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Planos
Movida-Rent-a-Car
03.05.17
ED. 5610

Movida acelera rumo ao controle da Unidas

A Movida, leia-se o Grupo JSL, está negociando a compra da Unidas. Segundo o RR apurou, o acordo deverá envolver um swap de ações entre os sócios das duas empresas, além do pagamento de aproximadamente R$ 200 milhões. De acordo com uma fonte que acompanha as tratativas, os atuais acionistas da Unidas, a norte-americana Enterprise Holdings e os fundos Kinea, do Itaú, e Gávea Investimentos, permaneceriam no capital da nova companhia. Caso a aquisição se confirme, a Movida vai se consolidar como o segundo maior grupo de locação de veículos do país, com 14% do mercado, além de um faturamento anual da ordem de R$ 1,5 bilhão. Na dianteira, a boas léguas de distância, a Localiza, com uma participação em torno de 25%. Procuradas pelo RR, Movida e Unidas não quiseram se pronunciar.

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12/05/17 15:23h

Wagnercmc

disse:

Good news

odebrecht-rr-31
03.05.17
ED. 5610

A contagem regressiva da Odebrecht

A Odebrecht pretende fechar todos os acordos de leniência até o fim de junho, garantindo sua alforria para disputar licitações públicas já no segundo semestre. Como forma de acelerar esse processo, a própria construtora solicitou ao Ministério Público Federal que assuma a coordenação da aplicação de todas as multas no âmbito da Lava Jato, informação confirmada ao RR por um dos procuradores. As penalidades aplicadas à Odebrecht deverão somar cerca de R$ 6,8 bilhões. Isso sem levar em conta novos arroubos da AGU.

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03.05.17
ED. 5610

Otimismo pré-datado

O RR assiste a uma reversão de expectativas edulcoradas pelos economistas nas páginas dos jornais. Mas, estranho, as previsões de agora são as mesmas das primeiras entrevistas de Henrique Meirelles em 2016: crescimento rodando em 2,5% do PIB no último trimestre de 2017 e uma expansão de 4% do PIB em 2018, tudo por causa das reformas, dos estoques baixos da economia no fundo do poço, dos sagues das contas inativas do FGTS etc. etc. etc. Ninguém fala nos efeitos de uma provável empinada do desemprego – pelo menos neste ano -, impacto da Lava Jato, aumento do risco Brasil em função do ambiente político conturbado em 2018, “Efeito Trump” na economia internacional, queda dos investimentos devido à incerteza eleitoral etc. etc. etc. Os economistas já mudaram suas previsões diversas vezes nesse período. Afinal de contas, o que são previsões se não bolhas de sabão. Tomara que estejam certos.

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03.05.17
ED. 5610

Reta final

As negociações para a transferência da unidade de nitrogenados da Petrobras em Três Lagoas (MS) para a Sinopec avançaram nas últimas duas semanas. Os chineses já apresentaram uma oferta à estatal e têm se reunido com credores e fornecedores do empreendimento, cujas obras estão paradas há três anos. A Sinopec se compromete a pagar as dívidas de R$ 40 milhões.

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03.05.17
ED. 5610

Apoio policial

O governador Luiz Fernando Pezão decide até hoje à noite se pedirá ao presidente da República, Michel Temer, o reenvio de tropas federais para o apoio ao policiamento no Rio de Janeiro.

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03.05.17
ED. 5610

Crivella faz aperto fiscal

Com uma projeção de déficit fiscal de R$ 4 bilhões para este ano, Marcelo Crivella vai passar um pente fino em mais de um milhão de imóveis que contam com isenção de IPTU no Rio.

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03.05.17
ED. 5610

Classificados

O fundo Canada Pension Plan Investment Board reservou algo em torno de US$ 300 milhões para investimentos imobiliários no Brasil, notadamente a compra torres de escritório.

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03.05.17
ED. 5610

O silencioso “ajuste fiscal” do general Villas Bôas

Quando pensar em aumento de impostos ou tiver o ímpeto de confessar falência no ajuste fiscal, recomenda-se ao ministro Henrique Meirelles ler a “Diretriz do Comandante do Exército”. Trata-se de um exemplo de como controlar gastos sem fazer marola. No documento distribuído à corporação no início de abril, o general Eduardo Villas Bôas apresentou uma série de propostas para adequar o Plano Estratégico do Exército (PEEx) ao Orçamento da União para a área de Defesa.

Entre as medidas, não faltam sacrifícios e cortes na própria carne, a começar pela redução do efetivo do Exército em, no mínimo, 10%. O enxugamento virá com a diminuição da admissão de militares de carreira e o aumento do número de militares temporários, cujo tempo máximo de permanência na corporação é de oito anos. Menos mal que este papel de “general do ajuste” esteja sendo desempenhado por um comandante do Exército com tamanho respeito entre o oficialato e a tropa.

O general Villas Bôas é o personagem certo na hora certa para conduzir o que ele mesmo chama de “racionalização do orçamento em todos os níveis”. Entre as demais propostas constam, por exemplo, o compromisso em não criar novas Organizações Militares (OMs) ou estruturas adicionais. Conforme descrito na “Diretriz do Comandante do Exército”, “qualquer necessidade deve ser atendida por transformação de OM e/ou de estruturas já existentes”.

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03.05.17
ED. 5610

A indesejável herança da Magnesita

A austríaca RHI, nova controladora da Magnesita, tem feito o que os financistas da GP Investimentos não conseguiram: reduzir o endividamento da fabricante de refratários. Sob o condão dos europeus, a relação dívida líquida/ebitda da companhia caiu de 4,1 para três nos últimos 12 meses. A meta dos austríacos é diminui-la para 2,5 vezes até o terceiro trimestre, livrando-se da herança deixada pela GP.

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03.05.17
ED. 5610

Body Store não fez bem à pele da L ́Oréal

Ao decidir vender o controle mundial da Body Shop, discretamente a L ́Oréal vai se desfazer também de um investimento realizado no Brasil há apenas um ano e dois meses. Trata-se das lojas da antiga bandeira gaúcha Empório Body Store. A multinacional francesa comprou o controle da rede em março do ano passado, posteriormente incorporando-a à bandeira Body Shop. Nesse período, a recessão apertou e as margens da varejista teriam recuado significativamente. Internamente, o que se diz é que a direção da L ́Oréal Brasil respira aliviada com a venda do negócio.

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03.05.17
ED. 5610

“Disclosure” sobre trilhos

O Ministério dos Transportes tem pressionado a CSN a publicar o balanço da Transnordestina Logística. A divulgação dos resultados ocorreria em março, mas foi adiada, oficialmente para ajustes na contabilização do impairment de ativos. O governo teme que haja outro caroço debaixo desse trilho. Ressalte-se que, em parecer preliminar sobre a Transnordestina, o TCU pontuou que “sequer existem elementos que permitam aferir o custo real da obra”.

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03.05.17
ED. 5610

“Bombando” no twitter

Não deixa de ser curioso: Eduardo Cunha ganhou 40 mil seguidores no Twitter desde que foi preso, em outubro. Isso sem qualquer nova postagem de lá para cá, por motivos mais do que óbvios.

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03.05.17
ED. 5610

Tríplice aliança

Os governadores José Ivo Sartori (RS), Beto Richa (PR) e Raimundo Colombo (SC) articulam uma tour de force integrada com o objetivo de atrair novos investimentos para o agronegócio no Sul do país. Parcela expressiva dos recursos viria do BRDE, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul.

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03.05.17
ED. 5610

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Odebrecht, Petrobras, Sinopec, CSN e Magnesita.

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