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Planos
10.05.17
ED. 5615

Mubadala prefere ficar só a estar mal acompanhado na Invepar

As tratativas para o ingresso do Mubadala no controle da Invepar avançam para um modelo ainda mais radical. O fundo soberano de Abu Dhabi negocia a aquisição não apenas dos 25% do capital que pertenciam à OAS e estão sendo transferidos para um grupo de credores da empreiteira, mas também dos 75% restantes nas mãos da Previ, Petros e Funcef. Segundo o RR apurou, a operação se daria em duas fases. Inicialmente, o Mubadala compraria uma parte das ações em poder dos fundos de pensão, de modo a atingir uma participação entre 40% e 60%, contando a fatia dos credores da OAS.

Essa etapa envolveria o pagamento de algo em torno de R$ 3,5 bilhões, tomando-se como base um valuation integral da Invepar da ordem de R$ 6 bilhões. Em um segundo movimento, os árabes convocariam um aumento de capital, sem a adesão de Previ, Petros e Funcef, que, então, teriam sua participação diluída a zero. As negociações em torno deste modelo ainda são embrionárias e dependem de uma série de variáveis, a começar pela consumação da transferência das ações da OAS para os credores.

No entanto, desde já é possível dizer que esta configuração traria benefícios para todas as partes. Os bondholders da OAS dividiriam algo em torno de R$ 1,5 bilhão. Petros, Previ e Funcef, por sua vez, fariam caixa em um momento crucial, em que reduzem sua carteira de renda variável para cobrir seus bilionários déficits atuariais. Procurada, a Funcef disse estar “aberta a ouvir propostas”, mas garantiu que não há oferta concreta.

Previ e Petros não se pronunciaram. O Mubadala, por sua vez, enxerga na aquisição integral uma maneira de higienizar a companhia e criar uma “Nova Invepar” dissociada dos problemas de imagem que a cercam. A coabitação entre OAS e os fundos de pensão transformou a empresa no local onde a Lava Jato faz esquina com a Operação Acrônimo. Deter os 100% do capital também daria ao fundo soberano margem de manobra para a posterior atração de outros investidores.

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10.05.17
ED. 5615

Eike entre dois juízes

Será, no mínimo, interessante se o juiz Marcelo Bretas decidir convocar uma acareação entre dois de seus réus mais conhecidos (um, claro, muito mais do que o outro): Eike Batista e o juiz aposentado Flavio Roberto de Souza. Por uma dessas coincidências, Bretas, à frente da Operação Calicute, é também responsável pelo julgamento do ex magistrado, que ficou célebre após ser flagrado circulando pelas ruas do Rio no Porsche Cayenne de Eike em uma história até hoje muito mal contada.

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10.05.17
ED. 5615

Plantão médico

O fundo norte-americano Carlyle avalia a venda de sua participação de 8,3% na Rede D ́Or. Qualquer semelhança entre o timing da saída do negócio e a recente prisão do diretor médico da companhia e ex-secretário de Saúde do governo Cabral, Sergio Cortes, não seria mera coincidência.

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10.05.17
ED. 5615

Avanço tecnológico

O Grupo Votorantim, que era tido como uma empresa antiquada, está desenvolvendo startups ou novas tecnologias em todos os seus negócios, ou seja, celulose, cimento, energia, metalurgia e financeiro.

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10.05.17
ED. 5615

Programação-tampão

Na impossibilidade da exibição ao vivo do depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro, o PT montou uma estrutura para transmitir em tempo real nas redes sociais as manifestações previstas para hoje em Curitiba.

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10.05.17
ED. 5615

Via Varejo reorganiza suas prateleiras

Com a venda da ViaVarejo em banho-maria, o Casino decidiu desengavetar algumas medidas para chacoalhar a operação da rede varejista. Uma das grandes apostas da companhia é a transformação de alguns pontos de venda, notadamente do Ponto Frio, em lojas premium. O objetivo é fisgar consumidores de maior poder aquisitivo que costumam frequentar concorrentes diretas, como a Fast Shop, ou mesmo pontos de venda dos próprios fabricantes, como Samsung e LG. Seria uma forma de aumentar o tíquete médio e a rentabilidade de algumas unidades e – por que não? – melhorar um pouquinho o valuation da Via Varejo para o caso de retomada da negociação do controle. Consultada, a Via Varejo confirmou o projeto de conversão de algumas lojas para o conceito premium, inicialmente focado em 36 pontos de venda – 20 do Ponto Frio e sete da Casas Bahia. Nos primeiros três meses do ano, a receita dessas unidades selecionadas cresceu 10%, bem acima do resultado geral da empresa (2,5%). A companhia informou também ter criado uma diretoria de lojas Premium.

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10.05.17
ED. 5615

As desencontradas páginas da Cultura

Nos últimos dias, tem circulado entre credores da Livraria Cultura a informação de que a empresa estaria prestes a receber um novo sócio em até 90 dias. Consultada, a companhia nega a venda de parte do capital. Pelo contrário: afirma que é consolidadora do setor e analisa aquisições no segmento de tecnologia. Recentemente, não custa lembrar, surgiram especulações no mercado sobre uma fusão com a Saraiva, fato também negado pelo empresário Sergio Herz, dono da Cultura.

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10.05.17
ED. 5615

Caixa cria seu próprio marketing de emboscada

A Caixa Econômica está passando um pente fino em contratos de patrocínio a eventos públicos para avaliar, caso a caso, os riscos de viés político. Tenta, assim, evitar o constrangimento do 1º de maio. As celebrações da Força Sindical pelo Dia do Trabalhador, em São Paulo, viraram um comício do deputado Paulinho da Força contra as reformas. Ao redor do parlamentar, não faltavam galhardetes com a logomarca da Caixa, patrocinadora do evento. Procurado, o banco informou que “analisa as propostas de patrocínio baseada em critérios técnicos, tendo como política priorizar o apoio a eventos alinhados a seus objetivos estatutários” ou que possam gerar “novos negócios.”

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10.05.17
ED. 5615

Cerveró II, a missão

O ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, deverá fazer uma nova rodada de depoimentos à força tarefa da Lava Jato. O recall estaria relacionado a denúncias feitas recentemente pelo seu ex-colega de estatal, Renato Duque. Não custa lembrar que Cerveró fez delação premiada.

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10.05.17
ED. 5615

Avaliando

José Dirceu avalia, com seus advogados, os prós e contras de dar um depoimento à mídia internacional.

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10.05.17
ED. 5615

Segunda posse na Funai

Ao ser nomeado para a presidência da Funai, o general Franklimberg Rodrigues assumiu de direito o cargo que, de fato, já era seu. À frente da diretoria de desenvolvimento sustentável, o general já centralizava as decisões relacionadas a demarcações de terra, além do monitoramento de conflitos entre indígenas e ruralistas – conforme informou o RR na edição de 8 de março.

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10.05.17
ED. 5615

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Mubadala, Carlyle e Rede D ́Or.

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