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Planos
01.06.17
ED. 5631

ISA faz contrapeso à State Grid na transmissão de energia

Há poucos anos se o CEO da colombiana ISA, Bernardo Vargas Gibsone, quisesse fazer negócios com a Cemig teria de passar por um ritual de iniciação. Uma das etapas, invariavelmente, seria uma conversa com Aécio Neves, uma espécie de chanceler da estatal. Sem o “Mineirinho” – Apud planilha da Odebrecht – Gibsone poderá ir direto a quem de direito e tratar sem rodeios do seu objeto de interesse: a compra da parte da Cemig na Taesa.

A fatia da distribuidora mineira está avaliada em aproximadamente R$ 1,8 bilhão. Com a aquisição, a ISA assumiria o controle da companhia de transmissão, pulando de 26% para 68% do capital votante – no início do ano, o grupo comprou as participações dos fundos Coliseu e Taurus. Seria uma antessala para o grande projeto dos colombianos no Brasil: costurar a fusão da Taesa com a CTEEP – já controlada pela ISA.

A ofensiva da ISA conta com a simpatia do governo – ainda que, a esta altura, já não se saiba se isso joga a favor ou contra os colombianos. A área de Minas e Energia e, mais especificamente, a própria Eletrobras consideram fundamental o surgimento de uma terceira força no segmento de transmissão, capaz de contrabalançar com o célere avanço da State Grid. O objetivo é evitar que os chineses tenham um peso excessivo na precificação do custo de transporte de energia no país.

Esta preocupação foi compartilhada com o próprio Gibsone, que, em fevereiro deste ano, cumpriu uma agenda de encontros com autoridades brasileiras. Na prática, a consolidação entre a CTEEP e a Taesa já começou – não obstante o fato de a ISA ainda manter uma participação minoritária nesta última. No leilão de transmissão realizado pela Aneel em abril, as duas empresas arremataram em conjunto o lote 1 de concessões.

É apenas a parte mais visível do amálgama. Segundo o RR apurou, desde o início do ano CTEEP e Taesa mantêm grupos de trabalho integrados em diversas áreas – financeiro, análise técnica de projetos e compras, entre outras. Já existem também negociações conjuntas para a contratação de empresas de engenharia e compra de equipamentos.

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01.06.17
ED. 5631

Estilhaços

Abilio Diniz está na iminência do que mais gosta: uma boa briga. No Carrefour, a aposta é que a frágil relação do CEO do grupo no Brasil, Charles Desmartis, com o empresário dificilmente resistirá à saída de Antonio Ramatis da vice-presidência comercial. Homem de confiança de Abilio desde o Pão de Açúcar, Ramatis teria sido afastado após desentendimentos com Desmartis, sem a anuência do empresário. Consultado, o Carrefour afirma que a saída se deu “em comum acordo”.

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01.06.17
ED. 5631

Perde e ganha

A ordem no Marfrig é acelerar o IPO da Keystone Foods, braço do grupo nos Estados Unidos. Marcos Molina, controlador da empresa, quer aproveitar o vácuo deixado pela JBS, que adiou a oferta de ações da sua subsidiária norte-americana.

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01.06.17
ED. 5631

Síndico ausente

O prefeito Marcelo Crivella analisa convites para participar de eventos religiosos no exterior entre a segunda e a terceira semana de setembro. Não por acaso, o período coincide com o “infernal” Rock in Rio.

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01.06.17
ED. 5631

Km de Vantagens

A Ipiranga iniciou os preparativos para abrir o capital do seu programa de fidelidade, o “Km de Vantagens”. O Ultra quer replicar no “asfalto” o que Latam e Gol fizeram nos “ares”.

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01.06.17
ED. 5631

Empreiteiras do segundo tempo

O que há em comum entre Toniolo Busnello, Paulitec e Serveng-Civilsan? As três são exemplos de empreiteiras do segundo grupo que pretendem participar dos próximos leilões de infraestrutura ou mesmo arrematar concessões rodoviárias em operação, ocupando o espaço deixado pelo primeiro time da construção pesada. O foco principal é o PPI – embora, a esta altura do campeonato, ninguém saiba se vai mesmo sair do papel. O modelo idealizado cai bem ao perfil destas construtoras, de menor fôlego financeiro. O concessionário assumiria a operação e manutenção da via, mas sem responsabilidade direta pelas obras de infraestrutura, que seriam financiadas com recursos públicos.

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01.06.17
ED. 5631

Invepar pega a primeira saída da Transolímpica

Enquanto a transferência da participação da OAS para o Mubadala não sai do papel, a Invepar faz caixa negociando ativos menos cotados. As conversações com a CCR para a venda da sua participação de 34% na Via Rio estão bem adiantadas. A companhia tem a concessão da Transolímpica, no Rio. A CCR detém os 66% restantes, comprados da Odebrecht no ano passado.

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01.06.17
ED. 5631

Ser Educacional abre o cofre

O empresário Janguiê Diniz, da Ser Educacional, aguarda o desfecho dos megabusiness do setor para definir como poderá embarcar nesse trem. Enquanto isso não ocorre, vai investir cerca de R$ 7 bilhões para a abertura de 60 Centros de Aprendizagem voltados ao ensino a distância. A expansão só aumentará o cacife do grupo quando a locomotiva do M&A passar a sua frente.

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01.06.17
ED. 5631

A inquilina Petrobras

A Petrobras renovou o contrato de aluguel da Ventura Towers, no Centro do Rio. Ao todo, pagará R$ 6 milhões por mês pela locação de 55 mil metros quadrados. A extensão do acordo com a BR Properties, proprietária do imóvel, era cercada de dúvidas. Primeiro pelos drásticos cortes que têm sido feitos pela estatal – recentemente a companhia devolveu toda a Torre do Almirante,também no Rio, para a norte-americana Hines. Além disso, o aluguel da Venture Towers sempre foi associado a uma nebulosa relação entre a Petrobras e o BTG Pactual, que chegou a ser investigado pela compra de ativos da estatal na África. O aluguel foi firmado com a BR Properties à época em que o banco tinha uma participação relevante na companhia.

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01.06.17
ED. 5631

Brasilianas

Lula torce em silêncio para que Michel Temer prossiga no cargo, se esvaindo em sangue por todos os poros.

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O entorno de Nelson Jobim aguarda um eventual acordo de delação premiada do banqueiro André Esteves. Jobim não quer ser presidente só até 2018, mas, sim, prosseguir até 2022.

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O Palácio do Planalto tem informações seguras de que o deputado da mala, Rodrigo Rocha Loures, está fazendo sua “delação” todos os dias. Pela imprensa.

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01.06.17
ED. 5631

Blindagem

Bernardinho, recém-filiado ao Partido Novo, tem sido aconselhado a deixar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, vulgo “Conselhão”, como um gesto de distanciamento do governo Temer. Aliás, para que mesmo serve o “Conselhão”?

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01.06.17
ED. 5631

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: ISA, Cemig, Toniolo Busnello, Paulitec, Serveng-Civilsan e Ser Educacional.

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