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Planos
31.05.17
ED. 5630

Gerdau passa a lâmina em seus ativos nos Estados Unidos

Depois de Ásia, Europa e América do Sul, o processo de desmobilização de ativos da Gerdau volta ao seu ponto de partida, os Estados Unidos. O grupo está em conversações com a japonesa Kyoei Steel para a venda de sua usina de Rancho Cucamonga, na Califórnia. A fábrica tem capacidade de produção de aproximadamente 750 mil toneladas de aços longos por ano.

Segundo o RR apurou, a negociação é o ponto de partida de uma nova temporada de alienação de ativos no mercado norte-americano. Entre 2015 e 2016, a Gerdau já havia se desfeito de cinco usinas nos Estados Unidos. Consultada, a companhia disse que “não comenta rumores de mercado”. Mas “enfatiza que segue com sua estratégia de avaliação de seus ativos, visando focar seus esforços naqueles que geram maior rentabilidade.”

Nem em seus tempos de seleção brasileira de hipismo, André Gerdau Johannpeter deparava-se com tantos obstáculos. O percurso do herdeiro de Jorge Gerdau tem sido dos mais acidentados. Inclui o indiciamento na Operação Zelotes por suspeita de pagamento de propina a conselheiros do Carf, uma constrangedora condução coercitiva pela Polícia Federal, a grave crise do setor siderúrgico nacional e a necessidade de se desfazer de ativos para cobrir os seguidos prejuízos contabilizados pelo grupo.

Os resultados da companhia derretem ano a ano. As perdas acumuladas em 2015 e 2016 passaram de R$ 7,3 bilhões. No ano passado, a receita global caiu 14%. Não fosse ele próprio o dono do haras, certamente André Gerdau já teria caído do cavalo. No ano passado, a Gerdau vendeu R$ 1,3 bilhão em ativos. Não deu nem para a saída. A meta é amealhar mais R$ 1,5 bilhão até junho de 2018. Nenhuma subsidiária está imune à lâmina dos Gerdau. A usina de Rancho Cucamonga se junta a outras operações da Gerdau que estão sobre o balcão neste momento: a mexicana Sidertul e a indiana SJK Steel Plant – a venda desta última foi antecipada pelo RR na edição de 31 de março.

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31.05.17
ED. 5630

Comportas abertas

A força tarefa de Curitiba já trata a iminente delação de João Vaccari como o elo perdido entre a Lava Jato e o setor elétrico. O ex-tesoureiro do PT teve missões de destaque no tempo em que passou pelo Conselho de Itaipu.

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31.05.17
ED. 5630

GP diz adeus à BRZ

A GP colocou à venda sua participação na BRZ Investimentos, que administra R$ 3 bilhões em ativos. No ano passado, já havia se desfeito do braço de gestão de fortunas da BRZ.

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31.05.17
ED. 5630

Memórias de Janot

Rodrigo Janot, que deixa a PGR em setembro, foi procurado por uma grande editora interessada em publicar suas “memórias premiadas” da Lava Jato. Por que não? Até FHC fez.

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31.05.17
ED. 5630

BAT in Brazil

O board da BAT se reúne nesta semana no Brasil. A Souza Cruz representa aproximadamente 13% do faturamento do grupo.

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31.05.17
ED. 5630

Carne muito bem passada

No lado B da delação de Joesley Batista consta um negócio babilônico que estaria sendo urdido junto com Abílio Diniz e uniria a parte de alimentos industriais da JBS, notadamente de frango, e a BRF. O operador na montagem do “titã da proteína” seria o ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras, Aldemir Bendine, que até março ocupava um assento no Conselho da BRF. Caberia a ele costurar tudo com a Previ e a Petros. Com o BNDES, como se sabe, não haveria problema.

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31.05.17
ED. 5630

Uma arena cada vez mais pantanosa

O governo do Mato Grosso entrou na Justiça contra a Mendes Junior. Três anos após a Copa do Mundo, cobra uma indenização de R$ 17 milhões da empreiteira, que entregou a Arena Pantanal com as obras inconclusas. Não uma, mas duas vezes. No ano passado, por decisão judicial, a Mendes Junior retomou o projeto e pouco depois interrompeu as obras novamente. O governo do estado aguarda ainda autorização da Justiça para contratar outra construtora a quem caberá terminar o trabalho. É muito contencioso para tão pouco torcedor: a Arena tem uma média de ocupação inferior a 5%. Procurados, o governo do Mato Grosso e a Mendes Junior não se pronunciaram.

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O eterno canteiro de obras é o menor dos problemas da Arena Pantanal. Segundo uma fonte do Ministério Público, o estádio é um dos próximos alvos da Lava Jato. Trata-se do segundo tempo da operação realizada na semana passada, que culminou nas prisões dos ex-governadores Agnelo Queiroz e José Roberto Arruda, acusados de superfaturamento nas obras do Mané Garrincha, em Brasília.

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31.05.17
ED. 5630

Sangue do seu sangue

No embalo do recente IPO, que lhe rendeu cerca de R$ 870 milhões em sangue novo, o Hermes Pardini tem planos de incorporar a Cemedi, rede de laboratórios de Campinas especializada em diagnóstico por imagem. De certa forma, as duas empresas já têm um sistema circulatório comum: são sócias em uma joint venture.

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31.05.17
ED. 5630

Carta Magna

A tese do indulto animou o início da semana em Brasília. O perdão está previsto na Constituição, que, em seu artigo 84, inciso XII, dá ao presidente da República o direito de inocentar criminosos condenados. Quem indultaria Temer, se o caminho fosse esse, seria Rodrigo Maia, então no exercício interino da presidência. Até mesmo o conhecido “juiz Lalau”, condenado por desvios no TRT, teve seu crime de corrupção perdoado pela presidente Dilma Rousseff.

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A decisão da Justiça de aceitar a denúncia contra o ex-presidente da Funcef, Carlos Alberto Caser, empurra a Operação Greenfield na direção do ex-ministro Ricardo Berzoini. José Dirceu leva a fama até hoje, mas foi Berzoini o responsável pela indicação de Caser para dirigir o fundo de pensão.

 

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31.05.17
ED. 5630

Criança triste

A grave crise política e os rasteiros índices de popularidade de Michel Temer têm freado a agenda de viagens da primeira-dama Marcela Temer para apresentar o Programa Criança Feliz.

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31.05.17
ED. 5630

A força de Temer

Sinal da “força” de Michel Temer: o Senado sequer marcou a data da sabatina de Alexandre Barreto de Souza, indicado pelo Planalto para a presidência do Cade há mais de um mês.

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31.05.17
ED. 5630

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: GP, Hermes Pardini e Cemedi.

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