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Planos
katiaabreu-rr-5616
11.05.17
ED. 5616

CNA vive um clima de impeachment

O armistício entre as federações do setor agrícola e o presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), João Martins, é um balão de voo baixo prestes a lamber, segundo apurou o RR. Os agricultores deram um voto de confiança a Martins sabendo que seu histórico não o favorece. Mas, frente à eminência de perder a batalha do Funrural, toda declaração de apoio é bem vista, mesmo que seja a de um notório traidor das causas do setor — e até agora ele não se manifestou categoricamente contra a cobrança do imposto.

Diversas federações chegaram a considerar um pedido de impeachment de João Martins, que, mesmo simbólico, teria um forte impacto dentro da comunidade corporativa do agrobusiness. Martins foi omisso em todas as disputas da área agrícola. Se mexeu pouco quando foi decidida a redução de verbas para o Plano Safra e calado ficou na discussão de corte dos subsídios para o setor. A gota d’água foi a bananice do presidente da CNA por ocasião da decisão do STF em relação à constitucionalidade da cobrança do Funrural.

Procurada pelo RR, a CNA não se pronunciou até o fechamento da edição. Segundo a ex-ministra da Agricultura e ex-presidente da CNA, Katia Abreu, foi o próprio Martins que recomendou ao Supremo a aprovação do gravame que pode quebrar centenas e centenas de agricultores. João Martins é próximo de Michel Temer, o que aumentou o potencial de crítica a sua passividade e omissão. A verdade é que o presidente da CNA se aproveita dessa convivência com o Planalto para exibir sua proximidade com o poder, andando no avião presidencial e participando de jantares privados com Temer.

Em entrevista ao RR, a senadora Katia Abreu criticou com veemência a postura do presidente da CNA. “Todo o Brasil me associa à CNA, só que eu estou afastada da presidência há dois anos e meio e nunca compactuei com essa imoralidade praticada pelo presidente João Martins. Isso, sim, foi uma traição aos produtores rurais. Ficar do lado de quem você foi ministra da Agricultura até o fim, com o barco afundando, isso não é deslealdade, é honestidade”, diz Kátia, referindo-se ao episódio da cassação do mandato de Dilma Rousseff, quando defendeu a presidente e permaneceu no governo até o último momento.

Katia Abreu afirma que todo o setor de agronegócios no Brasil “está sofrendo as consequências da má conduta do presidente da CNA, que sem consultar a diretoria da instituição, sem consultar as federações, teve uma atitude mesquinha e pagou caro o jantar da noite anterior com o presidente Michel Temer e, num acordo espúrio, aprovou e recomendou ao STF a confirmação da constitucionalidade do Funrural”. O mais provável, a despeito da brisa que sopra entre João Martins e os principais associados, é que o Conselho Superior da entidade detone a sua presença no comando da CNA neste final do ano. Martins terá batido um recorde na presidência da Confederação: nunca dantes um dirigente da entidade foi tão improdutivo para seus filiados.

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11.05.17
ED. 5616

As missões de Fabio Schvartsman na Vale

O mercado espera que o presidente da Vale, Fabio Schvartsman, faça seu primeiro pronunciamento em grande estilo. Ele seguiria para além da reestruturação e conclusão dos investimentos deixados por Murilo Ferreira como sua herança. Sua missão seria a democratização societária da companhia e o aperfeiçoamento da governança. A expectativa é que o discurso de Schvartsman bafeje o acionista com a prosperidade futura e os primeiros ganhos nas bolsas.

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11.05.17
ED. 5616

Andrade Gutierrez é entrave à venda da Usina de Santo Antônio

Os demais acionistas da Usina de Santo Antônio estão convictos de que as duas vozes contrárias à venda da hidrelétrica, na verdade, são uma só: a da Andrade Gutierrez. Na condição de sócia da Cemig e detentora de uma espécie de golden share invisível desde os tempos de Aécio Neves/Antonio Anastasia, a empreiteira estaria pressionando a estatal mineira a também recusar a oferta da chinesa State Power Investment Company (SPIC) pelo controle da geradora. Os asiáticos avaliaram a usinaem cerca de R$ 8 bilhões. Segundo fonte que participa da negociação, a Andrade Gutierrez não fecha negócio por menos de R$ 10 bilhões. A Cemig, que, a princípio, era favorável à proposta, subitamente também teria recuado. Consta, inclusive, que os representantes da distribuidora não teriam participado das últimas reuniões com a SPIC. Sem a unanimidade, a venda não sai, para irritação do comando de Furnas, principal acionista da hidrelétrica e maior interessada na operação.

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11.05.17
ED. 5616

Temer apela ao “Avançar no escuro”

Com o Programa Avançar, Michel Temer se rende ao keynesianismo de botequim, cria a “novicíssima” matriz econômica, manda o ajuste fiscal – e quiçá a PEC do Teto – para o espaço, lança um plano de investimentos sem projeto e inaugura o “New Deal” com motivação e prazos explicitamente eleitorais. Tomara que dê certo.

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11.05.17
ED. 5616

XP joga dois dados simultaneamente

Se decidir sentar-se no colo de um megabanco, a XP investimentos vai perder entre R$ 3 bilhões e R$ 5 bilhões em relação ao valor previsto com o IPO. Aliás, o protocolo da oferta de ações na CVM em meio às tratativas foi considerado uma manobra para elevar o preço nas negociações. Atenção: o Itaú não está sozinho na tentativa de compra.

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11.05.17
ED. 5616

CBF digital

A CBF também entrou na onda das startups. Está incentivando o desenvolvimento de softwares e aplicativos, notadamente voltados à análise de desempenho físico e tático de atletas. Vai gastar na aventura digital uns peanuts dos mais de R$ 600 milhões em receita projetados para este ano.

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11.05.17
ED. 5616

As contas da Americanas

Do recente aumento de capital de R$ 2,4 bilhões, a Americanas vai separar R$ 1,3 bilhão para a expansão da rede. Tudo crescimento orgânico, ressalte-se. Se houver uma aquisição pelo caminho – algo como uma Via Varejo ou, vá lá, uma BR Distribuidora – o calibre do tiro terá de ser bem maior.

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11.05.17
ED. 5616

Gestão da família

Não bastasse a pressão da Lava Jato, Adriana Ancelmo vem tendo ainda uma peleja com Marco Antonio Cabral, filho de Sérgio Cabral, pela, digamos assim, gestão das finanças da família.

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11.05.17
ED. 5616

Fome de Brasil

A mexicana Alsea prepara o desembarque no Brasil da The Cheesecake Factory, cadeia de fast food norte-americana. Será a segunda investida dos mexicanos no país, onde têm uma rede de comida chinesa.

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11.05.17
ED. 5616

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Andrade Gutierrez, Cemig e Americanas.

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