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Planos
02.05.17
ED. 5609

O quarto de despejo de Michel Temer na economia

Michel Temer não quer saber do povo – e a recíproca é verdadeira. Ponto final. Vai governar de forma impopular junto aos ministros que sobrarem e os novos colaboradores que estão por vir, enfurnado com políticos da base aliada e enfeitando fóruns, seminários e eventos festivos do empresariado. É o que tem. As reformas serão à meia bomba. É o que pode.

Agora que alguns cortes de subsídios foram realizados, removeu-se o marco do conteúdo local – notadamente no setor de óleo e gás – e flexibilizaram-se algumas tarifas de importação, além da vitoriosa mudança das leis trabalhistas, é hora dos ajustes microeconômicos. Temer fará a rearrumação da malha de benefícios creditícios e incentivos fiscais, impondo contrapartidas em pesquisa e tecnologia. O mesmo será exigido para a manutenção da desoneração das folhas de salários de alguns setores acarinhados.

No automotivo, o rearranjo dos benefícios contemplaria a produção de carros elétricos, mas é amplo o ceticismo sobre o êxito da medida. A Lei de Falência terá uma nova atualização – a bilionésima primeira. Um dos empresários paparicados por Temer sugeriu que ele criasse uma zona de esforço compartilhado entre as estatais – Petrobras, BNDES, BB, Eletrobras etc. – para puxar o investimento em algumas áreas onde a geração de emprego fosse emergencial.

Uma espécie de “Sudene das estatais”. Temer aquiesceu, naquele seu estilo de quem concorda discordando profundamente. Mexer com estatais nesse momento, nem morto! O presidente vai entregar a simplificação do sistema tributário e a agilização das licenças obrigatórias para novos investimentos, mas ninguém acredita muito que os pequenos consertos despertem o espírito animal do empresariado. De qualquer forma, pretende chamar tudo de reforma. Já encomendou a entrega de um pacotão de pequenas correções e aperfeiçoamentos na engrenagem da economia. É preciso dar na vista.

A novidade é que serão terceirizados profissionais da academia e tecnocratas do setor privado para participar desse mutirão econômico. Uma leva desses luminares de fora do governo irá para a conta da Fazenda. Seus nomes já foram, inclusive, publicados no Diário Oficial. Diversas medidas vão na direção certa, mas significam o mesmo que lustrar os móveis de uma casa soturna, empoeirada e assombrada por uma legião de larápios de dentro e de fora do governo; um desemprego que teima em aumentar; um crescimento que, não fosse a revisão das contas pelo IBGE, beiraria o negativo neste ano, e uma nada redentora taxa de expansão do PIB entre 0,5% e 1%, em 2018. Tudo miúdo. A gestão Temer na economia cabe em uma quitinete. Melhor, cabe em um quarto de despejo.

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02.05.17
ED. 5609

Sucessão na CVM

Os advogados Marcelo Barbosa e Henrique Machado despontam como favoritos para ocupar a presidência da CVM – o mandato do atual n. 1, Leonardo Pereira, termina em julho. Machado, ex-secretário do Conselho Monetário Nacional, já está na casa: é diretor da autarquia.

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02.05.17
ED. 5609

Colar de startups

João Doria pretende montar um colar de startups na Prefeitura. Em foco, a produção de aplicativos e outras engenhocas para áreas como saúde, educação, trânsito etc. Tudo com o apoio de seus pares da iniciativa privada.

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02/05/17 13:17h

mauro motoryn

disse:

Espero que o único aplicativo brasileiro focado em políticas públicas e premiado pela ONU seja escolhido. Minhacidadedigital / myfuncity

02/05/17 13:15h

mauro motoryn

disse:

Espero que ele selecione o único aplicativo de cidadania e políticas públicas premiado pela ONU, minhacidadedigital

02.05.17
ED. 5609

Fezinha

A Winbet, gigante mundial do setor, é candidata à sócia da empresa de apostas eletrônicas que está sendo montada pela Caixa Econômica. O banco confirma os estudos, mas diz que, “por falta de legislação específica, não há como definir o modelo para a modalidade”. O governo já ensaiou uma MP, recuou e agora deve partir para um projeto de lei.

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02.05.17
ED. 5609

A depressão de Haddad

O ex-prefeito Fernando Haddad, candidato a candidato do PT à Presidência da República, atravessa uma fase de depressão. Haddad mal tem ânimo para participar dos compromissos mais importantes da sua agenda social e política. Colabora para esse estado de coisas a preocupação com as dívidas da campanha eleitoral – as cobranças já lhe batem à porta. Ao menos há uma boa notícia: o presidente do Insper, Claudio Haddad, o convidou para ser professor da universidade. Haddad ainda não respondeu. Antes que se pense que esta é uma ação em família, apesar do sobrenome homônimo, os dois não tem laço de parentesco.

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02.05.17
ED. 5609

Uma contenda entre tucanos no saneamento

A Sabesp tornou-se epicentro de um contencioso intra-tucanos curiosamente tendo como cenário o berço do PT. O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), fez chegar ao governador Geraldo Alckmin a intenção de romper o contrato com a empresa estadual, responsável pelo serviço de saneamento no município. A Prefeitura já estaria, inclusive, estudando mecanismos legais para assumir a concessão e, posteriormente, fazer uma licitação. O município pretende ainda aplicar multas na Sabesp sob a alegação de que a companhia não tem cumprido o contrato. Para a Sabesp, o imbróglio traz um risco adicional, que vai além do perímetro de São Bernardo: o litígio pode acabar estimulando cidades vizinhas a seguir o mesmo caminho. Imaginem o impacto que teria sobre a receita da estatal, por exemplo, a criação de uma “Águas do ABC”. Procuradas, a Sabesp e a Prefeitura de São Bernardo não se pronunciaram. Desde que Orlando Morando as- sumiu a Prefeitura de São Bernardo, neste ano, a relação entre a Sabesp e o município tornou-se um rio de águas turvas. Morando cobra uma série de obras na cidade que não teriam sido cumpridas pela empresa. A companhia estadual, por sua vez, acusa a Prefeitura de não pagar o que deve e aumentar um passivo que vem das gestões anteriores. Os valores giram em torno dos R$ 100 milhões.

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02.05.17
ED. 5609

Plano de saúde

A Advent entrou na disputa pela Intermédica, colocada à venda pela Bain Capital.

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O governo quer cassar a concessão da BR-153, da Galvão Engenharia, a tempo de incluí-la nos leilões do PPI deste ano. O Ministério dos Transportes confirma que o processo de cassação está em curso.

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02.05.17
ED. 5609

Sole mio

Os funcionários da TIM Brasil têm feito chacota das declarações do n. 1 companhia, Stefano De Angelis, sobre a “consistência dos resultados”. Segundo a rádio corredor, De Angelis está sofrendo de amnésia. Esqueceu-se de que, mesmo com uma política mais agressiva de preços, a empresa teve uma queda de 8% na base de clientes em relação a março de 2016. Entre as quatro grandes operadoras, a TIM foi a única a perder market share no ano.

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02.05.17
ED. 5609

Nova fase, nova vida

O governo já trabalha na nova fase do Minha Casa, Minha Vida. É projeto para 2018.

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02.05.17
ED. 5609

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent, Bain Capital e Galvão Engenharia.

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