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Planos
21.06.17
ED. 5644

Privatização da Cesp entra em curto circuito

O governador Geraldo Alckmin e sua equipe estão quebrando a cabeça para evitar um blecaute na privatização da Cesp. Segundo informações filtradas do Palácio Bandeirantes, o governo paulista estuda entrar na Justiça, no que seria uma última cartada para tentar a renovação antecipada da licença da usina de Porto Primavera, responsável por mais de 90% da capacidade de geração da empresa. Outra hipótese é o adiamento do leilão para o fim do ano, como forma de ganhar tempo para desatar o nó.

Consultado pelo RR, o governo de São Paulo garante que o processo de privatização será mantido e ocorrerá no prazo, ou seja, setembro. A Secretaria de Fazenda do Estado informou que “descarta a solicitação antecipada das concessões antes da privatização, com base na Lei 9.074.”. Entende-se a prudência do governo paulista ao tratar do assunto.

No entanto, a decisão do Ministério de Minas e Energia de não renovar a licença de Porto Primavera foi um duro golpe, vista no Palácio Bandeirantes como uma mudança nas regras do jogo com a bola rolando. Durante as negociações, subitamente o Ministério impôs uma série de exigências para estender a licença da hidrelétrica, como a cobrança de um outorga e o recolhimento de 2,5% da receita operacional da empresa. A Secretaria de Fazenda confirmou ao RR que as “condições apresentadas não atendem aos interesses do Estado”.

Sem a extensão da concessão de Porto Primavera, a licitação da Cesp corre o risco de ser um fracasso de bilheteria. A expectativa do próprio governo paulista é de uma arrecadação na casa dos R$ 3 bilhões, quase a metade dos R$ 5,5 bilhões estimados inicialmente. Segundo o RR apurou, nos últimos dias, três potenciais candidatos, a italiana Enel, a Equatorial e a chinesa Shanghai Electric Power Transmission and Distribution Engineering, sinalizaram ao governo de São Paulo que não vão participar do leilão.

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21.06.17
ED. 5644

Gilmar Mendes não poupa nem a Globo

Ainda que em petit comité, o ministro Gilmar Mendes decidiu abrir suas baterias contra o Grupo Globo. Durante conversa com empresários em evento do Grupo Lide, realizado na última segunda-feira em Recife, Gilmar estendeu suas tradicionais críticas à imprensa ao conglomerado líder do setor das comunicações, conforme informou ao RR um dos presentes. Segundo ele, “a Globo só faz o que faz porque nós estamos lá atrás, na última instância, para garantir a liberdade de imprensa; para ela dizer tudo o que quer dizer, pressionar quem bem entende”. Gilmar disse que “eles” – os irmãos Marinhos, controladores do Grupo – somam muitos méritos, mas, no momento, têm mais “deméritos”. O ministro afirma que “eles” têm praticado excessos no jornalismo, “uma verdadeira opressão”. Pode ser. Mas, se Gilmar for essa fera toda que intimida a Nação, poderia repetir seus pontos de vista sobre a família Marinho em entrevista à Globo, de preferência televisiva.

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21.06.17
ED. 5644

Costura societária

O fundo norte-americano Jaguar Real Estate Partners, sócio da Aliansce, está disposto a colocar algumas centenas de milhões de dólares sobre a mesa para viabilizar a fusão da empresa com a BR Malls. A operação daria origem à maior companhia do setor.

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21.06.17
ED. 5644

O céu é o limite

Abilio Diniz já tem mais de 8% da Anima Educação. E quer mais.

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21.06.17
ED. 5644

Urucum verde-oliva

Já vai para dois meses que o general Franklimberg Ribeiro de Freitas ocupa “interinamente” a presidência da Funai. No que depender do chefe do GSI, general Sergio Etchegoyen, hoje o mais influente dos ministros palacianos, o “interino” vai até o fim do governo Temer.

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21.06.17
ED. 5644

Um Rabello de Castro para cada estação

O grand finale da gestão Maria Sílvia Bastos Marques no BNDES, ocorreu ontem, quando o banco comemorou 65 anos. A homenagem feita pelo seu sucessor, Paulo Rabello de Castro, ao economista e professor Carlos Lessa, ex-presidente da instituição, foi um verdadeiro manifesto de um novo tempo. Lessa foi agraciado com a entrega da medalha “Mérito Desenvolvedor”, por indicação da Associação dos Funcionários do BNDES.

A cena teve tintas fortes. Rabello de Castro desceu do palco onde se encontrava para abraçar o professor, que estava sentado na primeira fila da plateia. Quem viu a emoção externada por Rabello de Castro até acreditou que ele sempre teve apreço por Lessa. Mas o RR já tinha previsto: Rabello de Castro, um pragmático monolítico, será adorado pelos funcionários do banco.

Mesmo que para isso seja necessário negar tudo o que disse e fazer aquilo em que não acredita. Para quem não lembra, convém recordar que Rabello de Castro foi uma das muitas vozes discordantes do professor Carlos Lessa quando ele, na presidência do BNDES, autorizou a compra de 2,8% das ações da Vale pertencentes ao clube de investimentos da companhia (InvestVale) ao custo de R$ 1,5 bilhão. A medida evitou que a mineradora fosse desnacionalizada.

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21.06.17
ED. 5644

Blue Tree é “despejada” de Ribeirão Preto

Chieko Aoki, primeira dama da hotelaria nacional, está deixando Ribeirão Preto antes mesmo de fincar bandeira na cidade. Os sócios do Blue Tree Ribeirão decidiram romper o contrato com o grupo, que assumiria a gestão do hotel, sem sequer esperar pela inauguração do empreendimento, prevista para agosto. Entre seguidas divergências, a gota d ́água foi a recusa da Blue Tree em apresentar seus balanços. Os investidores queriam garantias da capacidade financeira da empresa para assumir o hotel. No setor, há muito disse-me-disse sobre a saúde da empresa de Chieko Aoki.

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21.06.17
ED. 5644

Biosev e seus dois caminhos

Oferta de ações em Bolsa ou uma emissão internacional de bonds? Até o fim de julho, a Biosev, braço sucroalcooleiro da Louis Dreyfus, decidirá o caminho que vai tomar. É longa a estrada que leva à redução do passivo.

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21.06.17
ED. 5644

Homens do Baú

As mídias sociais não perdoam. Nas redes, a longa aparição de João Doria no programa de Silvio Santos, no último domingo, ganhou o apelido de “horário eleitoral não gratuito”. Houve até quem se lembrasse da “Semana do Presidente”. Tratava-se de um quadro de adulação dos presidentes Geisel e Figueiredo, exibido pelo Homem do Baú nos anos 70 e 80.

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21.06.17
ED. 5644

Prédio fantasma

Entre os árabes do Mubadala, que herdaram o Hotel Glória de Eike Batista, ganha força a proposta de transformar parte do imóvel em um empreendimento comercial.

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21.06.17
ED. 5644

Reta final

Ex-presidente da Fiat nos tempos em que a montadora assumiu a liderança do mercado brasileiro, Cledorvino Belini estaria percorrendo seus últimos quilômetros na companhia. Desde que deixou o comando da operação América Latina, em 2015, Belini tem cumprido missões mais honoríficas do que executivas. A Fiat não nega nem confirma. Diz apenas não ter “informações a respeito”.

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21.06.17
ED. 5644

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Aliansce, Blue Tree, Mubadala e Biosev.

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