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Planos
24.04.17
ED. 5604

TCU é uma locomotiva na direção de Benjamin Steinbruch

O trem de Benjamin Steinbruch ameaça descarrilar de vez. O mais novo obstáculo à permanência do empresário à frente da Transnordestina é o Tribunal de Contas da União. Segundo o RR apurou, a Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura Portuária e Ferroviária (Seinfra), unidade técnica do TCU, já encaminhou ao procurador Julio Mendes de Oliveira, do Ministério Público Federal, seu parecer sobre o empreendimento.

De acordo com fonte do próprio TCU, o relatório confirma que há risco de continuidade das obras de construção da ferrovia por falta de garantias financeiras, corroborando análise preliminar do ministro Walton Alencar Rodrigues, relator do processo. Procurado, o TCU informou que não se pronuncia sobre processos em andamento. A CSN não quis comentar o assunto. No vai e vem desses sinuosos trilhos, agora será a vez do próprio Ministério Público emitir seu parecer sobre o caso, que, ato contínuo, voltará às mãos do ministro Walton Alencar, do TCU.

São quilômetros que poderão definir se Benjamin Steinbruch seguirá ou não como o maquinista de um projeto que começou ao custo de R$ 5 bilhões e já deixou para trás uma conta de mais de R$ 11 bilhões, noves fora os seguidos atrasos no cronograma. O relatório técnico da Seinfra aumenta a probabilidade de que o relator Walton Alencar determine a suspensão definitiva do repasse de recursos públicos para a construção da Transnordestina. Em janeiro, o TCU fechou preventivamente as torneiras que ainda jorravam dinheiro no projeto – além do próprio orçamento da União, o financiamento vem do Fundo de Investimentos do Nordeste, do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste e do BNDES.

Em sua decisão, Alencar afirmou que “sequer existem elementos que permitam aferir o custo real da obra”. Desde fevereiro, a construção está parada. No início deste mês, o Planalto determinou a criação de um grupo de trabalho formado por representantes dos Ministério do Planejamento e do Transportes, Secretaria de PPIs, ANTT e da própria CSN para tratar da Transnodestina.

Esse condomínio multissetorial terá 120 dias para apresentar medidas que permitam a retomada das obras. O mais correto é dizer que esse é o prazo para que Benjamin Steinbruch engendre a sua própria solução. No próprio governo, o sentimento em relação à Transnordestina é de “vai ou racha”. A negociação para a entrada da China Communications Construction Company (CCCC) no empreendimento é vista como a última cartada de Benjamin para se manter à frente do projeto.

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24.04.17
ED. 5604

Rodada Zero

Além da redução dos royalties para o patamar mínimo de 5%, as petroleiras que arremataram concessões na chamada Rodada Zero, em 1998, levaram outro pleito à ANP. Reivindicam a extensão das licenças, que expiram em 2025. Nesse grupo, há campos importantes, como Marlim e Roncador, ambos sob operação da Petrobras.

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24.04.17
ED. 5604

O eldorado da SLC

A SLC Agrícola entrou pesado na compra de terras no Piauí e Maranhão. Ainda neste ano, seu portfólio deverá bater nos 400 mil hectares, ou o equivalente a R$ 4 bilhões. Não por acaso, os irmãos Eduardo e Jorge Logemann, donos deste eldorado, cerram fileiras ao lado da bancada ruralista pela aprovação do projeto de lei 4952/2012, que flexibilizará a venda de terras para o capital estrangeiro.

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24.04.17
ED. 5604

Avanço na Operação Calicute

A Operação Calicute vai andar de trem, barcas e metrô. Segundo fonte do MP, Luiz Carlos Velloso, subsecretário de Transportes no governo Cabral e preso em março, negocia sua delação.

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24.04.17
ED. 5604

BR Pharma busca um remédio para a dívida

Fechar a compra da BR Pharma e de suas 822 drogarias foi a parte mais simples da história. A Lyon Capital, gestora do ex-CEO da WTorre Paulo Remy, já começou a peregrinação por bancos e fornecedores para renegociar as dívidas de curto prazo da rede de drogarias, na casa dos R$ 600 milhões. Entre os maiores credores estão Itaú, Santander e Banco do Brasil. Na tentativa de mostrar que “as coisas mudaram na BR Pharma”, a Lyon Capital vai apresentar um plano para a redução dos prejuízos da empresa, incluindo o aperto dos custos operacionais e o fechamento de drogarias deficitárias. É o que não falta: no ano passado, a BR Pharma teve um prejuízo de R$ 630 milhões. Por essas e por outras é que o BTG Pactual praticamente pagou para se desfazer da rede. O banco transferiu a BR Pharma para a Lyon por um valor simbólico e ainda se comprometeu a financiar a varejista com a compra de até R$ 400 milhões em debêntures nos próximos 30 anos.

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24.04.17
ED. 5604

CPFL dá um alento ao balanço da Petros

A CPFL tem ajudado a Petros a reduzir um pouquinho o seu déficit atuarial, da ordem de R$ 16 bilhões. Além dos R$ 668 milhões que amealhou com a venda da sua participação no bloco de controle da distribuidora paulista para a State Grid, o fundo de pensão ainda deverá embolsar algo em torno de R$ 210 milhões com a oferta pública lançada pelos chineses. A cifra corresponde à sua proporção no valor que será pago ao fundo Energia Brasil, dono de 3,8% das ações da CPFL.

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24.04.17
ED. 5604

Bolsonaro foge do pastor como o diabo da cruz

A citação ao Pastor Everaldo nas delações da Odebrecht foi o fim da linha para Jair Bolsonaro. O presidenciável deverá acelerar sua saída da PSC, levando consigo uma parte da bancada. A última coisa que Bolsonaro precisa neste momento é que as denúncias contra o correligionário respinguem na sua candidatura ao Planalto. Já bastam os pingos d ́água do Rio Jordão, onde Bolsonaro foi batizado pelo próprio Pastor Everaldo em maio de 2016, quando ambos eram amigos de fé e irmãos camaradas.

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24.04.17
ED. 5604

Baú da infelicidade

A investigação do patrimônio pessoal dos ex-executivos do PanAmericano promete ser um capítulo à parte na Operação Conclave. Houve uma época em que os diretores do banco desandaram a comprar imóveis luxuosos nos Estados Unidos. Foi nesse momento que o patrão Silvio Santos, dono de uma casa de classe média em Orlando, começou a enxergar o que até então se negava a ver.

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24.04.17
ED. 5604

Na cola do ZAP

A OLX mantém conversações com fundos de investimento para a criação de uma plataforma digital na área imobiliária. O objetivo é concorrer com o ZAP, leia-se Grupo Globo.

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24.04.17
ED. 5604

A aposta da Accor

A atual estratégia da Accor de investir em cidades do interior do país não estaria relacionada apenas ao saturamento da hotelaria nas grandes capitais. Os franceses apostam suas fichas na aprovação do jogo e na abertura de cassinos Brasil afora.

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24.04.17
ED. 5604

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BR Pharma, OLX e SLC Agrícola.

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