigações contra Antonio Palocci. O Ministério Público avança na direção de Adhemar Palocci, ex-diretor de Planejamento e Engenharia da Eletronuclear. Adhemar era o homem de confiança do irmão mais famoso no Sistema Eletrobras. Em 2015, após uma auditoria, a KPMG recomendou à direção da holding o afastamento do executivo da Eletronuclear. À época, teria descoberto irregularidades em contratos firmados na alçada do executivo. Os procuradores estão debruçados sobre a documentação. Ressalte-se que Adhemar não é marinheiro de primeira viagem na Lava Jato. Já foi citado na delação de Dalton Avancini, ex-presidente da construtora  Camargo Corrêa, que o acusou de receber propina na construção de Belo Monte.

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23.06.17
ED. 5646

Cinturão elétrico

A italiana Enel abriu negociações com a Cemig para a compra da Light. Tem interesse em fechar a porteira e ficar também com a participação do FIP Redentor. Teria, assim, 52% da Light e meio caminho andado para consumar a fusão com a Ampla, sua controlada.

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23.06.17
ED. 5646

Agenda nuclear

A agenda nuclear foi o que mais bombou na visita de Michel Temer à Rússia. Muito em breve, os projetos serão descortinados.

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23.06.17
ED. 5646

Compra casada

Após fechar acordo com Previ e BB, a AGCO tenta selar a compra da participação da Geração Futuro na Kepler Weber. Com isso, chegaria a 45% do capital. O grupo norte-americano só ficará com a fabricante de silos se conseguir raspar mais de 60% das ações.

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23.06.17
ED. 5646

Mubadala empurra CCR para o acostamento

Há um gigante de US$ 70 bilhões atravessado no caminho da CCR. Trata-se do Mubadala, que está prestes a desembarcar na Invepar. O negócio poderá inviabilizar a venda da participação da companhia na ViaRio, concessionária da Transolímpica, no Rio de Janeiro. A CCR vem negociando há alguns meses a compra da fatia da Invepar, equivalente a 33%. – ver RR edição de 1 de junho. Ocorre que o Mubadala já sinalizou aos demais acionistas da Invepar – a tríade Previ, Petros e Funcef – que, em um primeiro momento, não pretende autorizar a venda de nenhum dos ativos da carteira da empresa. Pelo contrário. Os árabes querem utilizar a Invepar como ponta de lança para a compra de novas concessões. Ressalte-se que o fundo chega com força redobrada à companhia. Conforme o RR antecipou no dia 10 de maio, está comprando não apenas a parte da OAS, mas o controle da empresa.

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23.06.17
ED. 5646

Mudanças à vista no controle da BR Brokers

O RR encostou o ouvido nas paredes da BR Brokers e auscultou os planos da empresa de fazer uma emissão de ações. A operação abriria caminho para mudanças significativas na estrutura societária. De um lado, a possibilidade de aumento das participações do Morgan Stanley e da Squadra Investimentos, que, juntos, detêm 28% da holding de imobiliárias; do outro, abre-se uma porta de saída para o BTG, que tem 8,4%.

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23.06.17
ED. 5646

Embraer ganha altitude na China

A Embraer estaria em negociações para a venda de mais um lote de aeronaves E-190 para companhias aéreas chinesas. Uma delas seria a própria Colorful Guizhou Airlines, que já encomendou cinco aviões.

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23.06.17
ED. 5646

Congresso “decide” o futuro da SLC Agrícola

Há tempo de semear e de colher. A SLC Agrícola, dos irmãos Eduardo e Jorge Longemann, encontra-se no segundo momento: está em conversações com fundos internacionais para a venda de parte do seu portfólio de propriedades agrícolas. São 61 mil hectares pertencentes à SLC Landco, joint venture com o private equity inglês Valiance. Os planos de desmobilização, no entanto, dependem de uma ajuda do Congresso Nacional, leia-se a aprovação do projeto de lei 4952/2012, que autoriza a compra de terras por estrangeiros.

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23.06.17
ED. 5646

Prateleira

O empresário Carlos Wizard, controlador da rede de lojas Mundo Verde, tem interesse na aquisição da Alpargatas, pertencente à J&F, holding da JBS. Wizard enxerga sinergias entre a empresa, dona das marcas Havaianas, Osklen, Mizuno, entre outras, e seus negócios no setor de vestuário esportivo. O empresário é controlador da Topper e da Rainha.

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23.06.17
ED. 5646

Pelas mãos da China Railway

O projeto de uma ferrovia do Brasil para o Pacífico está ressurgindo pelas mãos da China Railway Group.

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Anthony Garotinho já está afiando as garras para as eleições ao governo do Rio em 2018. Voltou a ter um programa de rádio e está à procura de um horário na programação da TV aberta. Vai também intensificar a produção de vídeos para as redes sociais. Isso para não falar do seu blog, cuja maior especialidade é bater em Sergio Cabral e no PMDB.

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23.06.17
ED. 5646

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Enel, Cemig, CCR, Invepar, Brasil Brokers, SLC e Carlos Wizard.

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