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Planos
09.06.17
ED. 5637

A “novíssima” matriz econômica de Henrique Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, retorna de Paris com a missão de irradiar boas notícias para a economia. O governo acha que sobrevive ao tormento político e aprova as reformas, ainda que aos trancos e barrancos. Mas precisa de alimento para os empresários e para a base aliada no Congresso, noves fora a população, órfã de novidades favoráveis.

Portanto, pelo menos por um tempo, sai o “Meirelles lobo mau”, entra o “Meirelles vovozinha”. A razão principal dessa guinada na política e na postura do ministro da Fazenda é a certeza de que a economia vai abortar sua tênue recuperação. Os cenários para o crescimento e o desemprego – efetivamente o que interessa – estão nublados.

O investimento em formação de capital fixo deve cair, assim como o consumo das famílias. E não adianta o governo ficar falando que “o país está saindo da recessão” – porque não está. Tampouco adiante dizer que o “PIB vai crescer 1%” – porque não vai. É preciso contrabalançar esse ambiente econômico ruim com boas novas, a exemplo do que foi o saque antecipado do FGTS para as contas inativas.

Henrique Meirelles é o “cara limpa” do governo Temer – pelo menos até agora. Servirá de anteparo para a presença espectral do presidente. Seria bom se as concessões pudessem ser agilizadas, sem dúvida. Algumas sairão até o fim do ano, mas bem menos do que o esperado. Há travas estruturais para que se chegue ao ritmo adequado dos leilões. Meirelles tem basicamente os instrumentos de crédito na mão. E é com eles que vai a animar a economia na medida do restrito possível. Vai ter BNDES para os empresários – o banco tem um caixa livre ainda razoável.

Vai ter recurso para as pequenas e médias empresas. Vai ter Caixa Econômica e Banco do Brasil para os consumidores. Vai ter financiamento para habitação e construção civil. Algo de parecido com o que fez o desesperado governo de Dilma Rousseff pouco antes do impeachment. Sem o disparate fiscal, é claro. Henrique Meirelles vai jogar um “rouba montinho” dos orçamentos. Talvez deixe algum esqueleto para ser somado ao déficit primário de R$ 122 bilhões já projetado para 2018. Talvez antecipe um recurso ali e dê acesso a outro acolá. O certo é que o ministro da Fazenda vai entregar algum alívio. Do jeito que está, não dá! O país está insuportável!

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09.06.17
ED. 5637

A crise vai para a Rússia ou fica no Brasil?

No Palácio do Planalto, discute-se a possibilidade de o presidente Michel Temer cancelar sua viagem à Rússia e à Noruega, prevista para o próximo dia 21 de junho. A avaliação no entorno de Temer é que não há “teto” para ele deixar Brasília neste momento. Pelo jeito, neste e em qualquer momento. Há cinco meses, o presidente da República não faz uma viagem internacional – a última, fora da agenda, foi para acompanhar o velório de Mario Soares, em Portugal. Em tempo: se Temer, de fato, suspender a viagem à Europa, FHC não poderá repetir uma de suas frases preferidas, que talhou quando o então presidente José Sarney saía do país: “A crise viajou”.

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09.06.17
ED. 5637

Cimento chinês

A Anhui Conch – uma das maiores fabricantes de cimento da China, com faturamento anual de US$ 10 bilhões – está garimpando ativos no Brasil. Em outros tempos interessaria à Camargo Corrêa.

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09.06.17
ED. 5637

O doleiro dos doleiros

A Lava Jato vai promover um fratricídio. Em negociação para fechar um acordo de delação, o doleiro Lucio Funaro promete entregar Dario Messer. Ele é considerado o doleiro dos doleiros.

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09.06.17
ED. 5637

Margem de segurança

Na oferta de ações do Magazine Luiza prevista para o segundo semestre, a família da empresária Luiza Helena Trajano vai reduzir sua participação no controle de 74% para 60%.

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09.06.17
ED. 5637

Milhagem extra

Além dos benefícios fiscais, outro fator foi preponderante para a Gol alterar a estrutura societária do Smiles, agora incorporado pela Webjet. Na ponta do lápis, a nova configuração deverá garantir à família Constantino um dividendo adicional em torno de R$ 100 milhões nos próximos dois anos.

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09.06.17
ED. 5637

Arrastão elétrico

A italiana Enel está fazendo um cata-cata de ativos de distribuição de energia no Brasil. O grupo tem interesse em participar do leilão da Ceal, de Alagoas, e da Cepisa, do Piauí, hoje sob gestão da Eletrobras. Ambas fazem parte do embrulho de distribuidoras federalizadas que serão ofertadas no PPI – a essa altura, sabe Deus quando. No ano passado, a Enel arrematou o controle da goiana Celg, que também estava pendurada na Eletrobras. Consultada, a empresa diz “que está atenta a oportunidades, mas não comenta sobre ativos específicos”.

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Além da busca por novos ativos, a Enel vai investir ao longo deste ano US$ 285 milhões na Ampla, uma de suas distribuidoras no Brasil.

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09.06.17
ED. 5637

Furnas: próximos capítulos já estão escritos

A operação “Barão Gatuno” deflagrada quinta-feira (08/06) em Furnas foi um cartão de visitas. Segundo fonte do Ministério Público, o lobista Fernando Hourneaux de Moura negocia com a força-tarefa da Lava Jato uma nova rodada de depoimentos, na qual promete esmiuçar no detalhe do detalhe o esquema de corrupção na estatal. Sua metralhadora aponta na direção de Dimas Toledo, ex-diretor de Furnas, que ontem foi alvo de condução coercitiva. Atirar em Dimas, como se sabe, significa acertar Aécio Neves. Hourneaux, é bom que se diga, tem interesse redobrado em abrir seu baú de memórias, para evitar a anulação do seu acordo de delação. O lobista confessou ter omitido do juiz Sergio Moro sua relação com José Dirceu. Só não foi preso novamente por conta de um habeas corpus concedido pelo STF.

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09.06.17
ED. 5637

Coelho da cartola

Apenas três meses após assumir, o diretor de relações institucionais da Brasilcap, Alberto Pinto Coelho, balança no cargo. Não deve resistir ao desmoronamento de Aécio Neves, que o indicou para o braço de capitalização do BB.

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09.06.17
ED. 5637

Bomba-relógio

Roberto Jefferson, o delator do “mensalão“, vislumbra uma brecha para disputar as eleições em 2018. Entre os seus advogados, o entendimento é que o indulto na pena principal concedido pelo STF se estende aos seus direitos políticos.

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09.06.17
ED. 5637

Assim é se lhe parece

A JBS, que atribui a suspensão de um empréstimo da CEF a “represálias políticas”, não está sozinha. Mauricio e Fernando Bumlai, filhos do pecuarista José Carlos Bumlai e donos da Usina São Fernando, estão convictos de que o veto do BB e do BNDES ao plano de recuperação judicial da empresa passou ao largo de critérios técnicos.

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09.06.17
ED. 5637

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Magazine Luiza e Brasilcap.

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