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Planos
26.04.17
ED. 5606

Lula quer ser crucificado por Moro em cadeia nacional

O ex-presidente Lula vai exigir direitos iguais de transparência no seu depoimento ao juiz Sérgio Moro, conforme apurou o RR. Lula teme que Moro, sob o argumento de defesa da ordem pública frente ao risco de incitamento da população, suspenda a disponibilização das imagens. Segundo os advogados do ex-presidente, o juiz tem dado provas da sua radicalidade. Usam como exemplo a condução coercitiva, em março do ano passado, e a exigência presencial de Lula nos depoimentos das suas 87 testemunhas de defesa.

Sem rede social ou exposição televisiva, a estratégia do ex-presidente será seriamente mutilada. Segundo a fonte do RR, Lula pretende expor o seu flagelo com a Lava Jato no depoimento a Sérgio Moro. A estratégia de vitimização como defesa não provém dos advogados que o auxiliam, mas dele próprio. Lula pretende dar prioridade ao ato político em vez de usar a tribuna para uma defesa nos termos protocolares que vêm sendo ditados por Moro.

Segundo o RR apurou, Lula vai responder às perguntas de Sérgio Moro cobrando as provas e enfatizando sua martirização. Nesta estratégia de “Mandelização” da sua imagem, o ex-presidente quer sair do encontro como um perseguido político, e não como um político acusado de ter cometido crime de corrupção. A garantia da transmissão pública do seu testemunho é considerada mais importante do que a eventual mudança da data do depoimento, que poderá ser transferida do próximo dia 3 para o dia 10 de maio, ou algum outro dia na vizinhança.

Alguns companheiros de luta do ex-presidente consideram o adiamento prejudicial a Lula, pois distancia o evento da série de acontecimentos de forte impacto social que vem sendo chamada de “agenda do fim do mundo”: a greve geral convocada para o dia 28; a votação da reforma trabalhista, prevista para o dia 27, véspera da paralisação; e o envio do texto final da reforma da Previdência à Comissão Especial da Câmara, com objetivo de julgamento pelo plenário exatamente no dia 3 de maio. Lula não marchará o caminho do incitamento – e quem se lembra da sua performance frente ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo sabe que não lhe falta talento para convocação à luta, muito pelo contrário. Mas a hora é do calvário. Se Moro não impedir, vai protagonizar com ele, em transmissão televisiva, o duelo pela cruz da Lava Jato.

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26.04.17
ED. 5606

Valec no dormente

A Valec sofre para se manter nos trilhos. Por conta das restrições orçamentárias, a estatal tem penado para cumprir os investimentos na construção de trechos da Norte-Sul e da Ferrovia de Integração Leste-Oeste (Fiol) e honrar o pagamento a fornecedores. Procurada pelo RR, a Valec confirmou os cortes no orçamento e a adequação “dos investimentos aos recursos disponibilizados”. Segundo a estatal, do orçamento de R$ 1,05 bilhão aprovado para este ano, foram contingenciados R$ 300 milhões.

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26.04.17
ED. 5606

O séquito de Nizan

O séquito de Nizan Guanaes tem se empenhado em convencê-lo de que ele deve ingressar na vida pública. Nizan está adorando.

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26.04.17
ED. 5606

A vez da Mendes Junior?

A Mendes Junior iniciou tratativas com o Ministério Público Federal para um acordo de leniência. Na paralela, Sergio Cunha Mendes, sobrinho de Murillo Mendes, negocia sua delação com a força tarefa de Curitiba. Agora, pode ser tarde. Sérgio já foi condenado pelo juiz Sérgio Moro a 19 anos e quatro meses de prisão.

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26.04.17
ED. 5606

Auditoria aponta irregularidades na gestão do Sebrae/RJ

O iminente afastamento do cargo de diretor-superintendente do Sebrae/RJ é o menor dos problemas de Cezar Vasquez. Na reunião extraordinária convocada para amanhã com o objetivo de votar a destituição de toda a gestão executiva – conforme antecipou o RR na edição de ontem –, o Conselho Deliberativo da entidade vai apresentar o relatório final de auditoria realizada pela Deloitte que aponta uma série de irregularidades durante a administração de Vasquez, cunhado de Sergio Cabral. O RR teve acesso exclusivo à farta documentação oficial, com conteúdo suficiente para preencher seguidas edições da publicação. Segundo fonte do próprio Sebrae/RJ, a devassa reuniu fortes indícios de operações irregulares que teriam movimentado mais de R$ 10 milhões.

A auditoria da Deloitte identificou a contratação de empresas ME (de médio porte) e EPP (de pequeno porte) acima do valor estabelecido na Lei Geral das MPE e EPPs; patrocínios suspeitos de até R$ 44 mil, o teto estipulado no estatuto social da entidade para o fechamento deste tipo de operação sem a obrigatoriedade de prestação de contas; prestação de contas de viagens de internacionais em desacordo com a INP 001/2001. Um dos casos mais graves apontados pela auditoria foi a subcontratação da empresa de TI ProBid. A Deloitte constatou diversas irregularidades na licitação.

De acordo com a auditoria, “as especificações constantes dos atestados de capacidade técnica emitidos pelo Sebrae/RJ são idênticas às especificações técnicas exigidas no Edital, o que indica um direcionamento do processo licitatório”. O contrato com a ProBid foi celebrado em 10 de novembro de 2016. No entanto, segundo a auditoria, no dia 31 de outubro, portanto 11 dias antes, um representante da empresa encaminhou e-mail a um funcionário do Sebrae/RJ “discorrendo sobre o acordo feito em reunião anterior”.

Consultado, Cesar Vasquez negou as irregularidades e disse desconhecer o conteúdo da auditoria feita pela Delloite. Procurada por meio de ligações telefônicas e e-mail, a ProBid não retornou até o fechamento desta edição. Segundo a fonte do RR, a expectativa no Sebrae/RJ é que Cezar Vasquez peça demissão na reunião de amanhã – o executivo garantiu ao RR que não tomará esta decisão. Caso isso não ocorra, o Conselho Deliberativo votará a sua demissão por justa causa. Os conselheiros pretendem ainda entrar com uma representação contra Vasquez no Ministério Público.

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26.04.17
ED. 5606

Acelera, São Paulo

Um grupo de investidores de Abu Dhabi, associado ao ex-chefão da Fórmula-1, o inglês Bernie Ecclestone, largou na pole position na corrida pela concessão do Autódromo de Interlagos.

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26.04.17
ED. 5606

Conquistando a telinha

Depois de conquistar Silvio Santos e o SBT, que passou a veicular anúncios favoráveis à reforma da Previdência, Michel Temer vai agora atrás do apoio da Record e da Band ao projeto.

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26.04.17
ED. 5606

Amarelinhas e verdinhas

O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, dá de ombros aos seus opositores e desafetos. Mesmo com o FBI nos seus calcanhares, a crise de imagem da entidade e a recessão econômica, a receita da Confederação com patrocínios em 2016 chegou a R$ 410 milhões, 20% a mais do que em 2015. É impressionante!

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26.04.17
ED. 5606

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Prefeitura de São Paulo e Mendes Junior.

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