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Planos
08.05.17
ED. 5613

Novo regime automotivo causa um racha entre as montadoras

Às vésperas da publicação do Inovar – Auto 2, regime automotivo que deverá ser anunciado no início do segundo semestre, há um racha sendo disputado nos gabinetes de Brasília. As fabricantes de veículos de luxo, à frente Jaguar Land Rover, BMW e Audi, têm feito uma carreata nos Ministérios da Indústria e da Fazenda na inglória tentativa de sensibilizar o governo a afrouxar o torniquete fiscal. O objetivo é eliminar ou, ao menos, reduzir consideravelmente a alíquota extra de 30% cobrada sobre os veículos importados que excedem a cota à que cada montadora tem direito.

Por ainda terem uma produção incipiente, restrita a poucos modelos, estas empresas dependem mais das importações do que suas concorrentes. Na contramão, ouve-se o ronco dos motores de Volkswagen, GM, Ford e Fiat, que fazem o lobby pela manutenção e – se possível – aumento dos impostos sobre os importados. No setor, a aposta é que as “big four” vencem a disputa, não só pela força da sua representação política, mas pelas circunstâncias. Difícil convencer a Fazenda de que um imposto não faz sentido quando o “que não faz sentido” é um déficit primário de R$ 147 bilhões.

De toda a forma, as montadoras de luxo argumentam que o imposto extra perdeu sua razão de ser. A alíquota foi criada para frear as importações e punir as montadoras que não investiam em produção local. De 2011 para cá, Jaguar e BMW instalaram fábricas no Brasil; a Audi retomou a montagem de automóveis em São José dos Pinhais (PR) após um hiato de nove anos. As empresas, portanto, cobram a conta dos investimentos recentes no país. Procurada, a Jaguar informou que as tratativas da nova política automotiva estão sendo conduzidas pela Anfavea. Audi e BMW não quiseram comentar o assunto.

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08.05.17
ED. 5613

Ruídos na linha do Ministério Público

Há um engarrafamento no tráfego de informações entre os Ministérios Públicos de Curitiba e do Rio de Janeiro. Segundo fonte do MP do Rio, a demora no envio de documentos e das delações feitas à força-tarefa da Lava Jato tem atrasado algumas investigações no âmbito da Operação Calicute, notadamente no que diz respeito a novas frentes de atuação, como a linha 4 do Metrô e a construção do Porto Maravilha. Nada que não possa ser solucionado com uma boa conversa e um ajuste nos procedimentos, espera-se.

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08.05.17
ED. 5613

Da Shell para a Shell

A Raízen Fuels Finance, subsidiária da Raízen, está na disputa por ativos da Shell na Argentina: uma refinaria e uma rede de distribuição de combustíveis com 600 postos. As ofertas chegam a US$ 2 bilhões e o acordo deverá ser fechado, no máximo, em três semanas. Estão também no páreo Luksic, Trafigura, YPF e Vitol. Curioso: se a Raízen fechar o negócio, indiretamente a Shell estará vendendo os ativos para ela própria, sócia da joint venture ao lado da Cosan.

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08.05.17
ED. 5613

O esforço da Petros

Após sair do Iguatemi e da Dasa, a Petros avalia a venda da sua participação na Itaúsa. É o esforço para cobrir seu déficit atuarial.

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08.05.17
ED. 5613

O novo “prédio” de Horn

Elie Horn, fundador da Cyrela, está garimpando negócios em outros setores, como a área de educação. Coincidência ou não, já tem a seu lado um expert no assunto: o ex-CEO da Estácio Rogério Melzi, contratado recentemente para a diretoria da incorporadora imobiliária. Horn montou um fundo com recursos próprios, com um patrimônio estimado em aproximadamente US$ 500 milhões.

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08.05.17
ED. 5613

Há muita espuma no market share da Ambev

Há dúvida se o avanço de market share da Ambev no primeiro trimestre é sustentável ou se a empresa simplesmente comprou mercado com ações custosas de marketing e preços. A companhia expandiu em 3,4% seu volume de vendas no período contra uma queda de 2% de todo o mercado. O resultado, porém, foi obtido com um recuo do Ebitda de 23,8%. Ou seja: a cervejeira vendeu muito mais e ganhou bem menos. A empresa atribui a queda do lucro à apreciação do real. O resultado do segundo trimestre será determinante para o tira-teima se a Ambev está realmente aumentando a produtividade ou apenas fazendo o que as empresas com o perfil monopólico fazem em situações de queda dos mercados: usar seu poder de fogo com ações agressivas, assimétricas em relação à concorrência, quase abusivas, para deslocá-las ainda mais na distância do market share. Essa prática, na maioria das vezes, visa mais as cotações em bolsa do que o avanço consistente dos resultados.

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08.05.17
ED. 5613

Fundos fazem fila na porta da Tenda

Além da Jaguar Real Estate, que está adquirindo entre 20% e 30% da Tenda, a Gafisa estaria em conversações com outros dois fundos internacionais dispostos a entrar no capital da controlada. Quem te viu quem te vê. Antes deficitária, a Tenda virou os quindins da Gafisa com a forte expansão das habitações populares – aliás, o que sobrou do setor.

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08.05.17
ED. 5613

Klabin estica sua dívida

A prioridade do novo CEO da Klabin, Cristiano Cardoso Teixeira, é acelerar o processo de alongamento do passivo. Nos últimos 12 meses, a relação dívida líquida/Ebitda recuou de 6,2 para 5,3 vezes. Está longe de ser um índice confortável para os acionistas da Klabin. A intenção é trazer essa relação a três para um até 2019, igualando o menor nível de alavancagem dos últimos dez anos. Entre as engenharias discutidas, ganha força a proposta de uma emissão de bônus no exterior para a repactuação da dívida de curto prazo, que hoje somam R$ 12 bilhões.

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08.05.17
ED. 5613

Lá como cá

A OAS entrou com recurso contra a decisão da Justiça do Peru, que bloqueou contas e bens da empreiteira. A companhia alega não ter caixa para pagar funcionários e fornecedores no país. A OAS é acusada de ter pago propina a autoridades para ganhar licitações de obras públicas, entre as quais a Línea Amarilla, em Lima.

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08.05.17
ED. 5613

Trem pagador

Após um road show pela Europa, representantes do Palácio Bandeirantes e da Secretaria de Transportes de São Paulo vão atacar o Oriente Médio e a China. Na bagagem, o edital de privatização das linhas 5 e 17 do metrô paulista.

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08.05.17
ED. 5613

Camisa 11

PROS e PR querem “comprar” o passe de Romário (PSB). No primeiro, ele tem a garantia de ser o candidato ao governo do Rio em 2018. No caso do PR, no entanto, provavelmente ficará na reserva de Anthony Garotinho ou de sua filha, Clarissa Garotinho. Não é do feitio do baixinho…

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08.05.17
ED. 5613

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petros, OAS, Tenda, Klabin e Raízen.

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