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Planos
28.04.17
ED. 5608

Máquina de Vendas sobre o balcão

De um lado, o empresário Ricardo Nunes iniciou uma peregrinação entre os bancos credores para evitar a recuperação judicial da Máquina de Vendas; do outro, saiu em busca de um sócio para a rede varejista. Segundo o RR apurou, nas últimas semanas Nunes teria mantido conversações com a Americanas, a chilena Falabella e o fundo Kinea, do Itaú. Em pauta, a venda de parte ou até mesmo do controle da Máquina de Vendas, que, hoje, está muito mais para uma máquina de dívidas e prejuízos. O passivo total teria ultrapassado os R$ 3 bilhões. A relação dívida líquida/ebitda já estaria na casa de dez vezes – a companhia ainda não divulgou o balanço de 2016. O RR fez várias tentativas de contato com a Máquina de Vendas, mas não obteve retorno.

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29/05/17 3:04h

Relatório Reservado

disse:

[…] Ricardo Nunes, um dos donos da Máquina de Vendas, empurrou o sócio Luiz Carlos Batista para o acostamento. Estaria conduzindo, monocraticamente, tanto a renegociação do passivo com bancos e demais credores quanto a venda de parte do capital da rede varejista – ver RR edição de 28 de abril. […]

28.04.17
ED. 5608

A crise na tela dos celulares

Um indicador da área de telefonia dá bem a ideia de como a recessão atingiu as classes C e D. As operadoras trabalham com a estimativa de que o número de celulares pré-pagos no país cairá para algo perto de 150 milhões até o fim do ano. Nos últimos meses, o total de linhas nesta modalidade recuou de 184 milhões para 162 milhões. Desses 22 milhões de clientes, apenas sete milhões migraram para o segmento pós-pago. O restante virou poeira.

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28.04.17
ED. 5608

Alguém em Bangu gosta do Sebrae/RJ

Quem disse que cunhado não é parente? Cezar Vasquez, diretor-superintendente do Sebrae/RJ e casado com a irmã de Sérgio Cabral, mostrou que tem sete vidas e o apreço do ex-governador. Na reunião extraordinária realizada ontem – ver RR edições de 25 e 26 de abril –, a proposta de destituição de Vasquez rachou o Conselho Deliberativo: foram sete votos a favor e sete contra. Como era necessária a aprovação de 11 dos 14 conselheiros, Vasquez se manteve no cargo, administrando um orçamento de R$ 255 milhões. Mas deve responder criminalmente pelas irregularidades apontadas na auditoria realizada pela Deloitte, conforme antecipou o RR. O grupo de oposição a Vasquez, formado basicamente pelos indicados das entidades privadas, pretende entrar com uma representação contra ele por fraude no Ministério Público do Rio.

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28.04.17
ED. 5608

Açúcar e afeto

Rubens Ometto e Shell têm números açucarados para a safra 2017/2018. A Raízen, joint venture entre a Cosan e os anglo-holandeses, vai investir R$ 2,5 bilhões no plantio de cana e na produção de etanol. Serão 20% a mais do que o desembolso na safra anterior. Trata-se de um bom termômetro do humor do setor: Ometto é o principal interlocutor entre usineiros e governo.

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28.04.17
ED. 5608

Não está fácil

Não está fácil para ninguém. Ontem, em Brasília, FHC fez palestra em evento sobre o primeiro ano do exame toxicológico para motoristas profissionais. Ganhou uma baba. Mas não tragou!

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28.04.17
ED. 5608

Trem balinha

Investidores chineses, entre eles a agência de fomento Citic, têm interesse no projeto do trem de passageiros entre São Paulo e Americana. O empreendimento, de US$ 5 bilhões, está no PPI.

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28.04.17
ED. 5608

Credores da Arena do Grêmio dão cartão vermelho para a OAS

Enquanto o ex-presidente da OAS Leo Pinheiro inflama as arquibancadas da Lava Jato, o cerco se fecha contra a empreiteira no gramado da Arena Grêmio. Os credores, à frente Santander e Banco do Brasil, vestiram a camisa do tricolor gaúcho e pressionam a construtora a aceitar a oferta do clube pelo estádio, hoje controlado pela empresa. O Grêmio já colocou as cartas sobre a mesa: topa assumir o financiamento de R$ 113 milhões obtido pela OAS para a construção da Arena.

Propõe ainda pagar diretamente aos bancos um valor mensal entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões pelos próximos 19 anos, dinheiro que inicialmente seria repassado à empreiteira. E a construtora? Para ela não sobraria nem uma moeda para tirar o cara ou coroa. A tabelinha entre os bancos e o Grêmio pode ser a pá de cal na esperança da OAS de fazer dinheiro com a venda da Arena.

As tratativas para a transferência da Arena se arrastam desde 2015. A OAS chegou a pedir mais de R$ 400 milhões, mas foi perdendo fôlego em meio à recuperação judicial. No mês passado, o clube suspendeu as conversas. Segundo uma fonte que acompanha as negociações, a última reunião entre os dirigentes do Grêmio e representantes da OAS se deu em meados de março. Do lado dos gaúchos, trata-se de um recuo mais do que calculado. A nova estratégia do Grêmio é jogar no desespero do “adversário”, valendo-se do apoio dos bancos para empurrar a empreiteira contra a parede.

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28.04.17
ED. 5608

Quem vai desatar o nó nas linhas da Abengoa?

A Aneel já contabiliza três grandes grupos interessados nas concessões de transmissão da Abengoa no Brasil – a colombiana ISA, a chinesa State Grid e a Taesa, leia-se Cemig. A agência reguladora trava uma disputa jurídica com os espanhóis para retomar e relicitar suas licenças no país. A Abengoa interrompeu as obras de construção das novas linhas por dificuldades financeiras. O enrosco já leva mais de um ano e meio.

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28.04.17
ED. 5608

Água de Cheiro e o aroma da sobrevivência

Será que ainda sai alguma fragrância dos frascos da Água de Cheiro, em recuperação judicial desde 2014? A resposta começará a ser dada no segundo semestre, quando a Beauty Franchising pretende colocar na rua um plano para ampliar a rede de franquias, hoje de pouco mais de 120 – esse número já chegou a ser quase mil. Procurada, a empresa confirma que “a partir de julho iniciará a expansão, considerando crescimento orgânico e o posicionamento da marca”. Em relação ao número de lojas a que pretende chegar, diz que “o mercado dará essa resposta”. Pertencente ao Grupo Rothemberg, da área de cosméticos, a Beauty comprou os direitos sobre as franquias e o uso da marca Água de Cheiro no início deste ano.

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28.04.17
ED. 5608

Perda de caloria

O Milestones, uma espécie de “familly asset” dos controladores da Weg, estaria reduzindo sua participação na BRF. Por uma dessas coincidências da vida, o vice-presidente do Conselho da Weg é Nildemar Secches, ex-n° 1 da Perdigão, que foi defenestrado da BRF por Abilio Diniz.

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28.04.17
ED. 5608

Alto-forno incandescente

A Aperam, ex-Acesita, vai contratar cerca de 400 funcionários neste ano. Há três anos a empresa aumenta o número de vagas. É uma ilha de prosperidade em meio ao alto forno incinerador da siderurgia no sudeste do país.

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28.04.17
ED. 5608

Quarentena

O ex-ministro José Eduardo Cardozo tem tratado seu retorno à advocacia privada como uma “quarentena”, um interregno para 2018. Já enxerga o farol da candidatura ao governo de São Paulo.

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28.04.17
ED. 5608

Monóxido de carbono

O MP do Rio está submerso nos incentivos fiscais concedidos a montadoras durante o governo Cabral, um período pródigo de investimentos do setor no estado.

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28.04.17
ED. 5608

Ponto final

Empresas que não retornaram ou não comentaram o assunto: Raízen, OAS, Grêmio, Santander, BB, Americanas, Kinea e Falabella.

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